Autor: Ademir Luiz

21 filmes que de tão ruins são bons

21 filmes que de tão ruins são bons

Alguns filmes são inapelavelmente desastrosos, como o besteirol de ficção científica da Cientologia “A Reconquista” e o desanimado filme erótico de Sylvester Stallone “O Garanhão Italiano”. Para esses não há salvação. Por outro lado, existem filmes que num primeiro olhar parecem obras menores, mas basta assistir com alguma atenção para perceber que são pequenas pérolas. “Jogos Mortais”, “Tuff Turf”, “Porky’s” e “Um Drink no Inferno” são alguns exemplos. Numa categoria mais sutil estão os filmes que de tão toscos, excêntricos e exagerados conseguem dar a volta completa no espectro de gradação e ficam bons, ou, no mínimo, curiosos.

21 novelas que você não precisa se envergonhar de ter acompanhado

21 novelas que você não precisa se envergonhar de ter acompanhado

Você assiste a novelas? Não, não vou escrever que não precisa ter vergonha. Muitas vezes precisa sim. Mas nem sempre. Algumas novelas são verdadeiras pérolas de originalidade, graça e talento. Algumas são tão divertidas que mesmo não sendo nenhum primor dramatúrgico vale o funil de vida que representam. E, se você não tiver nada melhor para fazer, podem ser revistas em DVD, no YouTube e no “Vale a pena ver de novo”. Abaixo, uma lista de 21 novelas que você não precisa dizer que viu porque estava passando pelo quarto da empregada.

Por que Xuxa deve receber um doutorado honoris causa

Por que Xuxa deve receber um doutorado honoris causa

Para os detratores de Xuxa é inconcebível que uma mulher que atuou despida ao lado de uma criança e foi precursora das Maria Chuteiras, seja entronizada como “Rainha dos Baixinhos”. Mas sua trajetória pode ser interpretada como a de uma pioneira das modernas demandas femininas. Xuxa foi a principal pedagoga do Brasil, uma das responsáveis pela integração da disciplina Libras nos currículos das licenciaturas.

Pecados, demônios e tentações em Chaves

Pecados, demônios e tentações em Chaves

O ator, escritor e diretor mexicano Roberto Gómez Bolaños, morto em 2014, apelidado, num exagero quase perdoável, de Chespirito, ou “Pequeno Shakespeare” à mexicana. Ele é o criador de uma das mais sutis, brilhantes e temíveis representações do inferno em qualquer das artes: o seriado “Chaves”. Se, conforme ensinou Baudelaire, “a maior artimanha do demônio é convencer-nos de que ele não existe”, podemos concluir que esse mesmo demônio não iria apresentar seus domínios por meio de estereótipos: escuridão, chamas, tridentes, lava. Em “Chaves”, verdadeiramente, “o inferno são os outros”.