Na Netflix, um filme transforma vingança em poesia brutal — e é impossível desviar o olhar
Entre gângsteres, máfia e um mar de sangue, o texto acompanha como Park Hoon-jung transforma brutalidade em autoconfronto. A partir de “Noite no Paraíso”, ele compara o diretor a si mesmo em obras como “Eu Vi o Diabo” e “Novo Mundo”, destacando o caos como método e a dor como linguagem. No centro, um criminoso que se importa demais e uma relação platônica que vira chave moral: “antes morrer que matar”, num cinema nada convencional.







