Autor: Helena Oliveira

5 livros vencedores de múltiplos prêmios literários e considerados obras-primas modernas

5 livros vencedores de múltiplos prêmios literários e considerados obras-primas modernas

Há livros que surgem discretamente e, pouco a pouco, transformam-se em pilares de nosso tempo. Não apenas porque conquistam prêmios múltiplos, mas porque ecoam profundamente na consciência coletiva, desvendando feridas sociais, traumas históricos e crises íntimas que todos reconhecemos em algum ponto da vida. Obras como “O Vigilante Noturno”, “A Família Netanyahu”, “Demon Copperhead“, “Confiança” e “James” são assim: poderosas, incômodas e necessárias. Narrativas que nos tocam, nos provocam, nos moldam — e, ao fim, tornam-se irrefutáveis marcos da literatura contemporânea, destinados à permanência.

7 livros brasileiros que ninguém admite que achou chatos

7 livros brasileiros que ninguém admite que achou chatos

Você já terminou um livro brasileiro consagrado e pensou: “Nossa, que obra profunda!”… só pra, segundos depois, se perguntar por que a leitura parecia um jejum de entretenimento com gosto de areia? Bem-vindo ao clube dos leitores que fingem encantamento enquanto escondem um bocejo. Sim, há obras que a crítica ama, que rendem monografias e lágrimas de professores apaixonados, mas que, para o leitor comum, parecem exigir um PhD em resiliência emocional.

4 livros pra presentear quem você odeia (com carinho)

4 livros pra presentear quem você odeia (com carinho)

Presentear alguém com um livro é um gesto de afeto, dizem. Mas e quando o afeto é só um fiapo, mal disfarçado sob camadas de rancor? Quando você quer dar algo que pareça sofisticado, mas que secretamente funcione como castigo? Aí entra a categoria literária mais subestimada da história: o presente passivo-agressivo. E, para isso, nada melhor do que aqueles títulos que explodiram nas redes, emocionaram milhões e, sinceramente, testaram nossa paciência com frases de autoajuda de rodapé, dramas com gosto de fanfic e um toque de pieguice premium.

6 livros com estética à la Sofia Coppola

6 livros com estética à la Sofia Coppola

Ninguém filma o tédio com tanto glamour quanto Sofia Coppola. Em seus mundos saturados de bege, onde moças melancólicas olham pela janela com a firme intenção de não fazer absolutamente nada, a estética é sempre mais forte que a ação. Se os diálogos murmurados, vestidos com rendas e frustrações, pudessem ser literatura, estariam todos empilhados em livrarias com aroma de almíscar.

7 leituras que substituem uma sessão de terapia (ou te mandam direto pra outra)

7 leituras que substituem uma sessão de terapia (ou te mandam direto pra outra)

Alguns livros não oferecem refúgio. Eles empurram. Escavam lugares onde a dor mora quieta, onde a linguagem tropeça, onde o amor vira ausência ou peso. São romances que não tocam na superfície: penetram. E às vezes, como um terapeuta que se cala na hora exata, apenas nos devolvem a pergunta. Com a força de um sussurro insuportável, essas leituras transformam o leitor em sobrevivente. Não curam — nem prometem. Mas têm o mérito raro de dizer o indizível. Com as palavras que ferem. Com as que faltam.