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POR EM 05/09/2010 ÀS 06:10 PM

Jornalista garante que Hitler morou e morreu na Argentina

publicado em

HitlerO livro “El Exilio de Hitler” (Ediciones Absalón, 493 páginas), do jornalista argentino Abel Basti, de 54 anos, sustenta que o líder nazista e sua mulher, Eva Braun, não se mataram. “Fugiram” para Barcelona, onde passaram alguns dias, e depois foram para a Argentina, onde Hitler "morreu", nos anos 60.

Dezenas de livros mais equilibrados sustentam que a polícia secreta comunista levou os restos mortais (queimados) de Hitler e Eva Braun para a União Soviética. Basti afirma, sem apresentar documentação confiável, que a informação não é verdadeira e que os nazistas, como Hitler, o chefe da Gestapo, Heinrich Müller, e Martin Bormann plantaram pistas falsas. Entrevistado pelo jornal “ABC”, da Espanha, sustenta que “existem três documentos” que comprovam que o nazista não se matou: “Do serviço secreto alemão, que dá conta de que chegou a Barcelona, procedente de um voo da Áustria; do FBI, que indica que ‘o exército dos Estados Unidos está gastando a maior parte de seus esforços para localizar Hitler na Espanha’; e um terceiro do serviço secreto inglês, que fala de um comboio de submarinos com líderes nazistas e ouro saindo rumo a Argentina, fazendo uma escala nas Ilhas Canárias”. O livro, publicado em maio deste ano (sem edição brasileira), provoca sensação na Espanha, pelas revelações “surpreendentes” e, no geral, contestadas por historiadores profissionais. Mas as informações de Basti não deixam de ser curiosas, principalmente por ser correta mas óbvia a informação de que vários nazistas escaparam para a Argentina de Juan Domingo Perón.

Um jesuíta nonagenário é apresentado por Basti como uma de suas mais importantes fontes. Ele dispõe de muitas informações sobre a presença de Hitler na Espanha, segundo o jornalista. No livro, porém, não revela nada de sensacional.

Um documento secreto alemão aponta Hitler como passageiro de um avião que se dirigia da Áustria para a Espanha, em 26 de abril ou nas primeiras horas de 27 de abril de 1945. “Foi uma comunicação oficial secreta com cópias para o piloto Werner Baumbach, que imigrou para a Argentina e levou consigo uma cópia. Baumbach, junto a outros conhecidos pilotos nazistas, trabalhou no projeto aeronáutico de Perón.”

Para não ser reconhecido, Hitler cortou o cabelo, ficou quase careca e raspou o bigode. Teria ficado irreconhecível. “O corte do bigode deixou à mostra uma cicatriz, sobre o lábio superior, que não era conhecida por gente comum.” Sintomaticamente, no livro, Basti não enfatiza tais informações, que repassou ao “ABC”.

A versão oficial garante que Hitler e Eva Braun se mataram em 30 de abril de 1945. Basti contesta: “Nunca houve provas de sua morte. Não há perícias criminalísticas que demonstrem o suicídio. O Estado alemão deu Hitler como morto quase 11 anos depois, em 1956, por presunção de falecimento. Ou seja, legalmente, para a Alemanha, Hitler estava vivo depois de 1945. Não só vivo — não era um homem condenado pela Justiça; não havia ordem de captura, nem processo judicial. Enquanto Hitler se encontrava na Espanha, no bunker se representava uma grande farsa, cujo ator principal foi um dos duplos [sósias] de Hitler. Durante as últimas horas, o duplo foi drogado e preparado para que representasse o ato final”. Há livros que citam a possibilidade de um ou mais duplos de Hitler, como havia de Stálin, mas, no dia do suicídio, nenhum duplo estava na chancelaria. Basti não apresenta documentos e testemunhos confiáveis. Conta histórias próximas da ficção literária. O sósia que “morreu” no lugar de Hitler seria, conta Basti, um sujeito atrapalhado.

Basti assegura que “a fuga de Hitler estava prevista em um grande plano de evasão — de homens, capital e tecnologia — preparado pelos nazistas. Esse plano, em 1945, recebeu luz verde dos norte-americanos, como resultado de um pacto secreto militar. Os milhares de nazistas que puderam fugir para o Ocidente — dos quais cerca de 300 mil foram para os Estados Unidos — foram ‘reciclados’ [recrutados] para lutar contra o comunismo. Hitler se transformou num dinossauro vivo, protegido e refugiado”.

