O filme da Netflix que te dá “efeito colateral”: raiva, lágrima e alívio no mesmo minuto
Em “Árvore de Sangue” (2018), Rebeca e Marc escrevem um livro a quatro mãos sobre seus ancestrais numa casa de campo, deixando política e ideologia de lado. Cicatrizes semelhantes, um terceiro elemento e uma aura mística removem o verniz de romantismo. A história recua à Espanha de 1939, com Olmo, Victor e a ex-roqueira Macarena entre romance intrincado, dependência química e pensamentos psicóticos. A fotografia preciosista realça pradarias e abre lacunas, mas a novela busca autenticidade e simbolismo.







