Autor: Fernando Machado

Jake Gyllenhaal e Anne Hathaway em um dos romances mais incríveis e menos clichês do cinema — na Netflix Divulgação / Twentieth Century Fox

Jake Gyllenhaal e Anne Hathaway em um dos romances mais incríveis e menos clichês do cinema — na Netflix

Havia, na superfície reluzente das campanhas publicitárias de “Amor e Outras Drogas”, a promessa de mais uma comédia romântica esquecível — dessas embaladas por beijos sincronizados ao pôr do sol e diálogos afiados o suficiente para sustentar uma tarde morna. Mas o filme, em sua essência menos previsível, atravessa essa camada promocional com a precisão de quem sabe que o verdadeiro drama raramente vem com trilha sonora otimista.

7 livros que parecem ter sido escritos para curar algo que você ainda não sabe que dói

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Há livros que não explicam, nem curam, mas reconhecem. Tocam regiões silenciosas da alma — aquelas onde a dor mora calada, sem forma definida. São histórias que não prometem salvação, mas oferecem presença: uma voz que sussurra junto, um personagem que sente o que nunca dissemos. Quando a literatura encontra essa fresta, não ensina — respira. E ao respirar, abre espaço. Nesses encontros, não é raro que algo em nós se desfaça sem alarde: um nó antigo, uma rigidez esquecida, uma ausência. Alguns livros não querem que a gente os entenda. Só querem que a gente se sinta menos sozinho.

5 livros que toda pessoa inteligente precisa ler

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É difícil medir inteligência apenas com fórmulas matemáticas ou testes de QI. Quem já se viu tentando montar um móvel sem manual ou argumentar com um tio no almoço de domingo sabe que inteligência vai muito além de números: envolve sensibilidade, intuição, empatia e, principalmente, repertório. E se há algo que molda o olhar de uma pessoa para o mundo, são os livros certos — não os mais vendidos ou os mais citados no LinkedIn, mas aqueles que desafiam, cutucam, incomodam.

6 livros que ninguém te indicou — mas que vão te encontrar no momento exato da sua vida

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Eles não aparecem nos destaques das livrarias, não viralizam nas redes, não têm capas reluzentes nem resenhas entusiasmadas nos jornais de domingo. Mas, quando chegam, desarmam. Porque há livros que não foram feitos para impressionar — foram escritos para tocar, em silêncio, a parte mais desabitada de quem lê. Não vêm com promessas nem atalhos, apenas com uma verdade branda, porém incontornável. São histórias que escutam, que compreendem antes de julgar, que permanecem mesmo depois da última página. Não foram indicados por ninguém, é verdade. Mas, quando chegam, chegam como se soubessem exatamente onde doía.

Últimos dias na Netflix: 120 minutos de risadas sem pausa — a comédia mais divertida que você vai ver hoje Divulgação / Universal Pictures

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Em “Irmãs”, a comédia dirigida por Jason Moore, Tina Fey e Amy Poehler brilham como duas irmãs de personalidades opostas que se reencontram após anos afastadas. Quando descobrem que seus pais decidiram vender a casa da família, as duas decidem dar uma última festa inesquecível, trazendo à tona lembranças, rivalidades e situações caóticas que refletem os desafios da maturidade. Com humor afiado e uma dose de melancolia.