Autor: Fer Kalaoun

A atuação genial de Rose Byrne em suspense claustrofóbico que pouca gente viu Divulgação / A24

A atuação genial de Rose Byrne em suspense claustrofóbico que pouca gente viu

Se você acha que “Marty Supreme” foi o único filme de Benny Safdie a aparecer na corrida do Oscar, ledo engano. “Se Eu Tivesse Pernas Te Chutaria” também circulou com força na temporada de premiações. O suspense psicológico que levou Rose Byrne a um de seus papéis mais dramáticos e complexos, rendendo indicação ao Oscar de Melhor Atriz, tem produção de Safdie em parceria com a produtora A24, além de outros nomes ligados ao cinema independente contemporâneo.

Philip Seymour Hoffman, Viola Davis, Amy Adams e Meryl Streep: elenco estelar em suspense genial na Netflix Divulgação / Miramax

Philip Seymour Hoffman, Viola Davis, Amy Adams e Meryl Streep: elenco estelar em suspense genial na Netflix

Em ambientes onde autoridade e fé caminham juntas, basta uma suspeita para transformar silêncio em tensão e colocar reputações inteiras em risco. Em “Dúvida”, drama dirigido por John Patrick Shanley, a história acompanha um conflito delicado que nasce dentro de uma escola católica do Bronx, em 1964, e cresce até virar um duelo silencioso entre duas visões de mundo muito diferentes.

Uma das adaptações de Jane Austen mais amadas de todos os tempos, agora no Prime Video Divulgação / BBC

Uma das adaptações de Jane Austen mais amadas de todos os tempos, agora no Prime Video

Antes do enorme sucesso da versão de Joe Wright de “Orgulho e Preconceito”, Andrew Davies e Simon Langton já haviam levado o romance de Jane Austen às telas numa adaptação que se tornou um fenômeno cultural. Exibida pela BBC, a minissérie “Orgulho e Preconceito”, alcançou cerca de 10 milhões de espectadores por episódio no Reino Unido e conquistou uma geração ao dar corpo e forma a um dos casais mais icônicos da literatura: Elizabeth Bennet e Mr. Darcy.

Cineasta proibido de filmar pelo governo fez um filme genial e agora está indicado ao Oscar 2026 Divulgação / Bidibul Productions

Cineasta proibido de filmar pelo governo fez um filme genial e agora está indicado ao Oscar 2026

Há quem prefira o cinema comercial, os efeitos de CGI grandiosos, as produções milionárias e elencos estelares. Tudo bem. Mas o próprio cinema já provou inúmeras vezes que quantidade de dinheiro não é sinônimo de qualidade artística. O que não falta é superprodução hollywoodiana repetitiva, vazia de simbolismo, reciclando fórmulas cansativas. Dinheiro compra escala. Não compra visão.