O filme mais bonito da Netflix — e o mais difícil de esquecer
A crítica acompanha como a aparente calma de “Aftersun” revela, aos poucos, a melancolia de Calum diante da filha Sophie, em férias modestas na Turquia. Charlotte Wells, que perdeu o pai aos dezesseis, mistura dor e esperança para narrar gente comum com poesia e técnica. Entre hotel, parque aquático e fliperama, Paul Mescal e Frankie Corio alternam ternura e mágoa. A fotografia de Gregory Oke reforça a aura onírica e a memória adulta que insiste em voltar duas décadas no tempo.







