Todo mundo conhece alguém de 23 anos que já reclama da luz acesa, da cadeira desconfortável e do volume da televisão como se estivesse pagando o IPTU emocional do planeta. Também existe o oposto: gente de 68 que continua respondendo mensagem de madrugada, aceitando convite duvidoso e tomando decisão com a confiança de quem nunca viu uma segunda-feira cobrar juros.
Este teste não quer descobrir quantos anos você tem. Quer descobrir quem está dirigindo aí dentro: alguém que ainda procura mesa barulhenta, noite sem roteiro e história levemente irresponsável; alguém que calcula o horário de voltar para casa antes mesmo de escolher a roupa; ou uma criatura de 108 anos disfarçada de pessoa comum, emocionada com dedicatória antiga, padaria silenciosa, casa de vó, banco de praça e objeto que parece ter sobrevivido melhor que seus antigos relacionamentos. Responda sem tentar escolher a alternativa mais bonita. No fim, sua alma talvez tenha 19 anos, talvez tenha 108, talvez more em assembleia permanente com versões suas disputando café, amor, sossego e uma desculpa aceitável para não ir.
Escolha uma alternativa por vez. O teste avança sozinho e, no fim, revela quantos anos tem sua alma.

