Você termina em silêncio: a “aula de história” mais pesada escondida no catálogo da Netflix
Da reflexão sobre prisões íntimas e o corpo que se rebela, o ensaio chega aos Estados Unidos e ao legado de Harriet Tubman. A crítica mostra como “Harriet” (2019), dirigido por Kasi Lemmons, resgata uma vida pouco conhecida e reposiciona a ativista como símbolo da cidadania afro-americana. O texto comenta a transformação de Minty em Harriet, destaca a performance de Cynthia Erivo e aponta dúvidas do roteiro sobre relações e motivações. A fuga de Maryland à Filadélfia e a missão de libertar mais de trezentos escravizados fecham o arco.







