Quando nos deparamos com um mistério, um obstáculo intransponível à nossa lógica e entendimento, nossa insaciável necessidade pela compreensão nos compele a recorrer às divindades e ...
Teistas e ateistas, pouco me importam. Vale mesmo o indivíduo, dono do seu eu, senhor de si. Pronto para acreditar no que melhor lhe convir, pronto para servir-se da crença que lhe for favorável, apto ...
1 dia atrás por Marcelo Pasqualin Batschauer
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Sim. Deus existe
Gostei do texto, Denise. Parabéns.
Face às definições sobre ateísmo que surgiram nos comentários, postarei a minha:
Ateu: uma pessoa, um animal racional, que não conseguiu, depois de adulto, encontrar ...
Google Insights: mapeie comportamentos e tendências de pesquisas feitas na internet: http://t.co/7JY7qT7a 23 horas atrás
@DeniseRossi Pensando em algo audaz... 23 horas atrás
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Comentários
Parabéns pelo texto, perfeito.
Sem querer fazer nenhum tipo de merchandising, mas esse texto ajuda a espressar muito bem toda a nossa cultura cosumista, empregada em nossas mentes no dia a dia, como conta gotas de frases de efeito. Tenho ira ao ouvir o slogan de uma certa rede de magazines, que ao final de suas massantes propagandas de ofertas "imperdíveis" apresenta o slogan "VEM SER FELIZ!", como certeza de que nossa felicidade está em comprar, e melhor ainda para eles, se comprarmos lá, ai sim seremos "felizes".
Outrora, andei à cata de formação na filosofia, galgando uma graduação apenas começada, de onde sai para as Letras e para o autodidatismo de estudante de filosofia. Agora mesmo puxei um volume pequeno da estante, "Vidas de los filósofos más ilustres", de autoria de Diógenes Laercio, publicado pela Espasa-Calpe, da Argentina. Enfim... O Nietzsche tem certa razão: cada filósofo é a filosofia. À parte isso, a felicidade tem um excelente tratamento na literatura do Tolstói, nas novelas curtas. O filme "A última estação", que tematiza a fase final da vida do escritor de Guerra e Paz, também nos dá uma dimensão do que foi a busca da felicidade ao lado da condessa.
A data correcta é 25 de Janeiro de 1882, Inglaterra. De qualquer forma trata-se um texto muito completa para o conhecimento desta maravilhosa escritora.
1 semana atrás por Marisa Macedo
oba! mais um leitor (luiz andré) atento ao cenário das letras. valeu. grato pela participação.
Deveria continuar, sim. Suas escolhas literárias são louváveis e é muito bom perceber que neste mundo de best-sellers que se tornam modinhas do dia para noite, há espaço para clássicos e livros contemporâneos de conterrâneos e aqueles que fazem o leitor que desbrava as searas das letras a compreender melhor estas criações intelectuais e artísticas que estão a nossa disposição.
Texto simples que expressa ideias e questionamentos comuns a todo ser humano. Penso que a culpa não seja do consumismo, aliás, não é um sistema ou uma ideologia que represente toda a problemática. São questões, muito bem observadas no início do texto, estritamente individuais. O saber real acontece subjetivamente. Quando nossa busca pela saciação de nossos desejos estiver concluída estaremos aptos a morrer. Logo, atingir a felicidade s
Que sejam prestigiados todos que possuem esta síndrome, em detrimento de certas espécies que repetem-se à exaustão. Tenho medo de uma obra nova de um escritor que eu gosto muito. Medo de me decepcionar.
Ibiapina, meu filho, não feche os olhos para a escrita do Chico, assuma que o rapaz também tem talento para literatura. Hilário é voce não dizer nada nos seu comentário, mais que isso, é uma PIADA.
Pior do que o panfletarismo da esquerda, é o direita, disfarçada de "Liberal". Venho notando como o sr. EULER DE FRANÇA BELÉM, preenche as páginas desse site com artigos sempre soltando farpas contra a esquerda, de todas as formas; parece que ele esquadrinha livro em busca de citações sobre a esquerda, e acaba desviando o rumo do site.
Faltou o recente livro do Jô Soares "As Esganadas." Não que os outros livros desse autor sejam bons, mas neste último sequer existe aquela leve comédia que faz dar um sorriso. Parece uma junção de rascunhos que iriam ser jogados fora, mas na falta de idéias pensou-se que daria um bom livro.
Perfeito. Confirmou a minha suspeita de que não deveria passar nem perto desse "filme". Discordo de que o cinema nacional seja ruim. Temos gloriosas exceções. Independente da proposta de ser "arte" ou "mero entrenimento". Mas essa mistura de piadas forçadas dos Cassetas com o humorista bola da vez Adnet não poderia mesmo dar boa coisa. Hilário mesmo deve ter sido ver a plateia fugindo da sala de projeção.
