Desenho de  Wendy MacNaughton
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    Um filme que inspira e expira vanguarda! Uma indefinível aventura estética vivida por Lourenço Mutarelli, escritor de O Cheiro do Ralo.

     





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    O conturbado relacionamento entre um cara que não enxerga um palmo na frente do nariz e uma deficiente visual muito sensível.

    »http://sender3aclick.mailsender.com.br/Redir?6f7985af2232211819112a6806548b32&f82db664fbdccc52b569fe2a4c8a2679">Longe dos olhos...




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    Olha aquela cara com um carão de dedão! Num mete-lhe o dedão na cara porque aquele cara é só uma animação!

    » http://sender3aclick.mailsender.com.br/Redir?002706071c18ad50f2cdad1e6939850a&f82db664fbdccc52b569fe2a4c8a2679">Um filme cheio de dedos!



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    Um coquetel de suspense, mistério, velório e cantoria que vai deixar você desconfiado toda vez que encontrar três velhinhas simpáticas juntas...

    » http://sender3aclick.mailsender.com.br/Redir?91046a660d4289a00d7c175826254d3d&f82db664fbdccc52b569fe2a4c8a2679">Pode chorar!





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    http://sender3aclick.mailsender.com.br/Redir?19e692df73d76af11cbcd1004c1765b3&f82db664fbdccc52b569fe2a4c8a2679">O Som da Luz do Trovão

    Evangelista Ignácio de Oliveira é o gênio da inventividade técnica popular nordestina. Confira o cabra criando câmeras de cinema, armas, todo tipo de traquitanas esquisitas, tentando voar e desafiando a astronomia atual com radicais teorias sobre o universo!

    » http://sender3aclick.mailsender.com.br/Redir?19e692df73d76af11cbcd1004c1765b3&f82db664fbdccc52b569fe2a4c8a2679">O cangaceiro da ciência!





    3 anos atrás por Porta-Curtas Petrobras
  • O ótimo material do Cortázar enviado pelo Jádson, será publicado como complemento de um ensaio inédito feito por um professor da UNB.

    3 anos atrás por cwl

  • Flávio Paranhos, com Woody Allen ao fundo, no último dia 20, no Café Carlyle de Nova York. Em 1978, Woody Allen não foi receber o Oscar de melhor diretor pelo filme "Annie Hall", alegando que o compromisso que tem, às segundas-feiras, no Café Carlyle, como clarinetista de um conjunto de jazz tradicional, o impedia de comparecer ao evento.

     



    3 anos atrás por cwl
  • Outro problema são teses de mestrado e doutorado que recebemos aos montes. Teses acadêmicas normalmente são de interesse restrito. Então editorialmente não faz sentido publicarmos.

    3 anos atrás por cwl

  • Recebo em média 30 textos por semana, além dos colaboradores. A maior parte são textos que já foram publicados no "Digestivo Cultural", na "Cronópios" ou na "Germina Literatura". Se eu publicar na Bula, além de ser uma falta de consideração com editores dos sites citados, é também uma falta de consideração com os leitores da Bula. É o famoso: Gilete Press ou (Ctrl C) (Ctrl V). Entre ler a cópia e o original, eu ainda fico com original.




    3 anos atrás por cwl

  • A propósito, no novo formato da Bula serão publicados apenas textos inéditos e exclusivos.
    Não faz sentido ter 300 mil acessos mensais e publicarmos textos que são fartamente encontrados na internet ou que já foram publicados em jornais e revistas.




    3 anos atrás por cwl
  • Camaradas: traduções são muitas bem vindas. Desde que sejam feitas especialmente para Bula. Expliquei isso ao Jádson. Acho que as traduções da entrevista do Onetti e do Quiroga, são um marco na história da revista. Foram feitas pelo Jádson. No caso do Cortazar, a tradução não foi feita por ele. Logo, só se justificaria se fosse acompanhada de algum texto crítico inédito.



    3 anos atrás por cwl
  • Eu fico com o Rogério Pereira, do Rascunho.

