Nicolas Cage dirigiu só uma vez — e escolheu a história mais desconfortável possível (Prime Video)
Romper de uma vez por todas com esse ciclo implica conhecer-se e abandonar a alma velha que nos condena, um gesto de legítima bravura. Isso é o que pretende o personagem-título de “Sonny, O Amante”, sem saber que, além de uma inimiga declarada, seu maior adversário é ele mesmo. Nicolas Cage leva seu primeiro e único trabalho na direção com claro esmero e perfeccionismo, expondo nos personagens criados por John Carlen (1945–2009) a essência humana que a fealdade de sua rotina esconde.






