16:01:03 - 29/07/2008Por Bruno Ricardo da Silva Um forte abraço para o carissimo poeta Cláudio Portella. 15:56:07 - 29/07/2008Por Bruno Ricardo da Silva Datas, ilusões, delirios, desejos e vontades.
Escritores, leitores e indiferentes, como somos pequenos e egoistas.
Nos nossos mundinhos e sonhos sem fim! 14:32:40 - 29/07/2008Por braz quem tem medo do leitor? 12:50:49 - 29/07/2008Por Brasigois Felicio "As paredes que separam raças e tribos, nativos e imigrantes, não podem ficar de pé", disse Obama. Hoje estão mais intransponíveis e intolerantes do que já estiveram antes. Se a hora é a de construir pontes ao redor do planeta, o que fazem os EUA, e a Europa, ao defenderem-se das invasão das hordas terceiro-mundistas, é levantar as cercas que vedam o ingresso dos pobres, em busca de trabalho mal remunerado. Enquanto isto, escancaram-se as portas ao capital especulativo e à lavagem de dinheiro, com a malandragem internacional a surfar alegremente. O capital não tem pátria -´e ética, nem um pouquinho. Vai para onde quer, e onde pode ganhar mais. Vivemos no mundo em que avançam os novos muros da intolerância. Impedem não mais a saida, mas a entrada dos que não renunciaram a toda esperança. 12:44:54 - 29/07/2008Por Brasigois Felicio ... sempre a pensar que, num dia futuro, farão o seu pezinho de meia na pátria em que, em se plantando, tudo dava pé, e dava pão e emprego. Assim se sentirão filhos do paraiso tropical dos malandros de gravata, com direito ao mínimo essencial à dignidade. Por ora, desterrado de sua pátria, buscam a chance de poder limpar as latrinas dos que ainda não foram alcançados pelo desastre globalizado. Os muros continuam de pé, e não vemos serem erguidas as pontes da fraternidade.Outros muros se erguem, implacáveis, a afastar as hordas dos refugiados da pobreza sistêmica. 12:40:25 - 29/07/2008Por Brasigois Felicio Que bom!Em boa hora, Obama falou bonito em Berlim. Falou das pontes que precisam ser erguidas e dos muros que insistem em resistir. Enquanto isso, o capital financeiro passeia livremente pelas Bolsas de Valores perante as quais só vale a verdade do Môney - e do que ele pode comprar. No lado escuro da coisa, cucarachas em pânico, como baratas humanas, morrem no deserto, na travessia do desespero - ou são baleados e mortos, como o Charles brasileiro, em Londres, ou o jovem morto ao furar uma barreira. Muitos, no lado de cima do Equador, trabalham a todo vapor, numa solidão atroz, de sobreviventes do mundo subdesenvolvido, evolvidos pela aldeia global da modernidade. Quando não são abatidos pela polícia, matam-se uns aos outros, ou dentro deles mesmos... 11:59:05 - 29/07/2008Por Ademir Luiz Não julgo a lista dos 5 + lidos positiva ou negativa. Para mim era apenas mais uma atração da revista. Tinha pelo menos uma função: ver as fotinhas 3x4 coloridas. 17:18:01 - 28/07/2008Por Lauro Marques É verdade Flávio, eu estava justamente pensando nisso esses dias. Pensei em colocar o título SEXO SELVAGEM SEM LIMITES e ver o resultado que daria. Aí o CW tirou do ar... em tempo, o Atílio está enganado, o Flávio sempre esteve no topo da lista e semopre foi contra. Eu era a favor, mas pensando bem, acho que o Flávio tem certa razão. 17:08:38 - 28/07/2008Por cwl O Flávio tem razão. A idéia não é de uma competição. Pessoas mais conhecidas e títulos sugestivos sempre atrairão mais leitores. Mas isso não significa que são os melhores. 13:54:24 - 28/07/2008Por Flávio Paranhos Eu assumo que um leitor típico da Bula está cansado de saber que "mais lidos" ou mais "mais vendidos" não são sinônimos de "melhores". Posso colocar um título chamativo (tipo "Ê povinho bunda!") e com isso entrar rapidinho pra lista dos 5 mais lidos, mas isso não quer dizer que minha coluna seja melhor do que a dos outros. Sinceramente... 13:05:42 - 28/07/2008Por Atílio (UFG) Pode apostar que foi por sugestão de alguém que ficava em segundo e etc...lugares ou dos que nunca entravam na tal lista de 5 + lidos. Sugiro que volte, o leitor tem direito de saber o que mais agrada ou não na revista que ele lê e gosta