El Exilio de HitlerO entrevistador Antonio Astorga menciona documentos secretos britânicos nos quais se revela que Hitler fugiu para a Argentina num submarino, “com escala técnica nas Ilhas Canárias”. A versão de Basti: “Antes que o comboio de submarinos partisse da Espanha, a Armada [Marinha] norte-americana retirou todas as suas unidades navais do Atlântico Sul. Os submarinos nazistas ‘trocaram mensagens’ com a frota norte-americana. As mensagens foram interceptadas pelos ingleses”. No livro, Basti amplia as informações, mas, como de hábito, não apresenta testemunhos fidedignos, exceto especulações. Baseia-se, no geral, em documentos antigos e, quando suas teses se tornam nada convincentes, alega que os governos, principalmente o norte-americano, não desclassificaram os documentos necessários à compreensão do caso.

Embora não hajam evidências em trabalhos substanciosos, como os de Ian Kershaw (“Hitler”), de Richard J. Evans (“A Chegada do Terceiro Reich” não trata do assunto, mas sua sequência, não publicada no Brasil, sim), de Marlis Steinert (“Hitler”), de Max Hastings (“Armagedón — La Derrota de Alemanha”) e Henrik Eberle e Matthias Uhl (organizadores do esplêndido “O Dossiê Hitler — O Führer Segundo as Investigações Secretas de Stálin”), do que Basti apresenta no seu bombástico livro, citemos mais um trecho de sua suposta “pesquisa” (citada na entrevista ao “ABC”), que mais parece ficção: “Hitler, que chegou a Argentina com 56 anos, viveu como um fugitivo. Com identidade falsa e tratando de passar o mais despercebido possível. Nos primeiros anos, viveu numa estância nas proximidades de Bariloche, depois em outras partes do país, já que trocou de residência em mais de uma oportunidade. Sempre acompanhado de seguranças, às vezes três. Sua atividade política se limitou a algumas reuniões com velhos camaradas e com alguns militares argentinos. Hitler morreu na Argentina nos anos sessenta; Eva Braun, mais jovem, sobreviveu” ao marido. No livro, paradoxalmente, Basti fala muito sobre o assunto, dando voltas, mas sem esclarecer como Hitler viveu na Patagônia. Ele trabalha com “sugestões” e indícios, não com fatos e documentos.

A “pesquisa” resulta de maluquice ou de invenção de Basti, ou de apresentação de documentos conspiratórios mal digeridos e interpretados? Parece loucura de jornalista sensacionalista. De qualquer modo, é uma grande história, que, a rigor, não é tão nova assim. Basti tão-somente a requenta, acrescentando, como diz, “documentos secretos”. Pensa-se, muitas vezes, que todos documentos secretos, por serem secretos, contêm “a” verdade. Nem sempre é assim, como sabem historiadores rigorosos. Muitos documentos, mesmo secretos, têm o objetivo de despistar e, algumas vezes, de reforçar mitos e esconder “a” verdade. Podem ser instrumentos de manipulação. Jornalistas têm o hábito, ao receberem documentos secretos, de publicá-los imediatamente, como se fossem um retrato preciso da realidade. Acertam, às vezes, e, outras vezes, erram. Mas, quando erram, tergiversam e publicam outra (a nova) versão. Jornalistas não gostam de ser corrigidos.

O principal equívoco de Basti talvez resida no fato de que o alicerce de sua argumentação é frágil. O jornalista pesquisou documentos da época, sobretudo despachos de agências de notícias, que necessariamente revelam as especulações do momento, sem nenhum apuro investigativo, ignorando toda a pesquisa posterior. Então, entre 1945 e 1950, pelo menos, falou-se muito na fuga de Hitler, mas, em seguida, o assunto praticamente morreu, exceto em fantasias de jornalistas sensacionalistas. O livro “O Dossiê Hitler” (Record, 627 páginas), contém as informações mais aceitáveis sobre o fim de Hitler. Foi elaborado pelos soviéticos, com base nos depoimentos de nazistas que estavam próximos de Hitler até a data de seu suicídio, como Heinz Linge e Otto Günsche. A Operação Mito, criada por Lavrenti Beria, para investigar a morte de Hitler, resultou no mais amplo relato sobre os últimos dias do ditador. Saiu em 2005 na Alemanha e em 2007 no Brasil. É a palavra (quase) final sobre o assunto e põe o livro de Basti no chinelo. Nas 42 páginas finais de “Hitler” (Dom Quixote, 849 páginas), nos capítulos “Extinção” e “Epílogo”, Kershaw não leva a sério as fantasias divulgadas por Basti e, por isso, não as menciona. Afirma, com todas as letras, que Hitler morreu em 1945. Bormann e Müller também morreram.
 

