Autor: Rodrigo Campos

Você já viveu um amor impossível?

Você já viveu um amor impossível?

Não importa se o seu amor é impossível, possível, esteja ou não pregado em ruas. Sinceramente, não importa! Apenas tenha em mente, que “amar é compartilhar a visão do mundo e a concepção de vida que cada um tem, refletindo (juntos) sobre as razões para julgar e agir dessa ou daquela maneira”. É entregar, ao outro, a chave de seu próprio mundo racional e emocional, sem esperar, absolutamente, nada em troca.

Existe vida além do WhatsApp. Só não contaram pra você

Existe vida além do WhatsApp. Só não contaram pra você

No princípio dos tempos, a solidão era a grande companheira do homem. Muitas eras depois, com o alvorecer da evolução dos seres, suas formas e sentidos, a comunicação tornou-se sua consorte, estabelecendo um modus vivendi do qual jamais viria a se divorciar. Gestos, gritos, posturas e grunhidos foram supostamente os primeiros recursos usados. Com a adoção e o aprimoramento de novas técnicas, o desenvolvimento de objetos e símbolos facilitou sobremaneira a troca de informações.

Faça o bem, em silêncio

Faça o bem, em silêncio

Um vídeo no Facebook despertou minha atenção: no metrô, um grupo filmou o amigo cedendo o lugar para uma idosa. Até aí, tudo bem — mesmo sendo um direito da senhora, não custa nada ser gentil. Porém, ao final do vídeo, o bom samaritano vai ao encontro dos amigos e é recebido com festa. Seu gesto foi celebrado como um feito heroico!

‘Amigo é um pedaço de ti que não nasceu contigo’

‘Amigo é um pedaço de ti que não nasceu contigo’

“Casa arrumada (interior revigorado).” Alguém bate à porta. No corredor, tenho a sensação de que a noite será boa. Abro a porta, dou boa noite! Recebo — sem cerimônia — a alegria, a risada, a filosofia barata, o papo cabeça, o choro… Enfim, recebo toda a harmonia que pode ser colocada dentro da palavra felicidade. Detalhe: a felicidade chegou disfarçada de amigos!

‘Muita gente falando de amor e pouca gente sabendo amar’

‘Muita gente falando de amor e pouca gente sabendo amar’

Será mesmo que porta-retratos eternizam famílias felizes? A resposta é não. Claro que não! Momentos não são definidos por imagens, fotografias. Imagens captam, sim, nossos semblantes, porém nossa alma jamais. Hoje, infelizmente, há uma inversão de valores. Preferimos dar amor às imagens, preferimos curtidas (a cada foto que postamos) a um abraço verdadeiro ou um momento a sós com as pessoas reais que vivem em nosso lar, em nossa realidade.

Sorrir é a melhor forma de preencher um coração vazio!

Sorrir é a melhor forma de preencher um coração vazio!

Sorria para você, para mim, para o alto, para o baixo, para o branco, para o negro, para a namorada, para o amigo, para o poeta, para o carente, para o alegre, para o porteiro, para o garçom, para o cachorro, para o gato, para o seu inimigo (principalmente)… Enfim, sorria o máximo que puder. Detalhe: o seu gesto pode não mudar o mundo. Entretanto, você será mudado.

Dos espinhos às flores: a dicotomia da vida

Dos espinhos às flores: a dicotomia da vida

O passado e o futuro se confundem no presente, pois não entendemos que só se constrói uma sociedade justa e solidária com a fusão de dois pilares: democracia e consciência de seus cidadãos. Na teoria, parece algo bem simples; entretanto, na prática, não. Não, por um motivo notório: não respeitamos a diversidade. Respeitamos e lutamos pelos nossos ideais (individuais). Desculpem-me, mas, com raras exceções, o sentimento que mais aflora em nós, infelizmente se chama: egoísmo.

Envelheço para a vida. Para a alma, jamais!

Envelheço para a vida. Para a alma, jamais!

Mundo chato, mundo sem opinião, não vou sentenciar. Todavia, digo, infelizmente, que: atualmente cultuamos e contemplamos a aparência. Cultuamos o ter ao ser; o egoísmo ao amor. Enfim, nunca estivemos tão conectados (mídias sociais), porém, nunca estivemos tão desconectados em relação ao que realmente importa. Pena não compreendermos que a dádiva maior nos dada é a vida disfarçada de alma. Algo interno e simples. Contudo, só a enxerga quem está conectado em praticar sentimentos simples, sentimentos solidários, sem aparências.