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O casal mais carismático das telas em reencontro que amamos! George Clooney e Julia Roberts em romance irresistível na Netflix Divulgação / Universal Pictures

O casal mais carismático das telas em reencontro que amamos! George Clooney e Julia Roberts em romance irresistível na Netflix

“Ingresso para o Paraíso” pertence a uma categoria de filmes de entretenimento que se oferece sem promessas ambiciosas, mas aposta alto no carisma de seus protagonistas para manter o interesse. A presença magnética de George Clooney e Julia Roberts, ambos em perfeita sintonia cômica, é menos um atrativo promocional e mais a espinha dorsal de uma narrativa que prefere o conforto da familiaridade à inquietação da ousadia.

Se você ainda não teve tempo de assistir, aproveite o feriado para tirar do atraso — o melhor romance de 2025, na Netflix Nicole Rivelli / Netflix

Se você ainda não teve tempo de assistir, aproveite o feriado para tirar do atraso — o melhor romance de 2025, na Netflix

Há histórias que não se tornam relevantes pelo ineditismo, mas pela capacidade de tratar o já conhecido com honestidade emocional e escuta sensível. “A Lista da Minha Vida” parte de um terreno pisado por tantos outros dramas familiares: a morte de um ente querido, o reencontro com o passado, o resgate de vínculos em frangalhos. Mas é justamente por evitar o exibicionismo emocional que o filme escapa da irrelevância.

Depois de tanta espera, ele chegou: o filme mais aguardado do último ano já está na Netflix — e você acaba de ganhar um novo motivo para não sair de casa Divulgação / A24

Depois de tanta espera, ele chegou: o filme mais aguardado do último ano já está na Netflix — e você acaba de ganhar um novo motivo para não sair de casa

Em “Guerra Civil”, Alex Garland transforma o território americano em zona de conflito, onde não há espaço para heroísmo ou redenção. Atravessando paisagens devastadas e fronteiras ideológicas implodidas, um grupo de jornalistas tenta documentar o colapso de um país. O filme não busca respostas — lança perguntas que ardem, enquanto o espectador caminha entre estilhaços e incertezas.

Obra-prima de Mel Gibson com 91% de avaliação no Rotten Tomatoes, vencedor de 2 Oscars, na Max Divulgação / Summit Entertainment

Obra-prima de Mel Gibson com 91% de avaliação no Rotten Tomatoes, vencedor de 2 Oscars, na Max

Em “Até o Último Homem”, Mel Gibson retorna à direção com um projeto que, à primeira vista, poderia ser apenas mais uma narrativa de heroísmo em meio ao horror bélico. No entanto, ao centrar sua história em um pacifista que salva vidas em vez de tirá-las, o filme se desloca do terreno comum e se converte em um estudo visceral sobre convicção, fé e resistência moral diante do colapso da razão humana.

A mais nova obra-prima de Almodóvar sincroniza Tilda Swinton com Julianne Moore em melodia visceral, na Netflix Divulgação / Crea SGR

A mais nova obra-prima de Almodóvar sincroniza Tilda Swinton com Julianne Moore em melodia visceral, na Netflix

Há diretores cuja assinatura não depende apenas de um estilo visual, mas de um pacto íntimo com a linguagem — e não apenas a da câmera. Pedro Almodóvar é um desses casos raros. Seu cinema sempre se articulou a partir de uma gramática afetiva que mistura excesso e silêncio, melodrama e autoironia, construindo atmosferas em que o improvável adquire densidade emocional. Em “O Quarto ao Lado”, sua primeira incursão em um longa-metragem falado em inglês, essa equação vacila.