Netflix tem um romance baseado em D. H. Lawrence que é bonito, incômodo e impossível de ignorar
Entre a Inglaterra conservadora do pós-Primeira Guerra e a herdade sombria de Wragby, o ensaio acompanha Constance Reid, presa a Clifford, e sua aproximação de Oliver Mellors. A adaptação de Laure de Clermont-Tonnerre, a partir de D. H. Lawrence, é lida como romance e como reflexão sobre o ódio que sufoca em silêncio. O texto destaca a atuação de Emma Corrin, o contrapeso de Jack O’Connell, a fotografia de Benoît Delhomme e o desfecho melancólico e solar de “O Amante de Lady Chatterley”.







