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Acabou de estrear na Netflix: Luca Guadagnino adapta William S. Burroughs em viagem onírica, tropical e inquietante Divulgação / A24

Acabou de estrear na Netflix: Luca Guadagnino adapta William S. Burroughs em viagem onírica, tropical e inquietante

A cada filme, Luca Guadagnino prova que é um dos diretores mais subversivos do cinema atual. A disrupção de Guadagnino é assumidamente panfletária em “Queer”, um de seus trabalhos mais criativos e maduros, em que brinca de ir misturando gêneros e histórias, com um toque confessional. Imagens homoeróticas, o kitsch e a inquietação social enfrentam aqui o rescaldo fascista dos anos 1950 numa batalha inglória e vesana, numa busca renhida por liberdade. Uma das razões que explicam um enredo tão ácido.

Fuja da realidade: aventura na Netflix vai te levar para um mundo de fantasia e diversão em segundos Divulgação / Columbia Pictures

Fuja da realidade: aventura na Netflix vai te levar para um mundo de fantasia e diversão em segundos

“As Aventuras de Shark Boy e Lava Girl” acompanha Max (Cayden Boyd), um garoto de dez anos que vive à margem do próprio cotidiano. Em casa, os pais parecem sempre ocupados demais; na escola, os colegas fazem questão de lembrá-lo de que ele não se encaixa. Para sobreviver a esse ambiente pouco acolhedor, Max faz o que pode: escreve, desenha e cria mundos onde finalmente tem controle sobre alguma coisa.

Aclamado como um dos melhores dos últimos anos, a ação com Ryan Gosling é um espetáculo visual e acaba de chegar à Netflix Divulgação / Universal Pictures

Aclamado como um dos melhores dos últimos anos, a ação com Ryan Gosling é um espetáculo visual e acaba de chegar à Netflix

A crítica vê em “O Dublê” entretenimento puro e uma homenagem a quem se arrisca nos bastidores. Ex-dublê, David Leitch transforma sua trajetória em comédia romântica de ação frenética ao lado de Ryan Gosling, comparado a Clint Eastwood. O texto lembra ainda seus filmes “Trem-Bala” e “Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”, acompanha a queda e o retorno de Colt Seavers e destaca a aura pop ao som de “I Was Made for Lovin’ You”.

Na Netflix: o suspense que parece um Black Mirror íntimo — e mais sufocante Divulgação / Sony Pictures Releasing

Na Netflix: o suspense que parece um Black Mirror íntimo — e mais sufocante

De “A Bruxa de Blair” a “Host”, o cinema encontra no caseiro e no digital novas formas de provocar medo e empatia. Em “Buscando”, Aneesh Chaganty usa a lógica do found footage e a estética screenlife para seguir David Kim, pai vivido por John Cho, na busca pela filha desaparecida. A investigação no computador expõe rastros, friezas familiares e a claustrofobia das telas, enquanto o texto enxerga aí um alerta contra a falsa onipotência da máquina.