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Comentários (39)

  • Hitler sobreviveu a 41 atentados de morte. Dominou praticamente toda a Europa. Um cara desses não iria morrer por suicídio em um buraco (bunker). Acredito que como Hitler era um cara meticuloso, certamente ele tinha uma plano de escape, caso tudo desse errado.

    2 semanas atrás por Himiler
  • Não entendi o que quer dizer com "Dezenas de livros mais equilibrados..." Quais são os desequilibrados?

    1 mês atrás por Antonio Carlos Carvalho
  • Acredito sim que Hitler viveu e morreu na América do Sul.
    Anos atrás, saiu uma reportagem na imprensa dizendo que, segundo testemunhas, um homem muito parecido com Hitler e portando documentos de Adolfo Hitler, passou por Goiás.
    Essa passagem de Hitler pelo Brasil precisa ser investigada.
    Só não acredito na história que os americanos fizeram acordo secreto pra proteger Hitler. Isso é história plantada pelos americanos, talvez até com documentos forçados, pra mostrar eles como poderosos e bem informados.
    É bom lembrar que grupos de caçadores de nazistas israelenses também nunca acreditaram no suicídio de Hitler na Alemanha.

    1 mês atrás por Marcos Aquino
  • Tudo é possível !
    - Lembre-se que o Dr. Mengele viveu muitos anos na Argentina e depois no Litoral Paulista !
    - Há muitos livros que relatam que Hitler prometia à Peron, dar-lhe o próprio Brasil um dia....
    - Mas a fortes argumentos e fatos em que os capangas escapam, mas o ditador permanece até o fim: Mussolini, Ceocesco, Sadam Hussein, Kadafi e assim por diante ...

    1 mês atrás por carlão
  • Pode ser que o autor não tenha tantas provas para provar que Hitler na verdade não se suicidou. Mas acredito nessa hipotese, talvez tenha sido mesmo uma conspiração, e que ele realmente viveu anos depois do fim da Guerra.

    1 mês atrás por Thaisa Pereira
  • Sou escritor e preciso de mais informações sobre a fuga de Hitler para a Argentina, por favor entrem em contado, grato!

    1 mês atrás por ALEXANDRE LIMA TORRES
  • Hitler morreu, Bin Laden morreu, Muhamar Kadaffi morreu.
    Ponto final.
    Esse excrementos humanos nunca poderiam ficar para virar lendas.
    O unico que morreu e virou lenda foi "Che" Guevara.

    2 meses atrás por Simon
  • são tantos fatos novos que ficamos confusos em que acreditar, pois a situação se transforma num caso de crença haja vista o grande nº de factóides.

    3 meses atrás por ALEXANDRE BENITES CORREIA
  • Incrível mesmo é o mundo acreditar que Hitler se suicidou e pronto...

    3 meses atrás por Edson Alonso
  • Isso não é impossível, agora me diga como é que um cara desses chegou a ser presidente?

    3 meses atrás por Harlei Cursino Vieira
  • Acho que é importante se levantar dúvidas sobre fatos históricos, não gostaria que Hitler tivesse sobrevivido, que é uma hipótese bem frágil. E nem que tivesse cometido o suicídio. O melhor seria enfrentar o Tribunal de Nuremberg. Mas além da nossa justiça terrena, existe a justiça divina, e desta ninguém escapa.

    3 meses atrás por Adelgicio de Paula
  • Certa ocasião estava pesquisando o final da segunda guerra mundial e li num jornal brasileiro, uma notícia que me chamou a atenção. Era um jornal importante e fidedigno e dizia que havia descido em Barcelona um avião no qual havia vários foragidos alemães em trajes civis e no centro do grupo havia um deles que cobrira o rosto com um casaco para não ser reconhecido. O jornal levantou a suposição de ser um alto funcionário nazista do primeiro escalão.

