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O filme de ação nº 1 da Netflix hoje tem Aaron Eckhart — e você termina elétrico Divulgação / Millennium Films

O filme de ação nº 1 da Netflix hoje tem Aaron Eckhart — e você termina elétrico

Nas primeiras horas, “Agente X: A Última Missão” recoloca Steve Vail como ex-agente da CIA reativado para enfrentar um extorsionista descrito como o pior com quem a agência já precisou lidar, e faz isso com a pasta de tarefas já aberta. Aaron Eckhart conduz esse retorno pelo trabalho direto, com um personagem que volta ao serviço sem intervalo longo, e a cobrança vem em horas curtas de descanso. Aos poucos, ele descobre a complexa teia de intrigas citada na sinopse, com agendas ocultas e alianças traiçoeiras para a organização. Correndo contra o tempo, ele precisa relembrar seus treinamentos para derrotar adversários e proteger a segurança nacional, com a pasta concentrando o volume de coisa para resolver em pouco tempo.

De hora em hora, Renny Harlin empilha blocos de ação que reduzem explicação e aumentam deslocamento, e o carro aparece como peça recorrente desse movimento. A corrida contra o tempo citada na sinopse empurra Steve Vail para decisões rápidas, e essa velocidade reduz as horas disponíveis para entender cada intriga quando ela surge. Isso cobra ajuste quando as alianças mudam, porque a trama segue em frente mesmo com dados ainda incompletos. Para o público, a conta vira atenção e energia, já que as trocas de parceria exigem acompanhamento sem pausa para retomar o que ficou para trás.

Mesa e relógio na mesa

À tarde, quando a sinopse diz que Steve Vail contará com ajuda de outros integrantes para tentar neutralizar a situação, Nina Dobrev entra como parte desse esforço coletivo, e a mesa de articulação vira referência para dividir tarefas e combinar passos. A ajuda não encurta o caminho; exige coordenação e cobra espera, porque agendas ocultas e alianças traiçoeiras atrapalham combinações simples e obrigam checagem antes de agir. O trabalho em conjunto pede alinhamento de prioridade, e isso consome tempo de coordenação, sem permitir que cada pessoa avance por conta própria.

Em poucas horas, o dado de que o destino da CIA está em risco puxa a história para a urgência de resposta, e o relógio passa a marcar o limite de cada escolha. O extorsionista trava a instituição e força respostas rápidas, e a trama mantém a extorsão como problema de operação, sem alongar explicações que tomariam tempo de deslocamento. A cobrança recai sobre Steve Vail, que precisa agir e lidar com intrigas e com instabilidade de alianças, pagando com horas e com margem de erro menor. A tentativa de neutralizar a situação entra como tarefa em etapas, e o relógio reforça que cada ajuste custa tempo e coordenação.

Porta, cama e estrada

Cedo, a “complexa teia de intrigas” citada na sinopse amplia o trabalho de Steve Vail, porque agendas ocultas e alianças traiçoeiras tornam cada passagem por uma porta um teste de confiança. Ele precisa checar o que sabe antes de avançar, e essa checagem cobra tempo, porque descobrir a teia não encerra o problema e acrescenta mais frentes de atenção. Ele gasta minutos confirmando quem ajuda e quem atrapalha, com menos horas para seguir direto e mais tempo preso em verificação. Para quem assiste, isso pede energia para acompanhar a troca de alianças sem perder o rumo da missão.

À noite, quando a sinopse afirma que Steve Vail precisará relembrar todos os treinamentos para derrotar seus adversários e proteger a segurança nacional, esse retorno ao treinamento entra como tarefa e consome energia. A cama vira referência de descanso adiado, porque reativação e corrida contra o tempo deixam pouco espaço para pausa longa. Harlin mantém o personagem preso a passos de ação e corta desvios, e isso cobra noites mais curtas, com menos folga para organizar as informações. O espectador sente essa exigência em tempo de atenção, porque a pressa encurta a margem para recompor o quadro das alianças.

Durante horas seguidas, a missão de neutralizar a situação e salvar a “organização mais importante da América” empurra Steve Vail para uma sequência de decisões em que proteger a segurança nacional vira execução, com a estrada como cenário genérico de avanço. A história mantém o risco ligado a resposta e deslocamento, sem depender de explicações fáceis, e isso cobra atenção para acompanhar cada ajuste de aliança enquanto a estrada segue. O fecho preserva esse movimento e encerra com Steve Vail na estrada.

Filme: Agente X: A Última Missão
Diretor: Renny Harlin
Ano: 2023
Gênero: Ação/Suspense
Avaliação: 7/10 1 1
★★★★★★★★★★