90 livros clássicos em língua portuguesa para download gratuito

90 livros clássicos em língua portuguesa para download gratuito

Uma compilação com 90 obras, entre autores brasileiros e estrangeiros, escolhidas entre os 50 mil títulos disponíveis no portal Domínio Público. A lista, traz desde livros seminais, formadores da cultural ocidental, como “Arte Poética”, de Aristóteles, até o célebre “A Metamorfose, de Franz Kafka, considerado uma marco da literatura tcheca e um dos livros mais influentes do século 20, além de clássicos brasileiros e portugueses.

Carta à vagina

Carta à vagina

O mundo é machista. Não estou militando, não estou nem reclamando, mas é. São os fatos. Mulheres são machistas. Constatação que não é novidade, mas é real. Se um marido dá em cima de uma mulher X, e ela deixa: ela é uma puta. Se uma esposa, dá em cima de um homem solteiro: ela é uma puta. Gostaria de entender. Gostaria que eles entendessem.

As 50 melhores falas da história do cinema

As 50 melhores falas da história do cinema

Perguntamos aos leitores, seguidores do Facebook e Twitter: quais as melhores falas do cinema em todos os tempos. Mais de 3 mil participantes responderam a enquete. A partir da opinião dos convidados, sintetizamos a lista reunindo as 50 frases mais citadas. A lista traz desde clássicos absolutos como O Poderoso Chefão, Cidadão Kane e “Casa­blanca”, até blockbusters como a franquia o “Ex­terminador do Futuro” e “Stallone Cobra”. A compilação está publicada na ordem decrescente, de 50ª à 1ª, com uma tradução aproximada, já que o contexto em que as falas foram ditas determina em muito o seu significado, sobretudo para as que têm duplo sentido. O resultado não pretende ser abrangente ou definitivo e corresponde apenas à opinião das pessoas consultadas.

Hermann Hesse: o guru dos hippies

Hermann Hesse: o guru dos hippies

O Sul da Alemanha, a partir do século 17 até meados do século 20, era fortemente influenciado pelo pietismo, o maior movimento reformista dentro do protestantismo europeu após a Reforma Protestante. Os pietistas, profundamente crentes, conservadores e intransigentes a tudo quanto era novo, levavam o conteúdo da Bíblia ao pé da letra e eram, por isso, considerados ortodoxos dentro do protestantismo. Foi neste ambiente que, em 2 de julho de 1877, nasceu e passou a sua infância e parte da adolescência Hermann Hesse, o mais lido escritor alemão do século 20. Perscrutar a vida desse autor não é tarefa rotineira e quem a enceta deve estar ciente de que, caso tiver percepção para os sentimentos mais intrínsecos da alma humana, acaba perscrutando a si mesmo.

Eu gosto de ler Paulo Coelho, de tomar injeção e de comer jiló

Eu gosto de ler Paulo Coelho, de tomar injeção e de comer jiló

Eu gosto também de me resfriar com as chuvas de verão. Gosto da coriza, dos 40 graus de febre, de curtir ressaca brava e de preparar fumegantes chás de boldo. De amarga, já basta a vida? Ao contrário das seriemas e do resto da humanidade, eu gosto das cobras (porque, como eu, elas engolem sapos). Eu gosto de votar em políticos que adesivam o meu carro com fotos, números e slogans, que encham semanalmente o tanque de gasolina, e que coloquem créditos no meu aparelho celular. Eu gosto de acordar bem cedo no domingo e votar no primeiro candidato cretino que me venha à mente. Bom mesmo é vender o voto.

A esperança é um amanhecer em nós, mesmo estando tudo escuro e frio lá fora

A esperança é um amanhecer em nós, mesmo estando tudo escuro e frio lá fora

Nem sempre as coisas acontecem conforme planejamos. Tem sonhos que, infelizmente, nunca saíram do papel. Outros foram rabiscados, mas, por motivos contrários às nossas vontades, não foram concluídos. Enfim, por toda nossa vida amamos e sofremos, acertamos e erramos, tropeçamos e caímos. Nessas horas, ficamos totalmente perdidos. Perdemos o rumo, a fé, e até mesmo a vontade de recomeçar. É preciso aprender a lidar com as frustrações. Além disso, não é porque algo não deu certo que não poderá acontecer um dia. Às vezes, ainda há tempo! Mas, se não houver, não deixe a desilusão ser maior do que você. Reinvente-se.

E se Deus for a mulher?

E se Deus for a mulher?

A multidão dolente desceu a duna pelo caminho mais fácil. Ele não. Ele tomou um tranco por trás desferido pela própria companheira — um golpe seco e preciso, mais conhecido como “alavanca dos cretinos” — fazendo com que rolasse feito um rocambole pelo íngreme paredão de areia, até se estatelar na praia, de barriga pra cima, braços e pernas abertos, largado. Enfim, o sujeito parecia uma estrela-do-mar morta de sede. A maré subia. O conceito com a esposa decrescia mais rápido que o cagar da gaivota no barquinho a deslizar no macio azul do mar.