    3 anos atrás por cwl
  • Leitura direta, leitura direta, lembra do que conversamos outro dia? Nada substitui. Já anotei o Altair Martins, indicação sua. Ah, quem me dera, escolho bem, só isso, e estavam baratinhos os cronópios, R$ 30 e poucos reais. Abraços, agora se quiser me mandar o texto traduzido de Casa tomada, com o tal "achado" de Cortázar e o estudo crítico, eu gostaria de ler também. Bom final de semana...

    3 anos atrás por Lauro Marques
  • Lauro:
    Pelo que li em O FASCÍNIO DAS PALAVRAS, esses livros de Cortázar eram dos menores. Tenho um amigo que os está lendo e não tem se mostrado muito entusiasmado com a leitura não. E olhe que o cara é um especialista em Cortázar. Disse-me que só há um livro verdadeiramente ilegível: 62-MODELO PARA ARMAR. Não vou citar o nome porque o santo é conhecido. Já que você está com dinheiro de sobra, por que não compra A PAREDE NO ESCURO, de Altair Martins, editado pela Record? Garanto que não vai se arrepender.

    3 anos atrás por JB Neves
  • Segundo: não entre na provocação desse Alexander Search (pseudônimo de um heterônimo de Fernando Pessoa). Se provoquei foi no interesse de ler mais o que você escreve, por gostar de seus comentários no mural ---e só.

    3 anos atrás por Lauro Marques
  • Vou continuar traduzindo, sim, mas fora dos cânones. Conheço muita gente boa que está escrevendo contos na Argentina e fora dela, pessoas do grupo dos vencedores do Juan Rulfo/RFI, como Laura Massolo, Liliana Díaz Mindurry, Aparaín, Letelier, Castillo e por aí afora. Vou continuar com meu livrinho teórico, pois é o que de melhor que há (e quanto a isso tenho o atestado de um brasileiro que morou nove anos na Venezuela e foi adido cultural por lá) na América Latina e sobre o qual já havia me falado pessoalmente o Amílcar B. Barbosa. É um livro grosso mas que pretendo esgotar seus melhores artigos. Quando o material acabar, acabou-se. Tenho coisa para mais uns seis meses de Bula, isso se o leitor não encher o saco. No fundo, eu acho que vale mesmo é a experiência direta, o contato.

    3 anos atrás por JB Neves
  • Pois é uma pena que não foi publicado. A Bula já publicou diversas outras vezes textos publicados em outra fontes. Mas isso aí é entre você (Jádson) e o editor da Bula, Carlos William.

    3 anos atrás por Lauro Marques
  • Primeiro: tô fora dessa briga. Segundo: a bula não publica texto que já foi publicado por outras fontes (eu mandei o conto CASA TOMADA, um "estudo crítico" tive que ler um livro inteiro para tirar um "achado" do Cortázar sobre o conto e a biografia do Cortázar), pensei que estava fazendo algo novo, mas foi recusado. Não vou mexer com Cortázar, nem Borges, nem Onetti, nem Rulfo. Minha intenção, e isso está na carta que escrevi aos leitores quando me apresentei, era dar possibilidade aos leitores de conhecerem a obra desses autores sempre permeadas por estudos críticos sobre o conto. Se o Cortázar tem algo inédito, que fique nas livrarias de Buenos Aires, pois não vou gastar dinheiro para comprar nada inédito dele para ajudar "o pobrezinho" do leitor da Bula.

    3 anos atrás por JB Neves
  • Caro Alexander Search, vá procurar/search a sua turma.

    3 anos atrás por Lauro Marques
  • Lauro, eu tenho visto aqui na Bula uma série de provocações, do tipo: "O fulano é melhor que cicrano", "o fulano, o beltrano e cicrano, são superficiais, só o Lauro é que entende de Teoria", e fico me perguntando - o que ganham esses caras com tais provocações? Por exemplo, você é o exemplo: vira e mexe, está dando uma cutucada no Jádson, tentando provocá-lo... Agora eu lhe pergunto: quem edita melhor: Rogério Pereira (Rascunho) ou Carlos Willian ? Agora me diga, Lauro, porque você não se aventura nas traduções?

