Autor: Rebeca Bedone

As mães nunca morrem. É por isso que sempre falamos nelas…

As mães nunca morrem. É por isso que sempre falamos nelas…

Carlos Drummond de Andrade disse que “mãe, na sua graça, é eternidade”. Sim, mãe é a palavra mais bela. Mãe é caminho; colo que consola. Mãe é mão que segura; beijo que ameniza febre. Porque “mãe não tem limite, é tempo sem hora, luz que não apaga quando sopra o vento e chuva desaba, veludo escondido na pele enrugada”. Mãe vela as noites mal dormidas para espantar a dor e a angústia do seu menino. Mãe chora junto.

Sobre uma pandemia e a humanidade que nos restou

Sobre uma pandemia e a humanidade que nos restou

Escrever é terapêutico. Palavras abrem caminhos e acedem luzes. O distanciamento social tem inundado minha cabeça de ideias. Tento organizá-las. Deixo-as entrar. Podem vir, me guiem. Me levem às lembranças do passado e dos dias anteriores — e olha que alguns dias nem estão tão distantes assim.

O fato de comermos carne não nos impede de amar os bichos

O fato de comermos carne não nos impede de amar os bichos

Foi na minha infância que visitei pela primeira vez uma granja. Enquanto viajávamos, meu pai explicava para meus irmãos e eu que poderíamos pegar os pintinhos com as mãos, que daríamos comida aos porcos e tomaríamos o leite fresco ordenhado da vaca. A pequena viagem de carro tornou enorme a expectativa de uma novidade para as crianças da cidade: a vida rural.

O amor é um pássaro que não sobrevive em gaiolas

O amor é um pássaro que não sobrevive em gaiolas

O amor é um pássaro que não sobrevive em gaiolas. Gaiolas podem ser o ciúme, a insegurança ou o próprio egoísmo. Gaiolas podem ser o medo de amar outra vez; ou pode ser a incompreensão de que amor e liberdade caminham juntos: amamos porque somos livres e temos liberdade porque confiamos no amor.