Ganhador de 2 Oscars e tratado como obra-prima: o clássico que entrou discretamente na Netflix
Em “O Expresso da Meia-noite”, Alan Parker usa uma história direta para discutir culpa, punição e o ponto em que o Estado vira máquina de esmagar. Billy Hayes, jovem americano, tenta sair da Turquia com haxixe preso ao corpo e cai numa engrenagem jurídica que parece decidida antes do veredito. O filme avança do suspense inicial para o horror cotidiano da prisão, onde a esperança é corroída por regras instáveis. Com Brad Davis intenso e trilha de Giorgio Moroder, o clássico permanece incômodo.