    3 meses atrás por Adelgicio de Paula
  • Novo livro sobre fuga de Hitler para América do Sul é plágio, garante jornalista argentino. De acordo com jornalista Abel Basti, livro recém-lançado por dois autores britânicos é uma compilação não-autorizada de seus livros.
    http://bit.ly/qZfNNs

    3 meses atrás por Nélson Rodrigues
  • Simplesmente fantástico, realmente demais! É impressionante o documentário, assim como também é seu irmão "bastardo", aquele produzido anos antes na extinta URSS, onde se defende que Hitler realmente cometeu suicídio. O problema é o crânio ser de uma mulher! Sabe, acho que se o teor dos documentos do período, ainda secretos e em posse dos governos ocidentais não for liberado um dia, o destino de Hitler, Eva e de outros líderes nazistas e auxiliares menos conhecidos do regime permanecerá um mistério insolúvel...

    4 meses atrás por Hamilton
  • Murilo, se puder, entre em contato via e-mail: rfasolo@hotmail.com



    4 meses atrás por Renato
  • Poder, dinheiro e dominação. Pactos são feitos para preservar o tradicionalismo. Ver pacto secreto Alemanha/Argentina, que previa o fim do Brasil. Liberdade, negociada por trocas de armas, tecnologia e supremacia militar. Resultado: USA/Inglaterra e França versus CCCP, para conter avanço do ateísmo, que poria fim nas instituições financeiras. História fabricada para encobrir feitos obscuros, grande farsa da Segunda Guerra. A Alemanha vencida não poderia tender para os ateus e entregar aquele imenso poder das novas armas. Quebramos o galho dele e ele o nosso. Vamos ganhar poder, armas poderosas e deixar Stálin louco de raiva e ai Patton não vai precisar ir até Moscou para acabar com a festa, pois a guerra nos deixou quebrados, (nossa quanta sujeira, não? ) os vencedores fazem a história como querem e ainda fazem parecer um filme da Disney.

    4 meses atrás por Rafael Martinez Manso
  • Os americanos tiveram acesso ao suposto crânio de Hitler. Foi feito um DNA que mostrou que era de uma mulher! Então o que podemos deduzir? A história esta escrita errada. Pare e pense: se os generais de Hitler fugiram para a Argentina, por que ele não faria o mesmo?

    4 meses atrás por Mirunga
  • Também conheci um sr. alemão, também engenheiro, que com relatos de fotos provou a mim e a outros amigos que tinha trabalhado na Alemanha, numa fábrica de rolamentos para aviões... Em conversa informal, relatou-nos, que Hitler tinha fugido para Argentina. Essa foi a versão que pessoalmente sempre acreditei.

    4 meses atrás por Murillo Calheiros
  • Se a teoria de Hitler na Argentina tivesse sido passada na Rede Bobo de Televisão, não haveria críticas nem dúvidas, pois com seus recursos "jornalísticos" são capazes de fazer vc que me lê ter certeza que foi sua própria mãe quem matou Kennedy.

    O véu que encobre a "verdade proliferada" é o esteio que sustenta e protege a massa. Sua retirada seria o choque contra a "realidade" exterior e sobre si mesma.

    5 meses atrás por Pedro Switchel
  • Por mais que seja verdade eu particularmente nunca acreditei na hipótese de suicídio; acho tudo isso balela. Pra mim o único plano realmente perfeito de Hitler foi o planejamento da própria morte, a criação de documentos com datas, assinaturas importantes de pessoas para dar valor a essa história, e o pior de tudo é a aceitação do mundo de que tudo isso seja verdade. Se pra tudo que se diz precisa de documento pra provar, Hitler ganhou, porque afirmar que ele morreu em outra data não ha vestígios, o que pra mim seja a real verdade.

    9 meses atrás por Bento Barbosa
  • As informações que tenho, inclusive de um engenheiro químico alemão que conheci e que trabalhou como tal na alemanha, durante a 2ª Grande Guerra; é que Adolf Hitler, foi para a Argentina.

    9 meses atrás por Fàbio Aquino
  • Hitler está vivo, agora vende DVD'S na 25 de março..

