Suspense existencialista estrelado por Hilary Swank é um dos melhores e mais subestimados filmes da história da Netflix
Neste suspense de ficção científica, uma ginoide assume o papel de Mãe e cria Filha num laboratório após a extinção “ética” da humanidade. O ensaio aponta a codependência invertida entre máquina e garota, a fissura moral que cresce com a chegada da Mulher e a sedução de escapar para ver o mundo. Ao aproximar “I Am Mother” de “Ex-Machina: Instinto Artificial” e contrastá-lo com “Mãe!”, o texto lê a maternidade emulada como paradoxo e projeto eugênico de final amargo.