    "Viver não é necessário; o que é necessário é criar." (Fernando Pesso

    3 anos atrás por Alexander Search
  • Mas eu acho que tem alguns não traduzidos ainda. Recentemente foram lançados dois livros inéditos de traduções.
    Com 40 anos de atraso, duas obras inéditas do escritor argentino Julio Cortázar chegam ao Brasil de uma tacada só. Publicado em 21/09/2008 | Mariana Sanchez, especial para o Caderno G. http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/cadernog/conteudo.phtml?tl=1&id=809867&tit=A-dupla-volta-do-cronopio">Leia aqui



    3 anos atrás por Lauro Marques
  • Eu tenho todos os contos dele no original.

    3 anos atrás por Lauro Marques
  • Uai, você não queria traduzir Amarelinha? Tenho acompanhado suas traduções, como essa última de um autor que eu não conhecia. Quem disse que a Bula não publica? Eu mesmo publiquei. Ar baços.

    3 anos atrás por Lauro Marques
  • Lauro, não há nada do Cortázar que já não tenha sido traduzido para o português. Se você não encontrar em uma livraria de livros novos, procure num sebo. Eu tenho pelo menos uns dez livros de contos dele, além da obra ensaística e de quatro romances. Infelizmente a Bula não publica textos anteriormente já publicados...

    3 anos atrás por JB Neves
  • Uma anedota sobre Machado de Assis ilustra bem o dilema do mulato na classe superior do Brasil durante o século XIX e, espero, nos colocará no caminho para explicar a vida e a "morte" do mito da democracia racial no Brasil. Quando Machado de Assis morreu, um de seus amigos, José Veríssimo, escreveu um artigo em sua homenagem. Numa explosão de admiração pelo homem de origens modestas e ancestrais negros que se tornara um dos maiores romancistas do século, Veríssimo violou uma convenção social e referiu-se a Machado como o mulato Machado de Assis. Joaquim Nabuco, que leu o artigo, rapidamente percebeu o faux-pas e recomendou a supressão da palavra, insistindo que Machado não teria gostado dela. "Seu artigo no jornal está belíssimo"- escreveu a Veríssimo- "mas esta frase causou -me arrepio: 'Mulato, foi de fato grego da melhor época'. Eu não teria chamado o Machado de mulato e penso que nada lhe doeria mais do que essa síntese. Rogo-lhe que tire isso quando reduzir os artigos a páginas permanentes. A palavra não é literária e é pejorativa, basta ver-lhe a etimologia. O Machado para mim era um branco e creio que por tal se tomava". (COSTA, Emília Viotti da. Da monarquia à república. São Paulo: UNESP, 1999, pp. 375/376)

    3 anos atrás por Gustavo Marinho

  • Recorte da Folha Online:


    Folha: Na Espanha, entre os leitores, havia uma lenda de que Alan Pauls não existia, de que era um personagem. Isso acabou quando você apareceu para receber o Prêmio Herralde.

    Pauls: As pessoas achavam que eu era a criação de um grupo de amigos, entre os quais Enrique Vilas-Matas, Roberto Bolaños e Rodrigo Fresán, ou seja, uma co-produção catalã-chileno-argentina (gargalha). Parecia uma coisa de Borges...



    3 anos atrás por Lauro Marques
  • Jádson (JB Neves), isso -"A Construção"- lá é desculpa para não escrever? E aquela tradução do Cortázar, você desistiu? Acabei de ler ontem História do Pranto, de Alan Pauls, Ese extraño senõr Alan Pauls, como o definiu Roberto Bolãno, que era um fã à distância do escritor argentino. Eles só se conheceram por e-mails. A His´roria está relatada nesste texto publicado no Estadão, que tem também uma seleção de frases de Bolãno, como essa que pincei: "Não há nada escrito por mim que me faça sentir seguro. A minha foi uma vida medíocre e isso sempre te salva no último minuto, ainda que, em certas ocasiões, nem isso. Vale dizer, a memória te salva, te exclui dessa turba infame de esritores medíocres que duvidam pouco e pisam forte." Leiam mais aqui:http://www.estado.com.br/editorias/2007/07/29/cad-1.93.2.20070729.478.1.xml">Bolãno e Pauls

    3 anos atrás por Lauro Marques
  • Edições SM, Fundação Jayme Câmara e Secrtetaria Municipal de Cultura convidam para o lançamento do livro "A distância das coisas", de Flavio Carneiro. A noite de autógrafos acontecerá no dia 28 de outubro, a partir de 20:00 horas, na Fundação Jaime Câmara. A obra foi vencedora do 3o Prêmio Barco a Vapor. Flavio Carneiro (radicado no Rio de Janeiro, onde é professor de literatura na UERJ).

