Os 12 melhores filmes da história do cinema, segundo Tarantino

Os 12 melhores filmes da história do cinema, segundo Tarantino

Dando sequência a enquete promovida pelo British Film Institute sobre os melhores filmes de todos os tempos, o diretor de “Pulp Fiction”, “Cães de Aluguel” e “Bastardos Inglórios”, o cineasta e roteirista norte-americano Quentin Tarantino — famoso por seus roteiros não-lineares, diálogos memoráveis e doses de humor e violência — elegeu aqueles que seriam os maiores filmes da história do cinema e sua principais influências. A lista contempla filmes realizados entre 1939 e 1997 e traz diretores Francis Ford Coppola, Sergio Leone, Michael Ritchie, Brian de Palma e Richard Linklater.

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Em uma sociedade de analfabetos, ser inteligente na adolescência virou crime

Em uma sociedade de analfabetos, ser inteligente na adolescência virou crime

No campo da cultura produzida em escalas industriais, quando se pensa na adolescência “moderna”, no jovem da “era digital-globalizada”, descreve-se logo a imagem de um sujeito desapercebido do mais comezinho senso crítico. É que “quem está na fase de transformações” pode tudo: de dançar as músicas analfabetas de Mr. Catra a permanecer horas diante da tela da televisão consumindo patéticos melodramas novelescos (das seis, das sete, das oito, das nove, das dez horas); de ver seguidas sessões de blockbusters hollywoodianos caça-níqueis a “torcer” pelas vítimas da acefalia que participam da “nave louca” dos reality shows, tudo é “fase”, “logo passa”.

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Estão lixando a nossa alma enquanto a gente se diverte

Estão lixando a nossa alma enquanto a gente se diverte

A tentação do consumo, esse desejo que nos faz consumir não para viver, mas viver para consumir; a razão que nos leva a comprar uma roupa não para nos agasalhar, mas para humilhar o próximo que não pode ter uma roupa de grife, nos corrói as fibras do coração e boa parte de nossa alegria de viver sem malícia. Não somos nós que escolhemos as marcas; mas as marcas que nos escolhem. E ainda achamos bonito que isso seja chamado de “liberdade de escolha”.

66 tipos de medos dentre os 666 que invadem nossa vida

66 tipos de medos dentre os 666 que invadem nossa vida

Medo de ser fiel demais. Medo de dizer eu te amo. De gritar eu te odeio. Medo de virar pobre mesmo e ficar também pobre de espírito. Medo de ficar rico demais e se perder no meio da ganância. Medo de ser seguido por muita gente no Twitter ou Facebook que fica de olho em tudo o que você faz, a cada minuto do seu dia. Medo de parecer jovem demais pra idade que tem. De parecer velho decrépito, 10 anos mais idoso do que se é.

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Desgraça pouca é bobagem

Desgraça pouca é bobagem

A violência é um despertáculo ao qual não nos acostumamos, senão nos ambientes de guerra, onde o vale-tudo da carnificina se dá em zonas neutras, abençoadas pela justiça humana, onde se pode trucidar o inimigo, e ainda por cima, ganhar uma medalha, uma condecoração por ato de bravura e, com muita sorte, até uma estátua num jardim, a servir de latrina para os passarinhos.

20 filmes de Alfred Hitchcock para visualização on-line ou download

20 filmes de Alfred Hitchcock para visualização on-line ou download

O site Open Culture disponibilizou uma lista de 20 filmes do cineasta inglês Alfred Hitchcock para visualização on-line e download, inclusive sua primeira produção como diretor, “The Pleasure Garden”, de 1925. Hitchcock é considerado o mestre dos filmes de suspense e um dos mais populares realizadores de todos os tempos. Os filmes listados pelo Open Culture foram produzidos entre 1925 e 1944, são de domínio público ou tiveram seus direitos cedidos para que fossem disponibilizados.

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Quem foi que disse que o silêncio não mata

Quem foi que disse que o silêncio não mata

Já parou pra ouvir? Volta e meia, o silêncio tenta nos dizer tantas coisas, sussurrar segredos lá dentro dos nossos ouvidos, mas estamos ocupados demais para prestar atenção. Ou então tagarelando, jogando conversa fora, linguarudos toda a vida. Só um zíper pra fechar nossa boca maldita. Que, aliás, nem sempre funciona. Há silêncios de todos os jeitos, tonalidades, inflexões, cores e propósitos. Silêncios poéticos. Teatrais. Os discretos discursos da alma.

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