Autor: Rebeca Bedone

A mulher não nasceu para ser mãe, mas para ser o que ela quiser

A mulher não nasceu para ser mãe, mas para ser o que ela quiser

É normal ouvir de uma mulher mais jovem que ela não sabe se terá filhos, pois ainda há muito tempo para se decidir. Mas, cada vez mais, ouço, em meu consultório, mulheres jovens afirmarem, categoricamente, que não serão mães. Antes, o que parecia uma decisão somente de mulheres mais maduras, está deixando de ser um tabu: não é mais obrigação gerar outra vida.

Obesidade é doença. Não é preconceito lutar contra

Obesidade é doença. Não é preconceito lutar contra

Concordo que precisamos combater a gordofobia, essa repulsa é preconceituosa, vergonhosa e abjeta. Mas essa luta precisa ir além: não podemos negligenciar o excesso de peso. Não é uma questão de estética, é a saúde do indivíduo que está em jogo: a obesidade aumenta a incidência de doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer.

Mulheres, estudem! É libertador não depender de um homem

Mulheres, estudem! É libertador não depender de um homem

Eu trabalhava no serviço público de saúde. Ela tinha 18 anos e veio à consulta endocrinológica porque não conseguia engravidar. Não foi preciso muita anamnese para descobrir a causa da sua infertilidade, pois facilmente fiz o diagnóstico. Entretanto, o que deveria ser uma consulta rotineira pareceu-me um enorme desafio: eu precisava entender por que aquela menina já queira ter um filho.

Senta aqui. Vamos conversar sobre o suicídio

Senta aqui. Vamos conversar sobre o suicídio

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada 40 segundos uma pessoa comete o suicídio no mundo. No Brasil, a cada dia, 32 pessoas se suicidam. É uma triste realidade, que registra cada vez mais casos, principalmente entre os jovens. Por isso, falar sobre o suicídio não pode ser mais considerado um tabu.

Não há declaração de amor maior do que receber uma carta escrita à mão

Não há declaração de amor maior do que receber uma carta escrita à mão

Terminei de ler “Cartas a um Jovem Poeta”. Enquanto lia as missivas de Rainer Maria Rilke ao jovem poeta Franz Xaver Kappus, me deu vontade de rever as cartas que recebi no passado. Desde criança, comecei a me corresponder com meus parentes e amigos. Eu pedia para o meu pai levar os envelopes (muitos deles eu mesma fazia) nos Correios: eram coloridos, com adesivos, desenhos e traços de uma letra redonda e infantil.