    3 anos atrás por Brasigois Felicio
  • As três partes abaixo são um trecho de Karl Marx, em "O Capital", vol. 3, cap. XXX.



    3 anos atrás por enio
  • Parte 3 (final): Aliás, é nesse momento que tudo começa a parecer distorcido, já que nesse mundo de papel, o preço real e seus fatores reais desaparecem, deixando visível somente metais, moedas, cédulas, letras de câmbio e títulos.

    3 anos atrás por enio
  • Parte 2: Ao mesmo tempo, há uma quantidade enorme destas letras de câmbio que representam mera especulação, que agora revela sua face e colapsa; especulação fracassada com o capital de outras pessoas, com o capital-mercadoria depreciado ou invendável, ou com ganhos que nunca mais poderão ser realizados. Todo esse sistema artificial de expansão forçada do processo de reprodução evidentemente não pode ser resolvido com um banco, por exemplo, o Banco da Inglaterra, entregando a todos esses especuladores o capital que lhes falta através de seus títulos, comprando mercadorias depreciadas a seus antigos valores nominais.

    3 anos atrás por enio
  • Parte 1: Em um sistema de produção onde toda a continuidade do processo de reprodução depende do crédito, quando este acaba subitamente e somente transações com dinheiro passam a ser aceitas, é inevitável que ocorra uma crise, uma tremenda demanda por meios de pagamento. É por isso que, à primeira vista, a crise inteira parece ser somente uma crise de crédito e de moeda. E de fato trata-se apenas da conversibilidade de letras de câmbio em dinheiro. No entanto, a maioria destes papéis representam compras e vendas reais, cuja extensão - para muito além das necessidades da sociedade - é, afinal, a base de toda a crise.

    3 anos atrás por enio
  • Um prego extra no caixão de Vargas Llosa e dos liberais à brasileira:
    http://www.nytimes.com/2008/10/24/business/economy/24panel.html?_r=1&hp&oref=slogin

    3 anos atrás por enio
  • O presidente francês, Nicolas Sarkozy, afirmou nesta quinta-feira que "a ideologia da ditadura dos mercados e do Estado impotente morreram com a crise financeira".



    Para Sarkozy, "tudo converge para reflexões sobre a redefinição do papel do Estado na economia".



    Segundo o presidente francês, uma revolução intelectual e moral está em andamento e "de agora em diante, nada mais na economia mundial será como antes".



    3 anos atrás por Zé Carlos
  • O último prego no caixão no caixão de Vargas Llosa e dos dogmáticos:
    http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL833668-9356,00-CRISE+ACABOU+COM+DITADURA+DOS+MERCADOS+DIZ+SARKOZY.html

    3 anos atrás por enio
  • A companhia traz a Goiânia três coreografias. Revoada, criada em 2007, pelo diretor, coreógrafo, bailarino e professor francês Gigi Cacileanu é uma homenagem aos 30 anos da Cisne Negro. O espetáculo reúne duas peças musicais de Stravinsky, ambas com o conceito de fogo: Firebird (Pássaro de Fogo) e Fireworks (Trabalhos de Fogo), em uma única obra. Um processo químico que faz com que a obra em negro se transforme em pura energia. Nela, o fogo simbolizado pela cor vermelha, se traduz por meio da dança.

    Na coreografia Danses Concertantes, de 1998, o neozelandês Mark Baldwin homenageia os 30 anos da morte de Stravinsky. Uma obra baseada em nuances da técnica clássica de ballet, traduzida por Baldwin numa linguagem alegre, dinâmica e sutil. Danses Concertantes é leve e solta, porém energética pela grande magia de movimentos e emoções. Para finalizar, 1,2...7, mas uma criação de Gigi Cacileanu, especialmente para companhia.


    3 anos atrás por Alessandra Alves


  • A abertura oficial do Goiânia em Cena 2008 - Festival de Artes Cênicas promovido pela Secretaria Municipal de Cultura em parceria com a Universidade Federal de Goiás, acontece neste sábado, 25, às 20h, no Teatro Goiânia, com a apresentação da Cisne Negro Cia. de Dança (SP).