12:40:26 - 28/07/2008Por Flávio Paranhos Ademir, é melhor assim. Eu nunca achei aquilo construtivo, o CW sabe disso. 12:17:46 - 28/07/2008Por cwl Ademir, problemas técnicos e duas novas parcerias. Os números serão enviados semanalmente aos participantes. 12:15:36 - 28/07/2008Por cwl Vanise, obrigado. Régis, valeu e parabéns pela coluna. 22:18:10 - 27/07/2008Por Ademir Luiz Uma pergunta: a sessão "5 + lidos" saiu do ar por problemas técnicos ou foi excluída da revista? 19:05:27 - 27/07/2008Por Régis É verdade. A revista se consolidou e é uma das mais interessantes do Brasil. 18:14:54 - 27/07/2008Por Vanise Parabéns pelo ótimo conteúdo. É a melhor web revista da internet brasileira. 18:04:18 - 27/07/2008Por Vanise Parabéns pelo ótimo conteúdo. É a melhor web revista da internet brasileira. 12:45:50 - 27/07/2008Por Brasigois Felicio Poetariado de Boiás e de outras praças: já que o Flávio levanta a iluminada voz de Walt Whitman, torno pública homenagem que faço ao poeta, prof. e antropólogo Carlos Rodrigues Brandão. Ele tem um sítio, casa de esperar amigos, em Poços de Caldas. Então escrevi: Só uma alma de poeta/ergue uma casa/de esperar quem chegue/e com alvíssaras/de alegria cantante/e gratidão comovida/saúda os que chegam ou partem/pois sabe que existimos/no planeta Gaia/para honrar e merecer/o dom e a Graça de viver!. 12:31:49 - 27/07/2008Por Flávio Paranhos (Lorca-Whitman na FSP - 1)
São Paulo, domingo, 27 de julho de 2008
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Leia trecho de "Ode a Walt Whitman", de Federico García Lorca
Nova York de lama,
Nova York de arame e de morte.
Que anjo levas oculto na face?
Que voz perfeita dirá as verdades do trigo?
Quem o sonho terrível de tuas anedotas manchadas? 12:31:07 - 27/07/2008Por Flávio Paranhos (Lorca-Whitman na FSP - 2)
Nem um só momento, velho formoso Walt Whitman,
deixei de ver tua barba cheia de mariposas,
nem teus ombros de veludo gastos pela lua,
nem tuas coxas de Apolo virginal,
nem tua voz como uma coluna de cinza;
ancião formoso como a névoa
que gemias como um pássaro
com o sexo atravessado por uma agulha,
inimigo do sátiro,
inimigo da vide
e amante dos corpos sob o grosseiro pano.
Nem um só momento, formosura viril
que em montes de carvão, anúncios e ferrovias,
sonhavas ser um rio e dormir como um rio
com aquele camarada que poria em teu peito
uma pequena dor de ignorante leopardo. 12:30:26 - 27/07/2008Por Flávio Paranhos (Lorca-Whitman na FSP - 3)
Nem um só momento, Adão de sangue, macho,
homem só no mar, velho formoso Walt Whitman,
porque pelas açotéias,
agrupados nos bares,
saindo em cachos dos esgotos,
tremendo entre as pernas dos chauffeurs
ou girando nas plataformas do absinto,
os maricas, Walt Whitman, te sonhavam.
Também esse! Também! E se despenham
em tua barba luminosa e casta,
louros do norte, negros da areia,
multidões de gritos e ademanes,
como gatos e como as serpentes,
os maricas, Walt Whitman, os maricas
turvos de lágrimas, carne para chicote,
bota ou mordedura dos domadores.
