O filme da Netflix com fama de ser um dos mais perturbadores já feitos — e dá pra entender em minutos
Impulsionado pelo ano em que múltiplas adaptações de King chegaram ao cinema, o texto aponta “1922” como a mais competente em capturar o sentimento kinguiano. Entre milharais ensolarados e um cenário distópico, a crítica destaca a fotografia de Ben Richardson e a força do elenco liderado por Thomas Jane. O foco recai na culpa que devora Wilfred, na metáfora dos ratos e no caminho até um terror psicológico raro, com ecos de “Crime e Castigo” e “O Iluminado”.







