Autor: Ademir Luiz

15 livros para ler com uma mão só

15 livros para ler com uma mão só

Os leitores Nutella desse mundo tomado por obras insossos como “50 Tons de Cinza”, “Codinome Lady V”, “Deep” ou “O Executivo Tatuado” são pudicos que pensam ser libertinos. Como diria o grande mestre Cumpadi Washington: “sabem de nada, inocentes”. Na verdade, a literatura erótica possui uma tradição secular, até milenar. Inclui verdadeiras obras-primas estéticas, algumas caminham no limite tênue entre o grotesco e o sublime.

Se Olavo de Carvalho está certo, Mano Brown também está

Olavo de Carvalho deu um nó tático em seus adversários. Mesmo vivendo fora do país, soube ler o Brasil enquanto todos estavam ocupados em defender seus políticos de estimação. Foi tratado como piada pela elite intelectual brasileira durante décadas. Os mesmos que agora estão desesperados diante do crescimento de sua influência.

Paulo Coelho, um professor na escola de Harry Potter

Se antes ser pego lendo Paulo Coelho pegava mal, agora é cult. Curiosamente, os novos admiradores de Paulo Coelho adotaram o mesmo discurso de defesa que o próprio Mago apresenta desde a década de 1980: quem não gosta de seus livros é pedante e tem inveja de seu sucesso internacional, despeito por ele ser lido e festejado por intelectuais como Madonna e Bill Clinton. Simples assim. Não concebem que um crítico possa desaprovar os livros por motivos meramente técnicos e estéticos.

A história por trás do melhor filme de todos os tempos

A história por trás do melhor filme de todos os tempos

“O Nascimento de Uma Nação” já foi o melhor filme de todos os tempos. “O Encouraçado Potemkin” e “As Vinhas da Ira” também tiveram a honra. Desde 1971, com a eleição internacional realizada pela revista inglesa “Sight And Sound”, a coroa pertence a “Cidadão Kane”. Quase não há vozes dissonantes. Em todo caso, concordar ou não com esse diagnóstico não é relevante, diante da constatação inequívoca da grandeza do filme.

Gilberto Freyre, o inimigo do politicamente correto

Gilberto Freyre, o inimigo do politicamente correto

Gustavo Mesquita, doutor em História pela USP, venceu o 6º Concurso de Ensaios sobre Gilberto Freyre com o trabalho “Gilberto Freyre e o Estado Novo: Região, Nação e Modernidade”, publicado pela Editora Global. Nesta entrevista ele explica o apelido “vitoriano dos trópicos” dado a Freyre e sua relação com figuras como Getúlio Vargas, Florestan Fernandes e Oscar Niemeyer.