Poema que faz parte de "Poeta em Nova York" (em"Obra Poética Completa"). Tradução de WILLIAM AGEL DE MELLO. 11:41:55 - 27/07/2008Por Brasigois Felicio Errata: quem errou fui eu - no Opção Cultural desta semana, onde falo sobre o que estou lendo. Onde se lê: "Vaca não dá leite", leia-se: "vaca não bebe leite". Referia-se, Liev Tolstoy, autor da frase, ao fato de que um escritor não necessita ler. No que errou rotundamente. Talvez quizesse se referir ao fato de que um bom escritor só deve ler bons livros. Sendo que os medíocres podem se contentar com a mediocridade. No mais, é como disse Guimarães Rosa, respondendo a um jovem escritor, sobre como deveria escrever: "Não faça biscoitos, faça pirâmides!". Fácil falar, difícil fazer. Quem, não sendo gênio do verbo, haverá de construir a Catedral que ele fez? 11:44:40 - 26/07/2008Por gustavo castro e silva queria parabenizar vcs pela bela revista
que bom!
23:12:22 - 24/07/2008Por Alfredo
O blog Lifehacker fez uma pesquisa com seus leitores sobre quais foram os livros que mudaram as suas vidas. As respostas você pode ver no link abaixo.
21:58:03 - 24/07/2008Por The Platters - Only You (1955) 21:48:20 - 24/07/2008Por Miriam Bemelmans Dia 29 de julho, terça-feira, às 20:30h, acontece o recital Grandes Poetas, Grandes Canções, com a soprano Adélia Issa e o pianista Ricardo Ballestero, no SESC Pinheiros.
Este recital, exclusivamente dedicado à canção brasileira, propõe apresentar alguns exemplos de grandes obras vocais inspiradas em textos de nomes importantes de nossa literatura. Várias dessas parcerias são antológicas - Villa-Lobos / Ronald de Carvalho, Camargo Guarnieri / Mário de Andrade, Francisco Mignone / Manuel Bandeira e Cláudio Santoro / Vinicius de Moraes. O programa mostra algumas das mais belas e significativas canções do repertório de música vocal brasileira - obras elaboradas, intensas, impregnadas de uma autêntica brasilidade, e que ressaltam a essência de nossas tradições culturais. Essa integração entre música e palavra explora as possibilidades e maneiras como duas linguagens artísticas tão distintas buscam e descobrem suas convergências, e interagem em seus mútuos e vastos universos. Nestas canções, ficam evidentes as escolhas da composição musical sugeridas pelas idéias do texto, estimulando uma postura interpretativa em função da ênfase das emoções, da evocação do meio social e do momento histórico, e das tradições culturais contidas nos poemas.
20:10:28 - 24/07/2008Por Antunes Filho Magistral. Parabéns. 16:45:03 - 24/07/2008Por Lauro Marques Só agora entendi a pergunta do CW sobre a ida à Abralic, mitsuplic. O Flávio estava lá, falando em mesa-redonda sobre o livro dele. Se eu soubesse, até teria feito o esforço de me arrastar para aqueles pantanais da USP. Podem achar cretinice, mas desisti de fazer pós-graduação em jornalismo lá para não ter que pegar ônibus. Hoje só ando de Metrô. Carro, só para viajar. Minnha mulher ainda usa esse meio ultrapassado de transporte. Adoro Allen e adoro Dos. A comparação realmente é esdrúxula. Não lembro mais do roteiro de Crimes e Pecados (só algumas cenas). Crime e Castigo muda uma vida. Se alguém lê e diz que não entendeu nada, esqueça. Será idiota para todo o sempre, amém. Arbaços. 15:18:28 - 24/07/2008Por Brasigois Felicio Obrigado, Albertina. Muito me honra saber que você compartilha desta simpatia para com Lima, o pingente, e o Bruxo de Cosme Velho. Lembro-me do Diário Íntimo, de Lima. Nascido na barriga da miséria, por toda a vida "esbarrou na precisão". Às vezes passava fome enquanto, contra todas as chances de sucesso, perseverava em construir seu destino. Certo dia desabafou: "É triste não ser branco!". Machado conseguiu escalar a escada da mobilidade social. Lima Barreto, como você sabe, ficou na periferia do capitalismo, como eterno pingente... Saudações e meu respeito ao trabalho que você realiza pela literatura e a vida. 14:34:22 - 24/07/2008Por Albertina Brasigois Felício, lendo seu texto me lembrei do seguinte: estudei literatura pelas mãos de Sílvio Romero, tendo lido toda a obra machadiana dos 11 aos 15 anos e só conheci Lima Barreto depois dos 20. Adorava o Bruxo, mas depois que conheci o suburbano que não freqüentava os salões - Lima Barreto - fiquei apaixonada por sua obra.
