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A vida de William S. Burroughs pelo olhar delicado e passional de Luca Guadagnino, na Netflix Divulgação / FremantleMedia North America

A vida de William S. Burroughs pelo olhar delicado e passional de Luca Guadagnino, na Netflix

“Queer”, dirigido por Luca Guadagnino, acompanha Lee, personagem de Daniel Craig, um ex-militar americano que tenta reorganizar a própria vida na Cidade do México dos anos 1950 depois de ser dispensado da Marinha. Vivendo com o auxílio do GI Bill, ele circula entre bares, pensões e mesas ocupadas por estudantes e outros expatriados que, como ele, sobrevivem de trabalhos temporários e de um passado que ainda pesa.

Deliciosa adaptação moderna de “Orgulho e Preconceito“, de Jane Austen, que rendeu indicação ao Oscar para Renée Zellweger, na Netflix

Deliciosa adaptação moderna de “Orgulho e Preconceito“, de Jane Austen, que rendeu indicação ao Oscar para Renée Zellweger, na Netflix

Em “O Diário de Bridget Jones”, dirigido por Sharon Maguire, Renée Zellweger vive Bridget Jones, que se vê dividida entre o chefe Daniel Cleaver, interpretado por Hugh Grant, e o advogado Mark Darcy, vivido por Colin Firth, enquanto tenta reorganizar a própria vida por meio de um diário que começa como promessa de controle e vira campo de batalha emocional.

Hannah Arendt e a banalidade do mal: o duelo silencioso que a Netflix esconde no catálogo Divulgação / MGM

Hannah Arendt e a banalidade do mal: o duelo silencioso que a Netflix esconde no catálogo

“Operação Final” parte das ideias de Hannah Arendt sobre a banalidade do mal e acompanha a caçada a Adolf Eichmann após sua fuga para a Argentina. Peter Zvi Malkin lidera a operação, enfrenta um plano incerto e carrega flashbacks que atravessam a missão. O filme também inclui um trecho em um cinema que exibe “Imitação da Vida”, ligando racismo e perseguição a um presente ainda contaminado. Com Eichmann mantido em endereço secreto, a trama se concentra no impasse burocrático e na recusa em assinar um documento.

A história real na Netflix que parece meme… até ficar sinistra: divide o público — e viraliza Divulgação / Netflix

A história real na Netflix que parece meme… até ficar sinistra: divide o público — e viraliza

“A Mulher mais Odiada dos Estados Unidos” acompanha Madalyn Murray O’Hair, militante antirreligiosa que transforma indignação escolar em cruzada judicial contra preces e menções a Deus. A cinebiografia de Tommy O’Haver destaca o carisma e os defeitos da ativista, além do faro para negócios que alimenta doações para a American Atheists e remessas a paraísos fiscais. O tom farsesco ganha força após o rapto de 1995 e a reação da polícia, até o desfecho que expõe a barbárie.

O filme de sobrevivência baseado em uma história real que marcou uma geração está de saída da Netflix Divulgação / Paramount Vantage

O filme de sobrevivência baseado em uma história real que marcou uma geração está de saída da Netflix

O texto parte da pergunta sobre por que certos gênios buscam a solidão para apresentar Christopher Johnson McCandless, que abandona conforto, família e destino previsível em nome de liberdade. A trajetória, registrada em “Na Natureza Selvagem” e ligada ao livro-reportagem de Jon Krakauer, passa por doações, rupturas e uma estrada marcada por risco real. Sean Penn dá atenção também aos que ficam, como Walt e Billie, e aos encontros que moldam Alexander Supertramp até a chegada ao limite.