Na quarta parte de “Lupin”, alguém consegue o que parecia impossível: roubar em nome de Assane Diop enquanto ele está preso. Os oito episódios estrearam em 23 de outubro, com Omar Sy de volta ao papel.
Lupin — Parte 4 (2026)
Quatro anos se passaram desde o fim da Parte 3. Assane quer cumprir a pena e levar o filho, Raoul, ao Senegal para conhecer a família. É quando chega um anúncio assinado por “Lupin”: vários museus serão roubados ao mesmo tempo. A polícia reforça a segurança. Os roubos acontecem mesmo assim. Para um homem cuja especialidade sempre foi aparecer onde ninguém o esperava, estar atrás das grades acaba sendo um álibi menos convincente do que deveria.
A quarta parte muda o jogo ao colocar os disfarces e o ilusionismo de Assane diante de um adversário que dispõe de drones e imagens falsas criadas com tecnologia digital. A pergunta já não é apenas como se rouba uma peça vigiada. É como se prova que o homem que uma câmera registrou esteve, de fato, naquele lugar. A equipe filmou no Musée de Cluny, no Museu Nacional de História Natural e na Torre Eiffel, cenário de uma das sequências de ação.
A Netflix registrou 10,8 milhões de visualizações da Parte 4 entre 26 de outubro e 1º de novembro de 2026, primeiro lugar mundial entre as séries de língua não inglesa naquela semana. As três partes anteriores também voltaram ao Top 10. A primeira ficou em segundo, com 5,2 milhões. As duas ficaram lado a lado no ranking, embora tenham estreado com cinco anos de diferença.

