Era do prompt: a arte já era
A inteligência artificial popularizou a criação: pintar, escrever, compor e filmar viraram funções de software nas mãos de qualquer pessoa com um celular. A arte, antes associada a valor e exclusividade, enfrenta uma crise: o diferencial passa do talento ao domínio do prompt. À medida que imagens e textos se multiplicam, o extraordinário vira lugar comum, o público se desencanta e a cultura física da geração X perde chão numa mudança cultural que pode redefinir a autoria nos próximos anos.






