Parece que o Carlos Rio está comentando sobre um outro texto. Porque este nada tem a ver com poluição versus religiosos. Apenas levanta a questão de que a civilização ocidental está impregnada pela ideia de que nós não pertencemos ao mundo natural, mas ao mundo metafísico. A conseqüência dessa noção leva a civilização atual (religiosos e não religiosos) à condição ética de não ter responsabilidade moral sobre a natureza. Querer levar a coisa para o chão raso do catecismo é no mínimo fugir da discussão no nível que o assunto merece.
Todas as religiões prometem uma recompensa... pela excelência de propósitos ou do coração, mas nenhuma pela excelência do cérebro ou do discernimento. A cegueira religiosa acaba por desviar o centro das discussões, como comprova o comentário de senhor Carlos Rio.
Texto muito bem formulado, mas concordo com o comentário de Carlos Rio, sobre a desonestidade na articulação da situação degradante ambiental por culpa das religiões. Seria como esperar que Deus fosse me salvar de uma "provável chance de 100%" em ter alguma doença por fumar, independente de qualquer crença em Deus ou em Darwin todos temos, ou deveríamos ter consciência do que estamos fazendo com nossa única casa, ou com nosso corpo. Fica desonesto culpar um ou outro, ou alguma situação, pelo erro nosso, principalmente por nos considerarmos animais racionais. Em várias situações, como esta, por exemplo, fico pensando onde está o “racional” de tudo isto?
Chega ser desonesto articular a situação ambiental degradante atual à religião, como se doutrinas religiosas fossem reponsáveis pelo buraco na camada de ozônio, por exemplo ou quem sabe pelas toneladas de CO2 emitidas diariamente ao redor do mundo (cristão, muçulmano, judeu, budista...). Afirmar que "Não custa lembrar que tal teoria [ da evolução] é uma das formulações mais sobejamente comprovadas" pelo fato de apontar um passado de fósseis é convenhamos, muito pouco. Só mesmo quem não conhece teologia pode imaginar que Deus ira salvar o planeta de uma ecatombe. Por enquanto, cabe aos cientistas faze-lo caso eles não estejam inventando coisas mais legais como energia nuclear, por exemplo.
Caro, lei sempre seus textos. Gosto sempre. Entretanto, quando exagera na conversão de estrangeirismos para a língua portuguesa, fica bobo. Uma sugestão: não deixe de fazê-lo, mas faça com cautela, diferentemente do que fez neste. Tudo em excesso cansa.
Quando nos deparamos com um mistério, um obstáculo intransponível à nossa lógica e entendimento, nossa insaciável necessidade pela compreensão nos compele a recorrer às divindades e ao sobrenatural, justificando o lapso de conhecimento que nos constrange e sufoca.
Mesmo diante da grandiosidade do Universo, da beleza incomensurável da Natureza e dos sentimentos altruístas que nos acometem eventualmente, buscamos no esotérico, no místico, no religioso, no eterno, a explicação das razões do existir.
No entanto, nossa pequenez não nos permite constatar a contradição que nos acomete e nos cega: ao mesmo tempo em que nos surpreendemos e nos extasiamos com a percepção sensorial do Belo, através de nossos olhos, ouvidos e pele, com nossas mãos, ferramentas e invenções o destruímos, contaminamos com nossos dejetos, corrompemos com nossos atos, condenamos com nossas omissões e covardias…
A existência de cada indivíduo, que mal ultrapassa um século, nos impõe os limites do tempo e do espaço… infinito é incompreensível! A existência do homo sapiens, que não chega a 10.000 séculos, nos credita a convicção de nossa superioridade diante da Vida… A existência do Universo, a partir do Big Bang, que supomos não ultrapassar os 40 milhões de séculos, nos leva à indagação: mas, e antes disso, o que existiria?