Meu caro, este pessoal do casseta só agrada á Rede Global e uma meia dúzia de amigos deles que jogam pelada com eles no fds, eu não conheço nenhuma pessoa, nenhumazinha que goste deles. Este filme já estava fadado ao fracasso antes mesmo de estrear. O problema é que porcarias como estas são financiadas com o nosso dim-dim. O cinema deveria ser financiado com dinheiro da iniciativa privada sem um realzinho sequer dos cofres públicos, queria ver se porcarias como essas seriam levadas adiante. Seu texto está ótimo, ri pra caraléo.
Concordo em gênero e número quanto ao cinema nacional, os efeitos neurológicos dos óculos três-dê e a pipoca escorchante.
E concordo em grau, quanto à temperatura frigorífica...
Por último, posso afirmar que não há nada melhor do que curtir seu filme favorito (ou descobrir um novo) no conforto da sua casa.
A frase de Dorothy (O mágico de Oz) também se aplica a isso: "não há lugar como o lar!
Amigão, concordo com tudo que vc. disse, principalmente com o frio das salas de cinema e o som muito alto, eles acham que nós somos surdos? Esses dias meu marido resolveu que queria ir assistir um filme meio que de repente e eu não havia levado blusa. Resultado:preço do cinema 12 reais, preço da blusa que comprei às pressas 80 reais !
Mas deixe eu te indicar um filme nacional sensacional - não sei se você já assistiu : ESTÔMAGO (é o título do filme, mas não tem nada de escatológico ). É tão bom que nem parece filme nacional (coisa mais feia de dizer né).
Vêncio, não vou ao cinema e, para mim, filmes não são arte (só para mim - não quero convencer ninguém disso e não me sinto obrigado a argumentar a respeito, mesmo porque não sou especialista no assunto nem pretendo ser, graças a Deus). Cinema é entretenimento. Sobre seu texto, muito divertido. Pelo jeito, muito mais que o filme do ótimo humorista Marcelo Adnet. Abraço, Dr. Vêncio
Nos anos 1950/60, nós chamávamos filme ruim de abacaxi. E os havia em pencas, de todas as origens. Hoje, não se usa mais esse desqualificativo para filme ruim. Talvez porque os abacaxis tenham se multiplicado tanto, seja qual for a origem deles. O curioso é que um abacaxi como "A Mulher de 15 Metros", que vi na adolescência, hoje é até divertido. E são muito divertidas as chanchadas nacionais, que eram consideradas exemplos de abacaxis quando eu era adolescente. Por isso, costumo dizer que, dos anos 1950, até os filmes ruins são bons. Atualmente tenho visto filmes interessantes de várias origens. Pra ficar no cinema nacional, cito dois filmes de que gostei demais: "A Música Segundo Tom Jobim" e "O Palhaço". Mas sei que existem armadilhas às pampas por aí, das quais fujo como o diabo foge da cruz.
É muito engraçado entrar em uma locadora e ver que existe um gênero indistinto de filmes produzidos em território tupiniquim: "filme nacional". E neste balaio de gatos em película, podem ser encontrados pérolas como Lavoura Arcaica e desastres como os referidos acima. Qualquer longa-metragem que tenha uma ou duas pessoas com sotaque tipicamente brasileiro se encaixa no gênero, enquanto que em relação ao povo que fica ao norte das Américas, é possível encontrar até diferentes classificações de pornô nas estantes (de soft porns até hardcore porns). Vai entender, não é?
A questão não é do cinema nacional, pois há filmes de qualidade ruim em todos os países. E a questão sobre se cinema é arte, essa é realmente controversa. É questão de estar atento antes de decidir por um filme, embora às vezes as ciladas.com sejam inevitáveis.
Gostei do texto.....A felicidade como assunto vem me acompanhando há algum tempo, tanto que até escrevi um texto intitulado: "E a felicidade, é quando?" no blog taemchoque.wordpress.com
No texto discuto a respeito do querer sempre mais e nunca se satisfazer...
As ofertas são inúmeras e incessantes....o que fazer? se entregar a essa busca ou ficar consciente do que a vida está se tornando.....
Oh céus, oh vida.... http://bit.ly/w5o6qx
É natural que apareça literatura para consumo e chick-lit, afinal são descartáveis e não acrescentam em nada. Mas, não entendi Umberto Eco, Saramago e Clarice Lispector nessa lista. Fica até desconexo, sem sentido.