Por isso fiquei muito feliz ao encontrar por aqui alguém que reconheça esses elos da corrente de criação literária brasileira.
Esteja certo de que aproveitarei esse texto no sítio onde debato literatura com meus alunos a partir de agosto. 14:21:36 - 24/07/2008Por Albertina Agora, que descobri esta revista, não deixarei de vir aqui.
O artigo me deu uma idéia: toda vez que for a um debate farei como Marcos Fayad.O texto de Marcos Fayad "acerta na mosca"(Ih! me lembrei de uma definição popular de "política" que diz que "só mudam as moscas", mas isso seria motivo de outro texto, não é?) A gente é mesmo o que lê, e a arte nos faz mais sensíveis... Políticos que não têm contato com a arte governam pelas mãos de eleitores que também não lêem... e a política fica mesmo parecendo, no todo, aquele "monte... onde só mudam as moscas".
Vou imitar o Marcos Fayad em todos os debates de que participar.Se isso virar uma corrente, será muito bom!... 12:28:08 - 24/07/2008Por João José O artigo original do Fukuyama se chamava "The end of history?", com uma interrogação no final que desaparaceu no livro já esgotado no Brasil. Aos sado-masoquistas, o artigo pode ser acessado em http://books.google.com/books?hl=pt-BR&lr=&id=5L9AGMDD3WoC&oi=fnd&pg=PT124&dq=%22end+of+history%3F%22+autor:f-fukuyama&ots=NxrHzES1uA&sig=V7NME_WvhoKuMr46__RIi2ivbXU#PPT131,M1 10:42:52 - 24/07/2008Por João José A quem interessa o "fim da história"? Tempos atrás, um semanário de Goiânia escreveu que o governo Marconi representava a culminação da política em Goiás, seria o "fim da história", o patamar insuperável. 10:08:38 - 24/07/2008Por cwl Flávio? 09:50:52 - 24/07/2008Por Brasigois Felicio Obrigado, Cleide. 08:14:41 - 24/07/2008Por Cleide Coutinho Brasigois, também gostei muito do seu texo dessa edição. 04:05:45 - 24/07/2008Por Brasigois Felicio Atordoado e atento eu ia, impactado pela estranha força do texto e do enigma clariceano quando ao ler: "Eu escrevo para nada", desceu-me este poema, Magna Palavra:Escrever para nada/é a forma mais liberta/de o poeta manter-se aberto/a tudo o que venha./E o que vier será justo/vindo do humano/esplêndido monstro/quanto mais o magma da palavra/a viajar no som/e no incêndio da experiência". E mais não veio, porque não precisava. 04:00:57 - 24/07/2008Por Brasigois Felicio Jacarezava as revistas de uma banca (Goiás com a 2), quando vi, em promoção imperdível, o número 3 da revista Filosofia, com tema: A crise do Amor. Comprei-o-ô. Junto, de lambugem, revista EntreLivros, dedicado ao enigma Clarice Lispector. Juntos, R$5.70. Uma pechincha. Como não levar a Graça, dada de graça, quase tão barata quanto o ar que respiramos todos, merecendo ou não? Em bilhete a Ângela, sua amiga Clarice, A estranha, desabafa: "O mundo está ficando cada vez mais perigoso para mim.Depois de morta, cessará o perigo periclitante. Respirar é coisa de magia. Escrevo como escrevo sem saber como e porquê. É por fatalidade de voz. O meu timbre sou eu". Precisava dizer mais? 22:39:42 - 23/07/2008Por Brasigois Felicio Alguém, seu fanático seguidor, sai correndo e gritando que Deus morreu! 21:47:42 - 23/07/2008Por cwl
O que acontece quando morre um ateu?
21:44:14 - 23/07/2008Por cwl
20:12:40 - 23/07/2008Por Edival Lourenço
A propósito de Proust
Ah, tempos intensos aqueles
que se vão perdidos no tempo
vida com volúpia vivida
um farto cacho de frutas
de dia lia Proust
de noite ardia
com prostitutas.
Em fuga deste tormento
cansado de blefe e embuste
em busca do tempo
perdido aqui novamente me vou
como fosse um velho Proust
à sombra das raparigas em flor.
