O melhor filme argentino da década, aclamado em Veneza, pode ser visto na HBO Max
A partir de Schopenhauer, o texto lê “O Cidadão Ilustre” como um retrato da vontade que produz ruína, mesmo sob bons propósitos. Daniel Mantovani, ao “agradecer” o Nobel, celebra a própria debacle e retorna a Salas movido por vaidade, orgulho e condescendência. O enredo avança do vexame à violência, até um ápice de confronto com as “autoridades”. No caminho, a crítica aproxima o personagem de Roger Scruton para defender uma ideia exigente de arte, avessa a usos ideológicos.