E a resposta confortável está na Bíblia: "no Princípio era o Verbo, e o Verbo era Deus!"… e por uma palavra de Deus, o Universo se formou, e o dia se separou da noite, e a terra se separou das águas, e os seres vivos se separaram da matéria…
E tudo se resolve em nossas mentes… e, ainda que o Ser Humano venha a desaparecer da face da Terra, seja por uma fatalidade dos transtornos climáticos, seja por sua ação maléfica e daninha sobre a Natureza e sobre si mesmo, ainda assim, em outros planetas, haverá Vida, que se perpetuará pela transformação e evolução natural, gerando ou não seres conscientes de si mesmos, sendo bela por si mesma, ainda que não percebida por ninguém, ainda que não tocada, não vista, não declamada em versos…
E, no entanto, na pequenez de nós mesmos, estaremos a acreditar que a Beleza existe apenas porque nossos sentidos a tornam assim… e que o Universo foi criado apenas para que nós, reles seres humanos, vermes cósmicos imperceptíveis, consumíssemos seus recursos, impunemente, ao nosso bel-prazer! E que, por isso, somos eternos!
Minha missão, consciente de minha insignificância no concerto do Universo, será a de tão-somente declarar minha gratidão por existir, de dedicar a vida que me resta a lutar pela preservação da Natureza, por ser capaz de perceber tanta beleza e poder compartilhar, em palavras e atos, meus sentimentos com vocês…
Teistas e ateistas, pouco me importam. Vale mesmo o indivíduo, dono do seu eu, senhor de si. Pronto para acreditar no que melhor lhe convir, pronto para servir-se da crença que lhe for favorável, apto a compreender-se como ser finito ou quiçá infinito, maduro para não querer fazer das suas idéias a verdade absoluta, atento para aprender que a razão só existe enquanto o homem existir. Prezada autora, meus sinceros parabéns pela criatividade neutra e individual do Universalismo Estrelar. Siga acreditando em você.
3 meses atrás por Marcelo Pasqualin Batschauer
sobre
Sim. Deus existe
Gostei do texto, Denise. Parabéns.
Face às definições sobre ateísmo que surgiram nos comentários, postarei a minha:
Ateu: uma pessoa, um animal racional, que não conseguiu, depois de adulto, encontrar as evidências apontadas por seus pais na infância sobre serpentes falantes, sodomia, adultério e mortes sob a justificativa do bem. Também não entendeu de que realmente foi salvo. Quando entra em debates com pessoas religiosas estes se transformam em discussões e ele sempre se ferra e passa por anticristo, quiçá esquizofrênico e divulgador do mal Nossa! Parece uma autobiografia;
Agnóstico: "Um ateu cagão" (As esganadas - Jô Soares. Se tiver paraíso, tô dentro!
O medo de julgar - o que fazemos todos oa dias e a todo momento - é tão grande que alguém escreveu aí abaixo que não há livros livros ruins e que não se pode comparar livros, apesar de haver livros que não conseguiu ler até o fim... Vai entender.
Apareceram tantos comentários nos quais se afirma que não há livros ruins, apenas livros mal escritos, que me pergunto: um livro mal escrito não é ruim nesse aspecto? Onde estás, Nelson Rodigues, para resgatar o óbvio ululante?
As pessoas não gostam de julgar, acham que é errado. Tá bom: então Jesus é igual a Judas, pois não se pode julgar. E música, também não há música ruim? Não há filmes ruins? Pinturas ruins?
Diante do comentário acima, do Felipe Holloway, gostaria de enviar-lhe um exemplar do meu recente "Libido aos pedaços", Romance lançado pela Ed. Record. Seria possível um e-mail de contato com o Felipe? Antecipadamente agradeço.
Att.
Carlos Trigueiro
Não acredito de forma alguma que tenha se matado, afinal ele não era nemhum lunático era um estrategista, o suicídio não é saída para os fortes, acho muito infantil acreditar-se que ele simplesmente se suicidou, porque alguém se casaria para se suicidar logo após?