    3 anos atrás por Alessandra Alves
  • Boas-vindas ao visitante Frederico Luís Domingues Bitencourt, advogado, professor de terceiro grau e autor de três livros, o último deles, "Ensaios poéticos", lançado, ontem, no Porto do Escritor, sede da União Brasileira de Escritores - Seção de Goiás (Ubego), da qual ele é membro. Há tempos eu não o via, até ontem, quando lhe falei e recomendei a Bula. Vide Bula, ó vós que entrais no dantesco inferno (e no céu da boca) das palavras; e não percais de todo a esperança.

    3 anos atrás por braz
  • Por recomendação do Valdivino Braz, acessei a revista e gostei muito!


    3 anos atrás por Frederico
  • Eis o endereço onde esta hospedado o regulamento do CRUZ E SOUSA: http://www.fcc.sc.gov.br/ Buscar na notícia: "Governo do Estado lança editais voltados à área cultural". No final dela, buscar na seguinte área: "Para fazer Downloads dos Editais:
    clique aqui Governo do Estado lança editais voltados à área cultural".
    OBS.: SE ALGUÉM DO SETOR DE INFORMÁTICA DA BULA PUDER ENTRAR NO ENDEREÇO QUE DISPONIBILIZEI E DEIXAR O REGULAMENTO PARA OS LEITORES, EU FICARIA MUITO GRATO.


    3 anos atrás por JB Neves
  • Fui o primeiro a ter o nome clonado, razão pela qual fagocitei o solitário Jádson e adotei um nome mais literário. Aliás, o nome com o qual assino o que escrevo. Se a moda pega, isso vai virar uma bagunça total e vai ter neguinho correndo atrás de "O Cúmplice (ou Agente) Secreto", de Conrad, tentando fazer análise, em busca do duplo. Aqui, pelas bandas do norte, o calor deu uma trégua, mas, quando penso que vou ter plenas condições para escrever, eis que resolvem erguer uma casa nos fundos da minha e pedreiro todo mundo sabe como é: trabalha fazendo muito barulho, batendo a colher no tijolo, o tempo todo cantando ou assobiando. Êta, turma feliz! Uma última notícia para quem está escrevendo: saiu ontem o edital do CRUZ E SOUSA. Vai até 05 de março. Boa sorte a todos. É para romance.

    3 anos atrás por JB Neves
  • lauro, li o texto de sartre, na casa das musas. e olha: "perto do coração selvagem" é onde o poeta sempre se encontra (ele que não se conforma com normas, amiúde e sequer com suas próprias normas), e quando fala de "doma" da palavra na forma, não a quer domesticada na acepção do termo no Código, mas livre e criativa, "domesticada" para ser livre (entenda-se!), liberada para ser, em amplitude e dimensão; e aí, sim, o possível "termo objetual" que dela se extraia in essentia, que nem ele mesmo, poeta, sabe, a priori, o que seja ou virá a ser. ou seja, o poeta não premedita, pois poesia se põe por si própria, no aquém do poeta e para além do objeto da palavra de fala comum. no coração da Poesia é onde o poeta pretende chegar, se puder. agora decifra-me o que me devora.

    3 anos atrás por braz
  • Braz, esse texto de http://www.casadasmusas.org.br/filosofia_sartre_sobreopoeta.htm">Sartre não cai como uma luva para o que você escreve? "O homem que fala está além das palavras, perto do objeto; o poeta está aquém. Para o primeiro, elas são domésticas; para o segundo, elas permanecem no estado selvagem. Para aquele, são convenções úteis, ferramentas que se gastam pouco a pouco e que se jogam fora, quando não servem mais; para o segundo, são coisas naturais que crescem naturalmente na terra como a erva e as árvores."



    3 anos atrás por Lauro Marques
  • Nesta quinta-feira inauguraremos em Anápolis na UEG (BR 153) o Laboratório de Pesquisa Ecológica e Educação Científica que foi financiado pela Finep. Também lançarei o livro: "O artesão de ecossistemas: construindo modelos com dados" que organizei juntamente com meu amigo L.C. Gomes da Universidade Estadual de Maringá. O conjunto Coró de Pau vai estar lá, bem como professores que tocam violão. Começa às 17:00h. Leitores da Bula são bem-vindos e colaboradores da Bula são convidados de honra, porém têm que se apresentar pois não conheço pessoalmente nenhum de vocês (nem o CW). Nunca te vi, sempre te li...... Espero vocês lá.

