Autor: Amanda Silva

Os 5 livros que James Joyce acreditava que todos deveriam ler

Os 5 livros que James Joyce acreditava que todos deveriam ler

James Joyce não se fez em isolamento. Sua leitura era obsessiva, feita com a intensidade de quem buscava na palavra alheia um território para testar a própria voz. Entre tantas páginas, algumas presenças se destacam: Dante, Shakespeare, Homero, Sterne e Montaigne. Cada um forneceu mais do que referências; ofereceu estruturas mentais, modos de construir e desfazer a linguagem, maneiras de pensar o humano que atravessam a obra do irlandês. permanece desafiadora.

5 músicas que viraram hit por memes, não por rádio ou streaming

5 músicas que viraram hit por memes, não por rádio ou streaming

Na cultura pop brasileira, alguns hits não nascem de rádios ou playlists, mas de vídeos curtos, brincadeiras e bordões. Quando um refrão simples encontra um gesto replicável, a internet cria desafios, dublagens e remixes que atravessam bairros, idades e bolhas. O percurso começa no WhatsApp, passa por TikTok, Reels e Shorts, e só depois pousa em catálogos oficiais. Nesta seleção, mapeamos casos em que o público foi produtor e programador, provando que o uso social do som decide o que explode, mesmo longe das estratégias tradicionais. Aqui está o retrato.

Na Netflix, Johnny Depp e Benicio del Toro reprogramam sua mente em 2 horas Divulgação / Universal Pictures

Na Netflix, Johnny Depp e Benicio del Toro reprogramam sua mente em 2 horas

Las Vegas não pede licença. Brilha forte, cheira a tapete gasto, repete promessas no tilintar metálico das máquinas. Em 1971, um repórter cruza o deserto com a tarefa de registrar um rali. Ao chegar, encontra um palco maior que o evento. O que deveria ser cobertura esportiva se converte em diário de percepção. “Medo e Delírio”, filmado por Terry Gilliam em 1998 a partir do livro de Hunter S. Thompson, registra essa troca de foco sem pedir desculpas. A reportagem abandona o corrimão, a câmera acolhe a vertigem e o método passa a ser a própria notícia.

4 filmes na Netflix que são um tapa na cara e um despertar para a vida Divulgação / Warner Bros. Entertainment

4 filmes na Netflix que são um tapa na cara e um despertar para a vida

Há filmes que vão muito além do entretenimento: eles surgem como um verdadeiro choque de realidade, um “tapa na cara” que acorda o espectador para verdades incômodas, mas necessárias. Em um mundo cheio de distrações e narrativas anestesiadas, algumas obras têm a coragem de nos confrontar com questões profundas sobre propósito, resiliência e a importância de manter-se fiel a quem realmente somos. A curadoria de hoje reúne filmes disponíveis na Netflix que vão além da superfície.

Última chance de ver na Netflix o filme que prova: o amor pode, sim, fazer milagres Liam Daniel / Universal Pictures

Última chance de ver na Netflix o filme que prova: o amor pode, sim, fazer milagres

Baseado no livro “Travelling to Infinity: My Life with Stephen”, “A Teoria de Tudo”, dirigido por James Marsh, transforma o que poderia ser uma biografia didática em um retrato íntimo e honesto sobre convivência, persistência e escolha. Mais do que explicar fórmulas ou engrandecer feitos científicos, o longa se sustenta naquilo que é mais difícil de dramatizar: o cotidiano entre a genialidade e a limitação. Com atuações contundentes de Eddie Redmayne e Felicity Jones, o filme evita atalhos narrativos e constrói, com sobriedade, um testemunho respeitoso da vida de Stephen Hawking e de sua primeira esposa, Jane.