Os 4 livros que Virginia Woolf carregava na bolsa
Virginia Woolf levava livros na bolsa não como quem carrega histórias, mas como quem transporta perguntas. Não eram volumes para consulta, mas presenças. Vozes que exigiam releitura, confronto, demora. Alguns lhe ofereciam precisão, outros pausa. O que eles tinham em comum não era o gênero, o país ou a época, mas o modo como tensionavam a experiência. Austen, Chekhov, Thoreau, Tolstói. Autores que não explicavam o mundo, mas que o faziam vibrar em camadas. Os livros que Woolf escolhia mantinham seus silêncios vivos mesmo fora da página.