    3 anos atrás por Ronaldo Angelini
  • Braz, esse texto de strong>http://www.casadasmusas.org.br/filosofia_sartre_sobreopoeta.htm">Sartre não cai como uma luva para o que você escreve? "O homem que fala está além das palavras, perto do objeto; o poeta está aquém. Para o primeiro, elas são domésticas; para o segundo, elas permanecem no estado selvagem. Para aquele, são convenções úteis, ferramentas que se gastam pouco a pouco e que se jogam fora, quando não servem mais; para o segundo, são coisas naturais que crescem naturalmente na terra como a erva e as árvores."


    3 anos atrás por Lauro Marques
  • Também esperava mais do texto, Coriolano, mas enfim...

    3 anos atrás por Lauro Marques
  • O que, obviamente, não deixa de ser um texto periférico. Falo de influências literárias. Mas tudo bem, cada qual gosta a seu modo e vê suas possibilidades.

    3 anos atrás por Coriolano José da Cruz
  • Coroloriano (o verdadeiro)quando acabei de ler o texto tive impressão parecida. Memórias, etc. Mas acho que acrescenta sim algo, do ponto de vista sociológico: recepção de Machado em Moçambique. A informação que figuras mestiças, como Machado de Assis, eram para as autoridades coloniais em África, um mau exemplo para o "negro assimilado" considerado não indígena por ter a escolaridade primária e em particular para o mestiço em Moçambique.

    3 anos atrás por Lauro Marques
  • Bem, reconheço que, diante da ingenuidade geral, eu, Coriolano José da Cruz perdi. Não, não fui o autor da "genial sacada" atribuída a mim. Confesso que o agente de tal "mico" foi inteligente. Que fazer? Escrever o quê? O cara usou meu nome, foi sagaz. Mas sejamos justos: o texto não acrescenta nada ao rol do que já foi escrito em memória de Machado de Assis. São pequenas memórias, considerações e o autor, João Craveirinha, talvez seja um escritor menor. Quem, dos doutos leitores dessa Bula, já o leu? Eu, Coriolano da Cruz, o verdadeiro, na minha última aparição aqui na Bula, na 229, deixei o interrogador em suspensão, quando ele perguntou: Pynchom? Seria ele o autor dessa burla? Hoje, responderia, usando um chileno, já morto: DONOSO. Do Peru, ECHEHIQUE. Confesso que perdi.

    3 anos atrás por Coriolano Jose da Cruz
  • http://www.casadasmusas.org.br/">http://www.casadasmusas.org.br/

    3 anos atrás por Casa das Musas
  • Os Escritores por Franklin Jorge
    Paul Newman por Sabastião Vicente
    Pensar o invisível por Tobie Nathan
    Entrevistas:
    Leda Tenório da Mota, Nilto Maciel e Régis Bonvicino
    www.casadasmusas.org.br

    3 anos atrás por Lauro Marques- Casa das Musas II
  • Revista Casa das Musas - No. 8
    Três traduções:
    1) Por que você escreve? - de Italo Calvino
    2) Sobre a poesia-deJ-PSartre
    http://www.casadasmusas.org.br/filosofia_inst_post.htm"> Instruções posteriores - de Ezra Pound3)
    E mais:
    http://www.casadasmusas.org.br/poesia_lauromaia.htm"> A poesia de José Geraldo Neres e Lauro Maia Marques
    Breve memória da Bienal Internacional de Poesia, por Alexandre Marino
    O samba é uma crônica por Eduardo Manhães
    Escrever é escrever por Francisco Bosco
    Conto de Carolina Dumaresq
    Crônica de Yvette Maria Moura e Marcus Rocha


    3 anos atrás por Lauro Marques- Casa das Musas I
  • Infelizmente é assim, poucos ajudam, muitos chutam.



    3 anos atrás por Alfredo Bertunes
  • Duvido que se fosse para fazer um elogio, o Coriolano teria perdido tempo pesquisando biografias na internet!



    3 anos atrás por Alfredo Bertunes
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