5 filmes de pura ação na Netflix para deixar seu dia mais divertido Divulgação / Lionsgate

5 filmes de pura ação na Netflix para deixar seu dia mais divertido

A ação, quando bem conduzida, não se resume apenas a explosões ou perseguições alucinantes; ela é um recurso narrativo que coloca personagens em situações-limite, testando sua coragem, lealdade e até mesmo sua capacidade de sobrevivência. Algumas produções disponíveis na Netflix têm mostrado que esse gênero pode oferecer não só entretenimento imediato, mas também reflexões sobre poder, identidade e escolhas morais.

Comédia romântica francesa estreia na Netflix e lidera audiência global Emmanuel Guimier / Netflix

Comédia romântica francesa estreia na Netflix e lidera audiência global

Comédia romântica precisa de objetivos claros e relógio dramático visível. Quando um protagonista famoso tenta controlar a própria imagem e a parceira rejeita esse teatro, a narrativa ganha causa e efeito concretos. A diretora conduz o conflito sem recorrer a truques que desviem o foco da história. Em vez de declarar sentimentos, faz as ações reordenarem prioridades, comprimirem margens e elevarem riscos.

Poesia e dureza: filme com Barry Keoghan no Mubi é realismo fantástico arrebatador Divulgação / BBC Films

Poesia e dureza: filme com Barry Keoghan no Mubi é realismo fantástico arrebatador

Andrea Arnold é uma cineasta britânica experiente, vencedora do Oscar pelo curta-metragem “Wasp” e diretora de filmes conhecidos, como “O Morro dos Ventos Uivantes” (2011), “Fish Tank” (2009) e “American Honey” (2016). Seus enredos costumam abordar jovens marginalizados, famílias disfuncionais, crianças e adolescentes em ambientes de instabilidade financeira e emocional. São personagens que vivem em espaços degradados, em relações familiares complexas, marcadas pela precariedade e pela necessidade de resiliência.

A aristocracia do nada: Paulo Emílio e a ficção paulista

A aristocracia do nada: Paulo Emílio e a ficção paulista

Em 1977, surgiu um livro inesperado na cena literária brasileira. A narrativa era um bicho estranho, porém familiar, para seus primeiros leitores. Estranho porque parecia deslocado na trajetória do mais renomado crítico e pensador do cinema nacional. O tom familiar vinha de sua escrita, ainda que inédita na ficção, que carregava o mesmo rigor analítico e a mesma ironia de seus ensaios sobre cinema e sociedade.