Este filme da Netflix é uma armadilha elegante: 114 minutos sem respiro
O texto analisa “O Anjo do Mossad” (2018), de Ariel Vromen, como um filme de espionagem que se alimenta do interesse público por saber onde termina o fato e começa a ficção. A trajetória de Ashraf Marwan, egípcio ligado ao alto poder e associado ao Mossad, é tratada como enigma moral e político, com polêmicas que resistem e impedem certezas. A leitura destaca o trabalho de Marwan Kenzari, a tensão calibrada entre Londres e Cairo e a habilidade do diretor em sugerir hipóteses sem cravar respostas.