Li alguns. Leio tudo o que aparece em minha frente. Adoro ler. Não acredito em livros ruins. Acredito em livros mal escritos. Mas como saber que o livro me agradará se não o ler? Então, leio! E não os comparo. Não posso comparar um livro com outro. Cada um deles me ensina uma nova lição, uma nova visão da vida. Mas, confesso que houve livros cujos autores não conseguiram me levar até a última página.
Até...
Caros Luiz, Linkowski, Paulyana, Nathan e Alberico, obrigado pelos comentários aqui postados. Continuem conosco. Tiau!
3 meses atrás por eberth vencio
Amigos JB, Braz e Edmar, obrigado pelo incentivo.
3 meses atrás por eberth vencio
Eu encarei o propósito da listagem como um tipo de brincadeira, não levei á sério. Listar top 10, 20, 30 e agora 40 é uma coisa muito pessoal. O que é bonito, bom e gostoso ao meu ver pode ser uma merda ao ver das outras pessoas. Eu concordo com a professora Lia Farias. Não existem livros ruins, na minha opinião existem livros mau escritos, mau elaborados. Da listagem apresentada não li nenhum deles, não pretendo lê-los também, pois não fazem o tipo de leitura que me atraia. Meu enteado de 14 anos tem muita resistência a ler. Eu vivo falando para ele ler, falo da importância da leitura em todos os aspectos da vida (da inserção social á comunicação), ele não dá a mínima. Ele simplesmente não sente vontade alguma em ler. Eu insisto com ele para procurar livros que tratem dos assuntos que o interessa (skate, futebol, jogos eletrônicos, RPG, garotas, terror). Eu vejo dentro da minha casa um exemplo dos dias de hoje: a maioria da rapaziada da geração dele não se interessa por leitura, são na maioria analfabetos funcionais. Ele repetiu de ano na escola. As notas dele são sofríveis. Em português, nossa! Sem comentários. Ele mau consegue elaborar um texto de 5 linhas com o mínimo de compreensão. A maneira dele escrever é de uma criança de 7 anos recém alfabetizada. Claro, a mãe dele tem a parcela de responsabilidade. Estamos juntos há um ano e eu também me insiro como responsável por ele, tenho demandado muitos esforços para incutir na cabeça o mínimo de vontade em melhorar a grafia, o vocabulário (repleto por gírias) e o gosto pela leitura. O grande culpado disto é o Estado com a sua política de aprovação continuada. Este garoto não deveria ter chegado ao fim do ensino fundamental com este desempenho escolar de um analfabeto funcional. O resultado é que aqui em Minas não há aprovação continuada e no primeiro ano dele aqui como aluno da rede pública estadual é a repetência. O ensino estadual de Minas é deficitário e cheio de problemas. Eu e a minha esposa acompanhamos de perto este primeiro ano dele frequentando o colégio do bairro que moramos. Os professores e a direção da escola são muito dedicados e esforçados. Por iniciativa da diretora foi implantado um horário alternativo para plantão de dúvidas e de reforço escolar. No ano passado fomos á todas as reuniões de pais e pude verificar como os professores e a direção da escola estão empenhados em formar bons alunos que serão bons cidadãos no futuro próximo.
A minha esposa que é oriunda de SP ficou espantada com o atendimento dos professores e da direção da escola, mais, ela ficou surpresa com a forma respeitosa, porém, enérgica com que os professores se relacionam com os alunos. Ele me disse que na escola onde o meu enteado estudava até 2010 em SBC os alunos afrontavam os professores, a direção e os demais funcionários da escola. Os professores também não tinham o menor interesse em reverter a situação. Desculpem-me por ser prolixo, mas achei oportuno. Parabéns á professora Lia Farias.
Uma grande piada que soa como verdade? Ou uma pequena fração da realidade que serve como paródia? Por um ou por outro, ainda é mais divertido do que desventuras no Congresso ou nos Carandirus da vida. Quer dizer, divertido para os leitores, não para ti que teve de "suportar" ares tão refinados de tal dama tupiniquim que, assim como as "megamentes" de um tal Big Brother, agora batem insistentemente ponto em nossas pequenas telas chamadas de Tv aberta.
