Autor: Giancarlo Galdino

Envolvente e visceral, filme no Amazon Prime Video deve ser visto com um monitor de frequência cardíaca Divulgação / Universal Studios

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É ponto pacífico que a técnica, mesmo impecavelmente empregada, não salva um filme da ruína se não contar com uma boa história, ótimos atores e um diretor excelente. “1917” junta tudo isso, e acaba produzindo um relato comovente e revelador sobre um episódio da ainda pouco estudada Primeira Guerra Mundial. Por trás de um trabalho tão complexo — e completo — o talento de Sam Mendes, um cineasta que bota a mão na massa sem medo de se sujar.

5 melhores filmes que estreiam na Netflix em janeiro de 2022

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Debruçando-se sobre as eternas dores do homem, tudo de que necessita para viver e seus anseios doidos, o cinema compõe grandes trabalhos, todos em alguma medida reveladores da complexidade do homem. Em 2022, a Bula mantém seu compromisso de escarafunchar o que a indústria tem produzido de melhor e elaborar nossas tradições listas, como a que segue, com cinco opções de estreias na Netflix para você se esbaldar ao longo do ano.

A maior aposta para o Oscar de Melhor Filme de 2021 acaba de chegar à Netflix

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Bons livros nem sempre dão filmes dos melhores e a máxima, além de gasta e verdadeira, tende a uma vulgaridade meio exasperante. Felizmente, não é caso de se recorrer a ela ao se mencionar “A Filha Perdida”, primeiro trabalho da atriz Maggie Gyllenhaal como diretora. Desdobrando-se para mostrar em imagens a alma labiríntica de Leda, a protagonista do romance homônimo da escritora napolitana Elena Ferrante, Gyllenhaal apresenta um filme lindo, distinto, sóbrio, acerca de um tabu ainda hoje espinhoso.

O filme mais surreal que você vai ver (ainda) em 2021 na Netflix

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Inspirado numa história inacreditavelmente real, “The Girl in the Yellow Jumper” é, decerto, uma das histórias mais bem escritas, surpreendentes e misteriosas que o cinema já conseguiu produzir. Celebrado primeiro na África, o diretor ugandense Loukman Ali foi ganhando terreno e sendo respeitado em todo o mundo, por seus pares, pela crítica e, o principal, pelo público, que enxerga em seu trabalho a dimensão do verdadeiro artista, que fala de sua terra sem a necessidade de levantar nenhuma outra bandeira.