Autor: Edson Aran

O melhor livro brasileiro de 2018

O melhor livro brasileiro de 2018

Aristófanes e Sócrates entram num bar. Quer dizer, numa cela. Sim, é uma piada, mas você ainda não conhece, presta atenção. Esse é o plot do livro brasileiro mais inusitado do ano. Nelson Moraes, o popular “almirante” (ou “ao mirante”, dependendo do dia) junta o fundador da filosofia ocidental a um dos inventores da sátira. Juntos, os dois têm de descobrir quem é o serial killer que está à solta em Atenas matando filósofos.

Os 10 melhores episódios do Monty Python Flying Circus para ver na Netflix

Os 10 melhores episódios do Monty Python Flying Circus para ver na Netflix

O tempo passa e o “Monty Python” continua sendo o grupo mais subversivo da história do humor. Agora todos os 45 episódios do “Monty Python Flying Circus”, que foram ao ar pela BBC entre 1969 e 1974, estão disponibilizados pela Netflix. O República dos Bananas recomenda que você veja todos. Mas como o tempo é curto, a vida é breve e a cerveja é sagrada, nós separamos os dez melhores episódios para você ir direto ao que importa.

Os sete livros que mudaram a minha vida

O desafio de escrever uma lista com os livros que mais o influenciaram causa um problema: ele desperta o Ego, aquele pequeno argentino que vive dentro de cada um de nós. “Coloca ‘Ulysses’, de James Joyce!”, sugere o Ego. “Não se esqueça dos russos e acrescente ‘Dom Quixote’ só pra esnobar!” Mas foram esses os livros realmente importantes que li e que me motivaram a escrever? Ainda me lembro muito bem do príncipe Pierre perdido no meio da guerra, indeciso entre a admiração por Napoleão e o dever de defender a Mãe Rússia, mas não foi ele quem me inspirou a fazer livros.

Uma saga de pobreza e infelicidade

Uma saga de pobreza e infelicidade

Nos éramos muito pobres. Papai teve que vender três de nós para experiências genéticas. Meus irmãos se deram bem e foram viver em algum laboratório chique. Infelizmente, ninguém quis me comprar, mas os vizinhos da casa ao lado aceitaram me alugar por um tempo. O cachorro deles tinha morrido. Eu passava as noites latindo no quintal para afastar ladrões. Aqueles foram dias felizes. Os vizinhos também eram muito pobres e, por isso, os ladrões iam roubar outros vizinhos. De vez em quando, eu tomava um osso dos vira-latas da rua e levava para mamãe fazer sopa.

Onde eu estava em 11 de setembro de 2001 11 de setembro

Onde eu estava em 11 de setembro de 2001

Eu, Abdullah Falafel, o Taxista, filho de Ali Tabuleh, o Ferreiro, e neto de Habib Gamal, o Seviciador de Camelos, estava dentro do meu táxi, em Nova York. O carro pertencia a Ibrahim Husayin, o Dono da Frota de Táxis, que Alá o proteja, que me pagava três dólares por mês, e tinha me conseguido o Green Card falso e mais a carta de motorista igualmente falsa em nome de Panjuba Palindromobash, o Indiano. Na Nova Babilônia éramos todos iguais: indianos, paquistaneses, mexicanos e, credo, até argentinos.