Adorei o texto e destaco as transformações criativas e fonéticas de estrangeirismos para a língua portuguesa. Nem tão velada crítica de costumes. Parabéns!
Obrigado a todos, mesmo havendo muitos conflitos de opiniões, elas me foram úreis. Confesso que muitos deste não li, mas vi que alguns são unanimidade, mas acredito que deixar Machado de Assim de fora foi um erro.
Belíssimo texto. Além de despertar esta curiosidade por Lisboa e por desvendar os territórios portugueses, seu texto não se desfez em estereótipos pejorativos que nós brasileiros frequentemente utilizamos para "chamar" nossos conterrâneos de além-mar. Quem sabe se nossa história pregressa não tivesse terminado de maneira a deixar-nos com um gosto meio amargo na boca, poderíamos reconhecer Portugal pela grandeza que foi e pela melancolia que persiste nas letras do fado e na poética de Fernando Pessoa e companhia. É preciso perceber que uma nação se faz de pessoas como os fadistas que, ao impostar tanta emoção nas melodias e letras do fado, faz viver o ideal de um povo, as agruras de um coração machucado, a nostalgia por um tempo que nunca voltará.
Dá-lhes, admirável Eberth! Eles merecem. Eles & elas, certas personas mascaradas da sociedade, num circo de patéticos fantoches, com suas grifes, cosméticos e aparências. Para além do imediatismo do riso, seus textos motivam reflexão enquanto críticas de comportamento, eivadas de metafóricos deboches, adesivos que bem se aplicam aos seus respectivos alvos.
Mudei bastante minha visão sobre bom e ruim de uns tempos pra cá. O gosto por certo tipo de livro varia de situação, nível intelectual e tendência. Há pessoas que se encontram perfeitamente em Paulo Coelho, outros que o desprezam e outros que nem o entendem! Não é porque Clarice, Saramago e José de Alencar são famosos que tem de ser unânimes. Eu nunca leria um livro do Eike Batista, por exemplo, e não é nem porque o ache um mau escritor e sim porque não é o meu tipo de literatura. Não curto chick-lit mas não exageraria a ponto de colocar todos os livros do gênero em uma lista assim, na verdade não criaria uma lista assim, sou apaixonada demais para ser tão radical.
"Porque para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro". Pena que nem todos podem pensar assim. Por isso, vivem no medo na angústia. Vivem sim uma vida vazia, sem sentido. A morte não é o fim.
O problema não está na crença da existência ou não de Deus, pois se existimos é porque algo nos criou. O problema está na natureza do criador. O Universo é infinito, portanto, nada pode criar o Infinito, uma vez que nada pode ser maior que ele. Então só nos resta uma alternativa: O próprio Universo é o criador. Mas como o Universo seria o próprio criador? Sabemos que tudo no Universo é regido por uma linguagem matemática. Hoje, os cientistas já sabem queo universo todo é permeado por uma energia. Eles a chamam de Energia Escura, porque não a vêem. Ora, uma Energia infinita e regida por uma linguagem matemática é uma Energia Inteligente. Logo, o próprio Universo é um campo infinito de energia inteligente, mas não Consciente, pois não faz sentido a existência de um ser que não conhece sua própria dimensão, já que é infinito (pelo menos, segundo Huberto Rohden esta forma de consciência que conhecemos). Esta teoria se encaixa na filosofia taoista que diz: Tao (o Universo Imanifesto, Deus) gera Ki (uma energia secundária já pertencente ao universo relativo), pois se divide em Yang e Yin e gera tudo que existe. Para quem quer se aprofundar neste assunto escrevi o livro O MITO DO DEUS PAI publicado pela EDITORA BIBLIOTECA 24X7 e que pode ser adquirido diretamente no SITE DA EDITORA ou na LIVRARIA CULTURA. Ele discute o Universo Inteligente, senhor de sua própria criação. Entretanto, este não é um livro materialista, pois mostra que somos quantidades ínfimas de energia gerada pela vibração da Inteligência Infinita até adquirimos consciência através das sucessivas reencarnações em corpos materiais até evoluirmos para Seres Superiores (Espíritos de Luz).
