O roteirista de “Point Break” voltou ao crime urbano — e dá pra sentir esse DNA no filme mais visto da Netflix hoje
Cuda começa trabalhando com pressa de quem tem horário marcado, recolhe dinheiro, atravessa portas sem pedir licença e já volta para o carro antes do assunto esfriar. Quando ele cruza uma jovem em fuga e decide tirá-la do alcance da quadrilha, a rotina vira sequência de endereços, corredores e telefonemas curtos, com o risco vindo junto no mesmo pacote. Em casa, a conta aparece em gestos simples, luz acesa, celular largado longe e o controle na mão para voltar alguns segundos quando um nome ou um lugar passa rápido demais.






