Ester Expósito e Bárbara Mori em um suspense mexicano que passou por Cannes — e não te deixa respirar por 2 horas
Dez anos após “Heli”, o texto aponta Amat Escalante como voz das carências e dos anseios de seu país, agora em “Perdidos en la Noche”. A crítica acompanha o desaparecimento de Paloma e a obstinação do filho Emiliano para mapear narcotráfico, trabalho análogo à escravidão, milícias e a lógica de enriquecimento sustentada por violência. Entre assembleias hostis, pistas anotadas numa caderneta e uma família de artistas tão instável quanto excêntrica, o filme amplia o mistério e o estranhamento sem abandonar a denúncia.