19:59:53 - 23/07/2008Por José Maria a questão tecnológica: Durante a guerra fria ocorreram grandes avanços tecnológicos, isto é fato, sobretudo na área de telecomunicações e transportes. Mas a década de 90 foi marcada pela popularização da internet e da consolidação do verdadeiro sentido da expressão aldeia global. Este elemento proporcionou uma integração sem medida. 19:59:40 - 23/07/2008Por José Maria a questão política: A questão política é a mais evidente. Não há mais limites para a atuação do capital. As restrições de ordem política são muito limitadas e em boa parte um resquício dos modelo político econômico que imperou durante a guerra fria, como é o caso da Coréia do Norte e de Cuba. A tendência é para um menor protecionismo e uma maior integração econômica, chave para o entendimento de um período de paz que tem nesta integração econômica seu principal pilar.
19:58:27 - 23/07/2008Por José Maria Eu acho que a teoria de Huntington e Fukuyama entram em choque em alguns elementos e são complementares na maioria deles. Eu acredito que o Choque das civilizações é o momento de transição para aquilo que o nipo-americano considerou como o fim da história. Lembremos que Hegel já havia se posicionado com um raciocínio similar a Fukuyama, sendo talvez a semente para os seus escritos.
Após o fim da URSS, a derrocada do bloco soviético acarretou numa evidente intensificação do processo de globalização. Isto ocorreu por duas questões muito fortes. Vejamos: 19:54:46 - 23/07/2008Por José Maria Juiz manda réus lerem Guimarães Rosa e Graciliano
http://conjur.estadao.com.br/static/text/65731,1 19:52:05 - 23/07/2008Por Ronaldo Teixeira Fukuyama, o ex-garoto de ouro dos conservadores, famoso por defender a tese de que é função dos EUA sair por aí derrubando ditaduras, se divorciou dos NeoConservadores (que ele próprio ajudou a ganhar força). 19:48:01 - 23/07/2008Por Marcela Alguém tem, ou sabe onde posso conseguir, o artigo ' O fim da História ' , de Francis Fukuyama, publicado na imprensa brasileira em 1989? 19:38:01 - 23/07/2008Por Milca Severino Brilhante a revista. Não conhecia. Parabéns. 18:19:32 - 23/07/2008Por Ranulfo Com todo o repeito ao Flávio Paranhos, mas a comparação é esdrúxula. 18:17:28 - 23/07/2008Por Ranulfo Crimes e pecados" superior a "Crime e castigo". Putz. 17:13:06 - 23/07/2008Por Brasigois Felicio Ainda com respeito a Dostoiévsky, lembre-se que suas obras foram e são fontes de estudos e de inspiração para a psiquiatria e a psicanálise. Freud e seus discípulos andaram bebendo naquelas fontes de águas turvas e profundas. Bem como beberam em Shakespeare e no clássico teatro grego. 16:29:15 - 23/07/2008Por Braz Que bom você ter gostado do meu texto, Mário, podendo, assim, que nem tudo esteja perdido para o grito dos mutilados que pus em livro, numa espécie de variação sobre o mesmo tema. Valeu pelo comentário. Abraço. 16:02:18 - 23/07/2008Por Maíra "Crimes e pecados" superior a "Crime e castigo"? Realmente, a paixão tem razões que até o coração desconhece! 12:24:35 - 23/07/2008Por Brasigois Felicio Ronaldo, quanto a isto de escrever bem ou mal, é questão de gosto e opinião. No dizer de Guimarães Rosa: "Pão, pães, é questão de opiniães". Os piolhos e os percevejos da inveja abundam e prejudicam por toda parte. Borges também teve os seus desafetos afetados de inveja - Neruda também não escapou. Tanto assim que escreveu um texto em que diz haver em cada recanto do Chile um poetinha a dizer que sua poesia não vale o pum de uma pulga. É sempre assim: se Machado de Assis teve ferozes inimigos, outros, tão geniais quanto ele... Quanto ao Flávio Paranhos dizer que Dsotoiévsky escreve mal, levemos na conta de seu humor negro, ou da licença poética que se permite todo ironista. Ele, Flávio, apenas catou alguns piolhos do excesso palavroso, no texto dostoievskiano.Caudaloso ele é mesmo. 