Infelizmente, este é um assunto sobre o qual as pessoas se recusam a falar e até a pensar. Elas têm medo, horror mesmo do desconhecido e isso leva ao comodismo de aceitar as explicações burlescas dos religiosos inclusive de que quando se sofre é por que o deus pai gosta muito de nós e está nos pondo a prova para ver nossa o grau de nossa fé. Esta é a desculpa que os religiosos têm par justificar a miséria humana. Como psicanalista posso assegurar que esta é uma atitude de transferência dos nossos pais biológicos que nos protege quando criança para um pai mais poderoso que nos protegerá quando adultos. Recebi um E-mail que trazia uma lenda cherokee da iniciação de um jovem ao estado adulto. Nela ele ficava de olhos vendados a noite toda a mercê de toda sorte de perigos, mas ao acordar e tirar a venda dos olhos viu que seu pai estava ao lado dele o tempo todo. Comparava a mensagem a Deus nos protegendo. Respondi então: Se Deus está ao nosso lado, por que então ele não protege seus "filhos" como o pai do índio e evita tanta desgraça, tanto assassinato no meio do mundo. Esta é a razão pela qual nossos antepassados tomaram os extraterrestres que assomaram em nosso céus como deus e sua comitiva de anjos que vieram trazer justiça à Terra, fazendo prosperar os bons e aniquilando os maus, imagem esta bem retratada nos textos bíblicos e que perdura até hoje, mas o Infinito não pode se reduzir ao finito (aspecto humano). Assemelho esta condição a de dois personagens lendários de nossa história. O primeiro chamado de Bartolomeu Bueno da Silva vendo as índias ricamente adornadas com chapas de ouro procurou saber sua procedência. Como ela se recusaram a lhe informar ele pôs fogo a uma tigela contendo aguardente, afirmando que, se não lhe desse a informação lançaria fogo em todos os rios e fontes. Com medo, os índios informaram o local e o apelidaram de Anhangüera (em tupi, añã'gwea), diabo velho. O outro persongem é Diogo Álvares Correia que recebeu o apelido de Caramuru (palavra tupi que significa lampreia) ao afugentar indígenas que o queriam devorar, matando uma ave com um tiro de arma de fogo. O náufrago português foi bem acolhido pelos índios Tupinambás que o chefe deles, Taparica, lhe deu uma de suas filhas.
Pedro Cabral Cavalcanti – pcabralcavalcanti@gmail.com
3 meses atrás por Pedro Cabral Cavalcanti
sobre
Sim. Deus existe
Querer desvender mistérios físicos, quimicos e outros que formam nosso mundo é como querer enxergar atomos com microscópio ótico, cujas lentes são feitas também de átomos.
Seriamos mais felizes sem religiões.
Como nasceu o universo? Não importa. Mesmo se importasse ainda seria inútil.
PS: Denise, você é brilhante.
Sem ironias: o texto é muito bom e até bem argumentado, mas não consegue, efetivamente, provar a existência de deus (mesmo com o bem elaborado jogo de palavras "todo efeito tem uma causa e não toda causa tem uma causa"). O que fica é o sentimento de que cada um tem o deus que quer ou precisa, como se fosse um sabonete, definição que Luis Felipe Pondé usou num programa "Invenção do Contemporâneo" sobre Zygmunt Bauman.
Na minha concepção o ponto de partida pra qualquer conjectura acerca desse tema, é Negar a existência de qualquer convicção que não comporte evidência. É tão mais honesto e menos pretencioso admtir o "não sei".