Opinião alheia é coisa para se respeitar, mas acho que não se pode confundir "livro que não gostei de ler" com livro ruim. Na lista, há predomínio de livros ruins, enquanto literatura, mas nada impede que muita gente goste de lê-los. Dizer, odiei ler Clarice Lispector é um direito de qualquer leitor, mas dizer que seu livro é ruim, aí já fica difícil de assimilar. O mesmo vale para alguns outros da lista,mas admito que grande parte dela coincide com o que eu listaria. http://www.mauremkayna.com
Não acredito em livros ruins! Acho a visão de livros ruins bem preconceituosa. Todos os livros citados ai não fazem parte de minha preferencia de leitura, mas fico feliz quando um aluno meu quer ler qualquer um destes livros. E tenta sair da zona de analfabetos que permeia o Brasil! Nem vou citar outros benefícios que a leitura pode trazer... Até manual de trator é bom, contando que uma pessoa goste! O importante é que existam leitores!
Recordo que iniciei lendo Sidney Sheldon e hoje estou em Jung... Que salto, né?
Rá... ótimo texto... mas não é nem um pouco difícil encontrar o Obama.
Eu devo encontrá-lo na próxima semana. Usei de chantagem: garanti que levava a Luiza comigo. Ele estava em cólicas porque ela estava no Canadá e nem passou nos EUA.
Talvez, incompleto, mas bem observado. Eu completaria dizendo que é possível ler ambos os tipos de literatura e isso não fará de ninguém uma pessoa mais inteligente ou não. Aliás, não faz alguém mais respeitável ou não.
Não vou discutir o mérito desta divisão. Se ela é boa ou ruim, porque a questão é complexa e nem sei realmente o que pensar a respeito. Não vejo porque ambas não possam conviver lado a lado, desde que cada uma entenda seu lugar (que em alguns casos pode ser os dois, como observou Gustavo em comentário anterior), mas sei que há mais envolvido que apenas "tradição literária".
A imensa maioria é ruim mesmo e não li. Agora Montanha Gelada, do Charles Frazier eu gostei. Ganhou até o National Book Award de 1997. No lugar dele eu colocaria Paraíso, da Toni Morrison, esse sim um verdadeiro chute no saco que não consegui ler além da metade. E o livro da Ana Maria Braga, não entrou na lista por quê?
Já li a maioria. A Moreninha,por exemplo, foi o livro que me fez apaixonar por literatura... Iracema, qnd adolescente, me fez suspirar lendo palavras difíceis de entender pra minha idade. O Código Da Vinci, eu li com a Bíblia e um livro de história do lado e depois dele, li o "Segredo do Anel" e outros livros que falam sobre a possibilidade de Jesus ter sido casado.
Amei "O Caçador de Pipas", embora tenha chorado horrores no final.
A saga Crepúsculo... me julgue: eu li toda! hahaha. Ah, me deixa ser adolescente lendo porquera as vezes. (A leitura é envolvente, já os filmes...)
Escrito nas Estrelas... Sidney Sheldon... li demais, esse e outros tantos do autor. (Amo Sidney. Sou uma pessoa ruim? rs)
A Cabana... li, e ele é realmente uma droga.
O "Segredo": Não só li como acredito mesmo na lei da atração. Mas ele é meio massante mesmo, principalmente no início...
A última música, bem como qualquer livro do Nicholas Sparks tem sempre o mesmo roteiro e alguém SEMPRE morre no final. Já li muito (Que moça apaixonada nunca leu?) Mas, realmente, tem muito mais coisa interessante pra ser lida por aí...
Não creiooo, cê colocou Forrest Gump: o Contador de Histórias??? Ahhh, eu curti.
Gente, tem três livros do Dan Brown ai? Rs... eu curto Dan Brown...
Com certeza existem livros muuuito mais ricos em conteúdo que esses, embora eu ache que alguns aí são bem ricos em conteúdo também. Mas, olha.. veja bem, todo mundo cede a algum prazer de "porcaria". Alguns comem Big Mac, outros lêem Paulo Coelho. Não julgo nenhum. Já fiz os dois. rs
Ah, faltou "O colecionador de sonhos" aí, do Augusto Cury. Esse é tão ruim que nunca passei da 5º página...
O Jornal do Brasil, foi durante muitos anos, a minha leitura predileta. Nas décadas de 40 e 50, o JB publicava uma série de anúncios de empregos e foi assim que comecei a trabalhar e passei a fazer sistemàticamente a sua assinatura. Hoje, sinto muito sua falta. Durante arevolução de 64, foi energico e teve muitos artigos sob censura.
A proposta do filósofo é a questão. Resposta cada um tem a sua.
Filosofia é a arte de perguntar, muito mais do que a da de dar respostas.
Fiz uma matéria sobre Sartre, li-o muito.
É... Mas...
A m... é o cogito. Quem filosofa?