11:41:35 - 23/07/2008Por mano brown entendi, era. 09:54:03 - 23/07/2008Por mano brown uai, o Dostoiévski não é o autor preferido do senhor Paranhos? 09:52:33 - 23/07/2008Por mário braz, gostei muito do seu texto. 09:34:33 - 23/07/2008Por braz pois é, zé. o grito dos mutilados nesta edição foi um esboço de texto inicial que depois se transformou no conto com o mesmo título (conto a ser revisto futuramente e melhorado) e contido no meu último livro Morcegos atacam o vampiro (que também será revisto e republicado, pois saiu com falhas que me chateiam pacas). CW tem o livro e acho que já passei o referido conto aqui pra bula, então talvez valha a pena mostrá-lo a título de comparação da diferença, uma vez que no primeiro esboço utilizei vários poemas sociais meus, e na segunda versão formatei algo diferenciado para o conto. 08:56:02 - 23/07/2008Por Ronaldo Angelini Paranhos, é uma "pusta sacanagem" dizer que o filme do Allen é superior ao livro do Dostoiévski. Comparemos: o Houssais levou 9 meses pra traduzir o Ulysses pro português. Até onde sei, 5 anos depois um lusitano fez uma tradução pra Portugal do mesmo Ulysses. Os jornalistas chegaram pro Houssais e disseram "A tradução dele ficou melhor que a sua" ao que o Houssais respondeu "É claro!!! Ele fez depois da minha. Ela tinha que ficar melhor..." 08:49:35 - 23/07/2008Por Ronaldo Angelini Brasigois, só pra completar..é que só vi agora, o Paranhos acha que o Dostoiévsky escreve mal....é eu também acho que o Darwin era uma besta quando tinha 30 anos....Eta povinho arrogante 08:44:57 - 23/07/2008Por Ronaldo Angelini Brasigois, concordo em gênero, número e grau com seu artigo, mas gostaria de acrescentar que isto não acontece apenas no Brasil, não...Não sou entendido no assunto mas tenho quase certeza que o Borges deve ter sofrido horrores na mão dos críticos argentinos, isto sem contar tantos outros incompreendidos até hoje, como o Conrad por exemplo... 18:36:07 - 22/07/2008Por Brasigois Felicio Desculpas ao leitorado bulônico: no catar de letras a esmo, em curto comentário, escrevi duas vezes a palavra "propósito". Isto não tem propósito, admito. 18:33:59 - 22/07/2008Por Brasigois Felicio A propósito do diálogo entre Valdivino Braz e Lauro Marques, na edição anterior, a propósito do dom e doma da criação poética:os que alcançam a fragrância do Ser não a querem ter só para si - pois sabem que, sendo tão vasta, é infinita. Assim, no anseio de partilhar, querem que os outros também a sintam. 17:16:12 - 22/07/2008Por Lígia Benevides O ciclo do Desbitola continua girando e coloca na roda três produções expressivas do cinema independente produzido em Goiânia. O público poderá conferir, no dia 28 de julho, a partir das 20 horas, no Cine Cultura, os curtas O Pequi (fic, 5 min, 2006), de Rodrigo Assis Horse; Adilsin Gente Fina (fic, 7 min, 2005), de Januário Leal; e Só as Éguas são Felizes (fic, 4 min, 2006), de Vander Veget e Bruno Lopes. 17:13:18 - 22/07/2008Por Alfredo
A AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros) divulgou nesta terça (22) em seu site os primeiros dados de lista contendo o nome de candidatos que respondem a processos na Justiça, os apelidados "ficha suja". A lista pode ser consultada no site da entidade: www.amb.com.br (devido ao excesso de tráfego, o site da AMB apresenta instabilidade).
16:51:04 - 22/07/2008Por cwl 16:47:20 - 22/07/2008Por cwl Para onde foram todos? 14:05:38 - 22/07/2008Por Edival Lourenço A propósito de Proust
Ah, tempos intensos aqueles
que se vão perdidos no tempo
vida com volúpia vivida
um farto cacho de frutas
de dia lia Proust
de noite ardia
com prostitutas.
Em fuga deste tormento
cansado de blefe e embuste
em busca do tempo
perdido aqui me vou
como fosse um velho Proust
à sombra das raparigas em flor.