    10 meses atrás por Nery
  • Bom, a questão dos cientistas alemães e da tecnologia a gente já sabia, pois o programa espacial americano e russo só decolou com os alemães. O primeiro caça a jato da américa do sul é Argentino, reforçando o indício de que a Argentina, sem tradição alguma, realizou essa façanha. Inegávelmente os Nazistas deixaram uma contribuição científica notável. Aos americanos, russos, ingleses e afins, restou a pilhagem de guerra. O que eu gostaria de saber porém, é o porque estar localizado na Argentina a segunda maior colônia judáica do mundo. Nazistas e judeus aceitos num mesmo local ??? Suspeito e estranho. Quem sabe renda outro livro.

    1 ano atrás por Historiador
  • Pouco importa se cometeu suicídio ou fugiu para a Argentina, mas o que esse monstro aprontou não pode servir como exemplo ninguem, vai um apelo para todo governante, inclusive judeus que apoiam a segregação através deste muro nojento, igual ao que separava as alemanhas, venha de onde vier, violência não
    pode ser benéfica para ninguem, paz, amor e vida é o oposto da hipocrisia de hitler, de Fidel e deste nortecoreano cretino.


    1 ano atrás por amarildo jorge
  • Pois eu acredito, inclusive tenho relatos de uma descendente judia que foi salva por Hitler. Ela foi levada para a Argetina, posteriormente veio para o Brasil e colocou em seus descendentes nomes de pessoas que foram aliadas de Hitler que segundo ela foi capacho dos EUA.

    1 ano atrás por Ana
  • Recentemente vi uma matéria no NATGEO sobre o tema, onde eles estavam entrevistando algumas pessoas idosas que supostamente teriam testemunhado a chegado dos submarinos alemães na costa argentina. Acho que esse jornalista pode ter razão, o que falta são provas contundentes, como por exemplo, onde estão os restos mortais. Recentemente também foi feito teste de DNA do crânio que se encontra na Rússia e que supostamente seria de Hitler. O resultado foi negativo, o crânio que esta lá não é de Hitler. Matéria pra se pesquisar, muito interessante.


    1 ano atrás por wellington
  • Eu sabia. É a supremacia argentina. O que não deixa de ser verdade, já que eles são superiores na literatura e no cinema. Afinal, quem é o Borges brasileiro? Quem é o Juan José Campanella brasileiro? Se eu fosse Hitler também teria me mudado para Argentina.

    1 ano atrás por Marcelo
  • Faltam provas concretas. Eu ainda prefiro acreditar na suposta versão oficial.

    1 ano atrás por José Borges
  • Hahahaha, bem feito, mereceu.

    1 ano atrás por karl
  • Muito alemães viram para a Argentina após o fim da guerra (vieram para outros países da América do Sul também). O próprio Kurt Tank (projetista dos Focke Wulf Fw190 e líder de projetos dessa empresa) morou na Argentina e desenhou os jatos argentinos Púlqui I e Púlqui II, que eram muito parecido com um Mig15. Então não sei se é uma coisa tão descabida assim. Só não dá para crer piamente na história de um único autor.

    1 ano atrás por Renato
  • Deve ser por isso que os argentinos sao tao racistas!

    1 ano atrás por Adriano
  • "A farsa armada em torno do suicídio (de Hitler, fato que nunca foi confirmado) está ultrapassada, pois vários pesquisadores coincidem na falta de provas de sua morte na Alemanha", Abel Basti.

    1 ano atrás por Luciano Trigo

  • Explicado sonho de superioridade argentino.


    1 ano atrás por Fabrícia
  • Terra maldita, hein?

    1 ano atrás por Daniel Santos

  • Hitler como era um grande leitor, então foi para o lugar certo.Na Argentina as pessoas leem 8 livros por ano. No Brasil a média é de 0,6.



    1 ano atrás por Marcelo
  • Achei que o autor fosse o "Questão".

    1 ano atrás por Willian Spengler
  • Bapho! Aqui em casa todos são loucos pelo tema.

    1 ano atrás por Analu
  • Tinha que ser na Argentina. Depois dessa revelação tudo parece melhor explicado.

    1 ano atrás por Antônio
  • Essa é a história mais absurda que ouvi nos últimos anos. Será que na cabeça do jornalista que escreveu o livro, Elvis Presley também continua vivo e Paul McCartney está morto desde o início dos anos 70.

    1 ano atrás por Marcos Prado


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