Autor: Edival Lourenço

O livro é o melhor amigo do homem

O livro é o melhor amigo do homem

Há livro que nos diverte. Há livro que nos ensina. Há livro que nos faz lembrar e há livro que nos faz esquecer de tudo. Há livro que nos tensiona, há livro que nos relaxa. Há livro que nos leva ao infinito, há livro que nos deixa de quatro no chão. Há livro que nos amplia e a há livro que nos coloca em nossa verdadeira dimensão. O livro acompanha você na saúde e na doença, na alegria e na tristeza, na fila do consultório e na viagem de avião, no tumulto da rua e no aconchego do lar, na fartura de amor e na indigência afetiva.

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O coração é um carro veloz, sem freio e sem volante

O coração é um carro veloz, sem freio e sem volante

Quem nunca praticou uma loucura arrastado pelo coração não sabe o que é viver intensa e perigosamente. E se você é o tipo de pessoa que lamenta ou mesmo se gaba de levar uma vida contida, os sentimentos sob controle, de trazer seu coração a rédeas curtas, que nunca deixa que suas pulsões sentimentais sobrepujam as ideias cerebrinas, espere só pra ver. Mais dias menos dias, a voz do coração que vem das profundezas do ser, feito uma força estranha que provoca terremotos e grita mais alto e sem que você se esforce será capaz de encenar os atos mais insanos para defender os territórios das paixões que você julgava que não tinha.

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A vida é muito curta para se pagar todas as dívidas

A vida é muito curta para se pagar todas as dívidas

É tanta dívida, que sobra pouco espaço para a vida plena. Parece uma maldição semântica: a palavra “vida” está contida em “dívida”. Para se viver com o mínimo de dignidade é preciso abstrair-se das dívidas. Se levarmos em conta que dívida não é uma coisa boa, não sobraria espaço para coisa boa na vida. Pois semanticamente a palavra “dívida” é maior que “vida”.

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55 pequenas coisas que podem mudar sua vida para melhor em 2016

55 pequenas coisas que podem mudar sua vida para melhor em 2016

A organização do tempo em calendário é coisa de sábio. É uma forma de organizar a vida naturalmente. Aproveitar a virada do calendário e dar um upgrade em suas atitudes e ações é também uma atitude sábia. Como diz o senso comum (e o senso comum muitas vezes tem razão): “se você continuar fazendo as mesmas coisas, o máximo que vai conseguir são os mesmos resultados”. Por isso é preciso cortar algumas coisas e acrescentar outras em sua rotina para obter um resultado diferente. Listamos abaixo, de forma aleatória, 55 atitudes e ações para você em 2016. Aqui você pode escolher ou mesmo inspirar para a montagem de suas intenções de melhoria para o ano que vem.

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55 motivos para se arrepender de 2015

55 motivos para se arrepender de 2015

2015 está sendo um ano particularmente penoso. A política ruim interferindo na economia e a economia atrapalhada interferindo na política. E tudo isso interferindo na vida da gente de forma esmagadora. Muitas dessas coisas estão em nosso foco de preocupação, mas fora de nossa área de atuação. Se pudéssemos ter feito alguma coisa teria sido muito pouco. Mesmo assim sobra uma porção coisas para se arrepender. Para facilitar suas escolhas de arrependido, aí vai uma lista de possíveis arrependimentos e começar um ano novo mais leve.

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Carlos Drummond de Andrade: a eternidade faz 113 anos

Carlos Drummond de Andrade: a eternidade faz 113 anos

Nestes tempos de excesso de celebridades e de escassez de artistas, Carlos Drummond de Andrade é um vulto consistente que pontua com seu facho de luz o horizonte poético da língua portuguesa. As comemorações do Dia D de Drummond são sem sombras de dúvida um marco que ajuda a fixar a imagem do poeta e a disseminar sua obra no presente e na perspectiva das gerações futuras. “E como ficou chato ser moderno. Agora serei eterno. Eterno é tudo aquilo que vive uma fração de segundo. Mas com tamanha intensidade que se petrifica.”

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Uma explosão de felicidade: ah, quem nos dera! É o que merecemos neste momento

Uma explosão de felicidade: ah, quem nos dera! É o que merecemos neste momento

No final do século passado, foi quando vieram a público as primeiras imagens ao vivo de implosões de edifícios, pontes, viadutos, estádios de futebol, conjuntos habitacionais e até de bairros inteiros, ao deixarem de ser necessários ou mesmo viáveis. Hoje, no entanto, é cena corriqueira e quase ninguém liga. Mas, quando começou, era capaz de mobilizar a atenção do povo e provocar discussões acaloradas, como o desempenho dos times de futebol e o impeachment de governantes fracassados.

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