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Finalista brasileiro na disputa ao Oscar 2026, ficção científica com Rodrigo Santoro chega à Netflix Divulgação / Vitrine Filmes

Finalista brasileiro na disputa ao Oscar 2026, ficção científica com Rodrigo Santoro chega à Netflix

“O Último Azul” é daqueles filmes que começam com uma regra injusta e passam o resto do tempo observando o que uma pessoa comum faz quando decide não obedecer. Dirigido por Gabriel Mascaro, o longa acompanha Tereza (Denise Weinberg), uma mulher de 77 anos que recebe a ordem oficial para deixar sua casa e se mudar para uma colônia destinada a idosos, criada pelo governo como parte de um plano de reorganização social.

Rodrigo Santoro em um filme da Netflix que transforma envelhecer em ordem de despejo Divulgação / Vitrine Filmes

Rodrigo Santoro em um filme da Netflix que transforma envelhecer em ordem de despejo

Quando o valor de um indivíduo é determinado pela riqueza que pode gerar, toma forma uma cadeia de preconceitos que minam a dignidade e cerceiam as garantias legais de cidadãos como outros quaisquer, e então a barbárie põe-se à espreita. Essa é a ideia que Gabriel Mascaro sustenta em “O Último Azul”, contando com a imaginação do público.

Joel Edgerton em uma das atuações favoritas ao Oscar 2026, na Netflix Divulgação / Black Bear

Joel Edgerton em uma das atuações favoritas ao Oscar 2026, na Netflix

“Sonhos de Trem” acompanha Robert Grainer (Joel Edgerton), um trabalhador braçal que cruza o oeste americano do início do século 20 aceitando serviços temporários enquanto tenta continuar vivendo depois de uma perda profunda. Clint Bentley filma essa trajetória sem pressa e sem enfeites, interessado menos no épico da expansão territorial e mais no esforço diário de alguém que precisa funcionar mesmo quando tudo desmoronou fora do horário de trabalho.

A obra-prima genial de Alex Garland, na Netflix, que diz mais sobre nosso mundo de hoje do que gostaríamos de admitir Divulgação / A24

A obra-prima genial de Alex Garland, na Netflix, que diz mais sobre nosso mundo de hoje do que gostaríamos de admitir

“Guerra Civil” (2024), dirigido por Alex Garland, acompanha um grupo de jornalistas que atravessa os Estados Unidos em colapso enquanto uma guerra interna avança sem explicações didáticas. A história segue Lee (Kirsten Dunst), fotógrafa veterana que já viu violência demais para romantizar o ofício; Joel (Wagner Moura), repórter impulsivo, falante e constantemente à beira do erro; Jessie (Cailee Spaeny), jovem fotógrafa que entra na estrada movida mais por urgência do que por preparo; e Sammy (Stephen McKinley Henderson), jornalista experiente que entende que sobreviver também é parte do trabalho.