Um dos melhores sci-fis deste século chegou à Netflix — e Scarlett Johansson está no centro de tudo
O texto analisa como o filme de Rupert Sanders, lançado em 2017, sacode o cinema de ação ao apostar no apuro visual e na computação gráfica. Ao mesmo tempo, discute os limites dessa releitura de um mangá que virou anime e depois longa, além de apontar escolhas que aproximam a história de um heroísmo “à americana”. A trajetória da Major Mira, o papel das Indústrias Hanka e o debate em torno de Scarlett Johansson entram como chaves para entender as tensões do projeto.






