Você vai pelo visual… e sai impactado: o épico da Netflix que vira aula de história sem ser chato
Partindo de uma meditação sobre o tempo e o apagamento dos injustiçados, o texto aproxima História, solidão e rebeldia para entrar em “Pompeia”. A crítica destaca Milo, celta escravizado, e a abertura com Plínio, o Jovem, como moldura para a revolta e o cativeiro no Império Romano. Aponta imagens de lirismo sombrio, compara uma cena a Lars von Trier e, no fim, elogia a arena entre Milo e Atticus, ao mesmo tempo em que lamenta o desastre relegado.







