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Você termina esse filme do Prime Video e fica olhando pra tela sem saber o que sentir Divulgação / A2 Filmes

Você termina esse filme do Prime Video e fica olhando pra tela sem saber o que sentir

A morte está sempre à espreita em “Minha Irmã”, porém o drama das suíças Stéphanie Chuat e Véronique Reymond trata mesmo é de vida, que, sabemos todos, não é sempre bela. O texto, das diretoras, mede bem o grau de pesar e prazer em cada cena, conseguindo que o público se emocione, vá às lágrimas, ria, pense, e tem por pano de fundo uma questão nada romântica, que também faz parte das famílias. Mas não de todas elas.

Ficção científica na Netflix mistura política e suspense e te prende do primeiro ao último minuto Divulgação / LD Entertainment

Ficção científica na Netflix mistura política e suspense e te prende do primeiro ao último minuto

“Estação Espacial Internacional” poderia ser apenas mais um suspense claustrofóbico em cenário fechado, mas demonstra competência justamente na forma direta com que transforma política global em conflito íntimo. A premissa é simples e eficiente: enquanto a Terra mergulha em uma crise geopolítica, astronautas americanos e russos recebem ordens incompatíveis para assumir o controle da estação.

Suspense na Netflix te cola no sofá e só te solta no último segundo Barry Wetcher / Summit Entertainment

Suspense na Netflix te cola no sofá e só te solta no último segundo

O texto lê “Truque de Mestre” (2013), de Louis Leterrier, como a abertura de uma trilogia em que a magia é elemento indispensável e método narrativo. Um grupo de criminosos surge como agente de transformações que flertam com justiça social, ainda que o mundo ao redor se esfacele em ruína moral. A análise destaca a apresentação dos quatro, o respiro cômico que empurra o filme ao suspense, o duelo de Morgan Freeman e Michael Caine em Las Vegas e a dupla investigativa de Mark Ruffalo e Mélanie Laurent.

Santo remédio pro mau humor: comédia romântica da Netflix melhora o fim de semana na hora Divulgação / Netflix

Santo remédio pro mau humor: comédia romântica da Netflix melhora o fim de semana na hora

Em “Na Sua Casa ou na Minha?”, Aline Brosh McKenna tenta escapar da comédia romântica automática com diálogos mordazes e momentos de farsa, mas tropeça em soluções superficiais. O texto aponta um prólogo cansativo, reforçado por cards nostálgicos, antes de a narrativa saltar de 2003 para hoje, dividida entre Manhattan e Los Angeles. Ashton Kutcher vive um advogado influente; Reese Witherspoon, uma inspetora escolar. A amizade requentada, as subtramas e um desfecho à moda “Amor sem Escalas” fecham o percurso.