O “date movie” mais proibido da Netflix: você vai rir, travar e pensar “meu Deus”
O texto lê “Amores Canibais” como uma distopia que volta e meia reaparece no cinema para falar de sobrevivência e solidão. Ana Lily Amirpour arma um Texas de areia e antropofagia e acompanha Arlen, figura de desespero e fé, numa trajetória marcada por desconforto, repulsa e tédio. A análise ressalta a entrada de Miami Man como peça que justifica o amor do título, com Jason Momoa descrito como “surpreendentemente intenso”, e destaca a trilha de Andrea von Foerster, que ressuscita clássicos pop.







