Filmes

Superprodução épica de Darren Aronofsky que está no Top 10 da Netflix Brasil Niko Tavernise / Paramount Pictures

Superprodução épica de Darren Aronofsky que está no Top 10 da Netflix Brasil

Em “Noé”, dirigido por Darren Aronofsky, Russell Crowe assume o papel de Noé, um patriarca que acredita ter sido escolhido pelo Criador para executar uma tarefa brutal: construir uma arca e decidir quem merece sobreviver ao dilúvio anunciado. Noé vive isolado com a esposa Naameh (Jennifer Connelly) e os filhos Sem (Douglas Booth), Cam (Logan Lerman) e Jafé (Leo McHugh Carroll), em um mundo árido, marcado por violência e escassez.

Uma história de amor para adoçar o carnaval, na Netflix Divulgação / New Line Cinema

Uma história de amor para adoçar o carnaval, na Netflix

Em “Como Eu Era Antes de Você”, dirigido por Thea Sharrock, Emilia Clarke e Sam Claflin vivem Louisa Clark e Will Traynor, duas pessoas que se conhecem no pior momento possível: ele após um acidente que o deixa tetraplégico, ela precisando urgentemente de emprego. O conflito central é direto e doloroso: enquanto Louisa tenta convencer Will de que a vida ainda pode ser vivida com intensidade, ele já tomou uma decisão sobre o próprio futuro.

Aventura épica com Tom Cruise baseada em história real: um dos filmes mais bonitos dos últimos 25 anos Divulgação / Warner Bros

Aventura épica com Tom Cruise baseada em história real: um dos filmes mais bonitos dos últimos 25 anos

“O Último Samurai”, dirigido por Edward Zwick, coloca Nathan Algren (Tom Cruise) no meio de um Japão em transformação, onde ele é contratado para treinar as tropas do imperador Meiji contra os samurais liderados por Katsumoto (Ken Watanabe), mas acaba dividido entre cumprir sua missão e respeitar o código de honra do inimigo.

Se você gostou de “A Origem”, de Christopher Nolan, este filme da Netflix é o próximo da sua lista Divulgação / Netflix

Se você gostou de “A Origem”, de Christopher Nolan, este filme da Netflix é o próximo da sua lista

Perdidos entre o real e o reino das aparências, inventamos remédios para a tristeza e apostamos na família como projeto de paz. Mas e se, de repente, a vida escapa por entre os dedos e a felicidade some, deixando só o desalento e o vazio? É nesse ponto que “Sonhos Lúcidos” instala seu drama: um pai solteiro amoroso vê o filho desaparecer num parque de diversões e, três anos depois, tenta reverter o caso por conta própria, guiado por vingança, burocracia e um método ligado ao limiar do sono.