Drama épico com Gary Oldman é aula de história em uma sessão de sofá, na Netflix Divulgação / Focus Features

Drama épico com Gary Oldman é aula de história em uma sessão de sofá, na Netflix

Winston Churchill não era um visionário ungido pela sorte, mas um político consciente de que sua sobrevivência dependia da sobrevivência de um país inteiro. O que se narra em “O Destino de uma Nação” não é a saga de um herói iluminado, e sim o retrato de um governante premido por falhas, vícios e limitações, obrigado a decidir sem tempo para hesitar.

Drama real com Will Smith na Netflix é o empurrão que faltava para você sobreviver a 2025 Melinda Sue Gordon / Columbia Pictures

Drama real com Will Smith na Netflix é o empurrão que faltava para você sobreviver a 2025

Há quem diga que o heroísmo no cinema vive de capas, superpoderes e frases de efeito. Mas há também o tipo de coragem que se expressa com uma lâmina de bisturi, uma bancada de laboratório e uma teimosia quase irracional diante de quem se acha intocável. “Um Homem Entre Gigantes” parte dessa categoria rara: o enfrentamento do mito por alguém que não nasceu para venerar monumentos, mas para questioná-los.

O trem não parou. Lô Borges partiu. Belo Horizonte ainda canta baixinho na janela

O trem não parou. Lô Borges partiu. Belo Horizonte ainda canta baixinho na janela

Mineiro de Belo Horizonte, Lô Borges atravessou seis décadas de criação entre a esquina doméstica e a invenção coletiva de “Clube da Esquina”. Autor de melodias que ensinaram o país a escutar miúdo, lançou “Lô Borges” em 1972 e, nos últimos anos, voltou com inéditas em série. Internado em outubro, morreu no domingo, 2 de novembro de 2025, aos 73, com confirmação na manhã seguinte. Este perfil segue seus rastros: casas, vozes, discos e datas, onde a delicadeza resiste inteira.

Drama emocionante impossível de esquecer, no Prime Video Divulgação / Great Movies

Drama emocionante impossível de esquecer, no Prime Video

“Milagre na Cela 7” é uma combinação quase insuportável de doçura e dor que nos obriga a rir e chorar quase ao mesmo tempo. Não é só uma história de injustiça, é um espelho do que significa ser humano quando todas as camadas sociais e emocionais são reduzidas a sua forma mais crua: vulnerabilidade e amor incondicional. Mehmet Ada Öztekin pega o molde sul-coreano e, com delicadeza dramática, retira o excesso cômico, deixando espaço para que a empatia exploda sem pedir licença.

O slasher que voltou para fazer você pular da poltrona, na HBO Max Divulgação / Columbia Pictures

O slasher que voltou para fazer você pular da poltrona, na HBO Max

O novo remake de “Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado” cumpre exatamente o que se propõe: resgatar a experiência central do slasher adolescente dos anos 1990 e transplantá-la para uma nova geração com mínima interferência no cerne narrativo. Diferentemente de tentativas recentes de reimaginar clássicos, aqui não há pretensão de elevar o gênero a uma reflexão existencial ou inovar em termos de linguagem cinematográfica; a obra entende seu valor e suas limitações, concentrando-se na execução precisa do que define seu público-alvo.