Livros

O beijo na boca dos poetas Walt Whitman e Oscar Wilde

O beijo na boca dos poetas Walt Whitman e Oscar Wilde

Oscar Wilde, que morreu com apenas 46 anos em 1900, talvez tenha sido o primeiro metrossexual da história, um poderoso antecessor do cantor David Bowie e do jogador de futebol David Beckham. Ao visitar os Estados Unidos, em 1882, para uma série de conferências — a principal dela “Renascimento inglês”, sobre o esteticismo —, escandalizou e mesmerizou muitos americanos e se tornou uma estrela possivelmente maior do que Charles Dickens. As roupas de Wilde, berrantes e estilosas, atraíam os olhares de homens e mulheres.

Felipe Neto, o Cinderelo da internet

Felipe Neto, o Cinderelo da internet

Dificilmente alguém que não conheça e admire previamente Felipe Neto vai se interessar pela leitura de “Não Faz Sentido — Por Trás da Câmera”. Isso significa defender que se trata de um livro para fãs? Assim como os de Fiuk, Justin Bieber e Restart? Talvez comercialmente, mas não na essência. Felipe Neto realmente escreveu um livro e não apenas participou de um ensaio fotográfico para ilustrá-lo. Se o toque de Midas vai continuar ou se o livro vai virar abóbora ao bater meia-noite permanece uma incógnita. Afinal, estamos no Brasil.

Heterossexuais e gays: livro revela quem pegava quem em Hollywood

Heterossexuais e gays: livro revela quem pegava quem em Hollywood

O livro “Servicio Completo — La Secreta Vida Sexual de las Estrellas de Hollywood” (Anagrama, 328 páginas, tradução de Jaime Zulaika), de Scotty Bowers e Lionel Friedberg, mereceu resenha (“Scotty Bowers, el Alcahuete de Hollywood”), assinada por Sergi Doria, e quatro estrelas do jornal espanhol “ABC”. Bowers, além de traçar homens e mulheres, com sua bissexualidade avassaladora, arranjava parceiros e parceiras para atores e diretores famosos de Hollywood. Em Hollywood, onde era frentista de um posto de gasolina, Bowers começou a encantar homens e mulheres.

O pedófilo que Carlitos escondeu

O pedófilo que Carlitos escondeu

Depois da leitura deste texto, você certamente continuará admirando Chaplin, o genial diretor-ator de “O Garoto” (1920), “Em Busca do Ouro” (1925), “Luzes da Cidade” (1931) e “Tempos Modernos” (1936), mas terá também uma visão mais ampla sobre o homem que Carlitos eventualmente escondia.

Os 100 livros que mais influenciaram a humanidade

Os 100 livros que mais influenciaram a humanidade

Diferente de diversas listas já feitas sobre “melhores livros”, “maiores escritores”, “livros mais populares”, o britânico Martin Seymour-Smith, poeta, crítico literário e biógrafo, decidiu pesquisar os livros que mais exerceram influência sobre a humanidade em toda sua história. Listados em ordem cronológica, Martin preferiu não entrar na polêmica de afirmar que tal livro foi mais influente que outro.

A biografia ideal para Caetano Veloso

A biografia ideal para Caetano Veloso

Escrito 1989 pela poeta norte-americana Anne Stevenson, “Bitter Fame” (“Amarga Fama”, Rocco, 1992), retrata a vida e morte de Sylvia Plath, a famosa escritora que se matou em Londres inalando gás de cozinha, enquanto os dois filhos pequenos dormiam no quarto. A morte trágica catapultou Plath para o estrelato e para o interesse público. O resultado é que hoje são mais de 20 biografias da autora de “A Redoma de Vidro”. Certamente nenhuma com o mesmo grau de desprezo e rejeição que o livro de Stevenson sofreu.

‘Aos 7 e aos 40’, de João Anzanello Carrascoza

‘Aos 7 e aos 40’, de João Anzanello Carrascoza

O romance de Carrascoza é uma teia bela, cerzida com os recortes cotidianos da vida de seu protagonista em dois momentos: aos sete e aos quarenta anos. Cada episódio da infância do menino, narrado na parte superior da página, é seguido de suas ressonâncias na vida adulta do homem que ele se tornou, contadas no lado de baixo da página. Lindo pra cacete, profundo, delicado! Remédio poderoso para a apatia da superficialidade desses dias de agora.