Autor: Ademir Luiz

Ética do Livro: aprenda a emprestar e pegar livros emprestados com esses 13 mandamentos

Ética do Livro: aprenda a emprestar e pegar livros emprestados com esses 13 mandamentos

Emprestar um livro é, antes de tudo, um ato de desprendimento. Quem empresta uma obra literária, um volume de filosofia ou técnico, uma peça ou um ensaio de divulgação científica está ajudando a difundir o conhecimento ou ao menos divertindo alguém. Existe algo de nobre até mesmo em emprestar o mais lamentável dos best-sellers de fórmula. Contudo, nem sempre a recíproca é verdadeira. Muitas vezes quem pega emprestado não respeita o voto de confiança que recebeu. É extremamente comum que livros emprestados não retornem ou, o que pode ser até pior, retornem deformados. De emprestado para imprestável.

A distopia tragicômica de um Brasil imbrochável

A distopia tragicômica de um Brasil imbrochável

O problema de toda distopia é que ela sempre será a utopia de alguém. Muitas pessoas não estão preparadas para discutir isso. É compreensível, considerando que esse tipo de assunto pode abalar estruturas emocionais e intelectuais construídas ao longo de anos ou mesmo décadas. Revelam que não somos tão empáticos quanto pensamos que somos ou gostamos de vender que somos. A melhor forma de ilustrar essa situação inconveniente é partindo de exemplos extremos.

Manual de sobrevivência do Poderoso Chefão para a política brasileira Divulgação / Paramount Pictures

Manual de sobrevivência do Poderoso Chefão para a política brasileira

A trilogia “O Poderoso Chefão” é uma espécie de cabala pop pós-moderna, com Marlon Brando e Al Pacino no lugar da Madonna. Basta saber perguntar e, mais importante, saber absorver as respostas nas linhas e entrelinhas dos diálogos trocados entre os membros da família Corleone, seus agregados, aliados, amigos e inimigos. Tal fonte de sabedoria universal pode ajudar a compreender o conturbado atual cenário político brasileiro.

20 livros para morrer antes de ler

20 livros para morrer antes de ler

A existência humana é um paradoxo. É longa suficiente para ouvir várias vezes as dezoito horas de música magistral do ciclo operístico “O Anel de Nibelungos”, de Wagner, mas curta demais para ler inteira a série de livros “Guerra dos Tronos”. Portanto, para te ajudar a não desperdiçar sua existência, a Revista Bula apresenta uma lista de obras literárias para morrer antes de ler.

50 frases de Gabriel García Márquez para colar na parede

50 frases de Gabriel García Márquez para colar na parede

Em um dos muitos episódios fantásticos do romance “Cem Anos de Solidão”, do escritor colombiano Gabriel García Márquez, as pessoas esqueceram o nome das coisas e, para lembrarem, colaram bilhetinhos com esses nomes nos objetos, nas plantas, nos animais, nas pessoas, em tudo. Ainda não aconteceu esse curioso fenômeno em nosso mundo, mas a ideia dos bilhetinhos é boa.