Autor: Giancarlo Galdino

Desligue o cérebro e puxe o gatilho, filme de ação na Netflix é um dos mais vistos do mundo na atualidade

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“O Atirador: O Extermínio Final” é o sétimo de uma série de oito filmes sobre a força de um ideal, que acaba por degringolar numa cornucópia de sentimentos confusos, paixões sem amor e, por fim, uma vingança cruenta. No filme de Claudio Fäh, Brandon Beckett, o atirador de elite interpretado por Chad Michael Collins, segue exercendo um dos ofícios mais ingratos da Terra, tentando manter-se vivo em praças que lhe são declaradamente hostis, ganhando para isso muito mais que um módico salário.

O filme subestimado com Keanu Reaves, na Netflix, que, definitivamente, vale a pena assistir

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Pontuando sua narrativa com alguns dos inestimáveis mistérios do Japão feudal, “47 Ronins” desdobra tramas que parecem subjugadas para sempre à tirania invencível do passar do tempo, fulcrais para que se compreenda a história mesma do país daquela época e no que seu influiu para que chegasse ao século 21 como uma das nações mais desenvolvidas do planeta. Carl Rinsch consegue tirar bom proveito de um enredo de domínio público, mas que não sói agradar sempre.

O filme argentino mais esperado de 2023 acaba de estrear na Netflix e vai te intrigar por 110 minutos Divulgação / Netflix

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Na esteira de um debute estrepitoso no Festival Internacional de Cinema de Toronto, o TIFF, no Canadá, e depois de causar ainda mais rebuliço na premiação de San Sebastián, na Espanha, “O Suplente”, de Diego Lerman, foi seguindo uma trajetória constante de um encantamento reflexivo ao capturar o espírito do tempo, de implacável crítica às perenes desigualdades sociais, mantendo a excelência, o pluralismo, a genialidade dos filmes argentinos.

Ignorado pela crítica e amado pelo público, suspense com Tom Hanks, na Netflix, vai te deixar sem fôlego Divulgação / Columbia Pictures

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Passados três anos da estreia de “O Código Da Vinci” (2006), a coleção de diatribes heréticas embaladas em marketing grosseiro assinadas por Brown que Howard conseguira transformar num dos maiores campeões de bilheteria da década, o diretor torna a mirar as obsessões do escritor — de quem também extraiu material para “Inferno” (2016). Em “Anjos e Demônios”, o diretor conduz o roteiro de David Koepp e Akiva Goldsman, a uma crítica tépida a algumas preferências do clérigo católico.