Autor: Giancarlo Galdino

Ninguém esperava por esse filme da Netflix com o astro de Reacher — agora só se fala nisso Ben King / Netflix

Ninguém esperava por esse filme da Netflix com o astro de Reacher — agora só se fala nisso

A grande aspiração do protagonista de “Máquina de Guerra” é conseguir integrar os Rangers, a tropa de elite do exército americano, e a partir desse sonho o diretor Patrick Hughes compõe um drama de guerra à “Nascido Para Matar” (1987), dirigido por Stanley Kubrick (1928-1999), ou “O Resgate do Soldado Ryan” (1998), levado à tela por Steven Spielberg, concentrando-se na capacidade de superação de alguém que conhece o fracasso.

Considerado uma das obras-primas de Tim Burton, o filme que lotou cinemas no mundo todo chegou à Netflix Divulgação / Warner Bros.

Considerado uma das obras-primas de Tim Burton, o filme que lotou cinemas no mundo todo chegou à Netflix

“Os Fantasmas se Divertem” não chega a elucubrações argutas sobre o que pode existir de poético no hibridismo de manifestações paranormais, porém encontra graça em lances de comicidade pueril (e matadora), que flerta sem medo com o nonsense. Reconhece-se o estilo de Tim Burton já nas primeiras cenas de um de seus sucessos mais estrondosos, todas levadas com aquela rara habilidade de dizer verdades incômodas em entrelinhas desambiciosas e perspicazes.

A fuga mais íntima do ex-beatle chegou ao Prime Video e desmonta a ideia de “lenda intocável” Divulgação / Amazon MGM Studios

A fuga mais íntima do ex-beatle chegou ao Prime Video e desmonta a ideia de “lenda intocável”

Paul McCartney inventou o rock alternativo, diz o jornalista inglês Peter Doggett numa passagem de “Paul McCartney: Homem em Fuga”. Laureado com o Oscar por “A Um Passo do Estrelato” (2013), sobre a relação das cantoras de apoio, as backing vocals, e seus patrões famosos e multimilionários, Morgan Neville extrai do ex-beatle inconfidências e causos com toda a serenidade, atributo que partilha com o octogenário McCartney.

Por que o Disney+ fez você torcer pelo “predador” desta vez (e sentir culpa junto) até o último minuto Divulgação / 20th Century Studios

Por que o Disney+ fez você torcer pelo “predador” desta vez (e sentir culpa junto) até o último minuto

Progresso e atraso são variáveis de uma mesma equação em “Predador: Terras Selvagens”, uma análise bastante original sobre o porquê de nosso atoleiro. Dan Trachtenberg sustenta uma versão inovadora das histórias da franquia mexendo na estrutura de como duas espécies distintas partilham um ecossistema ameaçado e o que advém dessa delicada interação, passagens com cadência e humor.