Quando nos deparamos com um mistério, um obstáculo intransponível à nossa lógica e entendimento, nossa insaciável necessidade pela compreensão nos compele a recorrer às divindades e ...
Teistas e ateistas, pouco me importam. Vale mesmo o indivíduo, dono do seu eu, senhor de si. Pronto para acreditar no que melhor lhe convir, pronto para servir-se da crença que lhe for favorável, apto ...
1 dia atrás por Marcelo Pasqualin Batschauer
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Sim. Deus existe
Gostei do texto, Denise. Parabéns.
Face às definições sobre ateísmo que surgiram nos comentários, postarei a minha:
Ateu: uma pessoa, um animal racional, que não conseguiu, depois de adulto, encontrar ...
Google Insights: mapeie comportamentos e tendências de pesquisas feitas na internet: http://t.co/7JY7qT7a 23 horas atrás
@DeniseRossi Pensando em algo audaz... 23 horas atrás
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Comentários
Parece que muita gente não compreendeu o texto...
Também sou contra a tortura de animais, porém, a vida humana deve vir em primeiro lugar sempre, seja quem for..
E combater a violência usando de violência é burrice!
Que a internet sirva para coisas mais úteis!
Esse livro mostra a necessidades das pesquisas sobre o tema, há algum tempo tenho pesquisado, por simples curiosidade sobre esse tema e notei a escassez de conteúdo e a dificuldade de encontrar o mesmo.
Um brinde para iniciar um ano com os olhos marejados por tanta poesia. Nao me conformei em ler apenas, o texto, li também os comentários e concordo com todos. Resumindo. Brilhante!
Pois é, eu sempre comentei com os meus pares: O Eberth "Vence", porque é Franco. Um grande abraço, fraterno e sincero. Afinal, as walquirias (a minha, é com W e K), como exímias guerreiras, venceram a batalha. Feliz 2012!!! Zémaria Chaves
Mino Carta não é santo, mas é um profissional verdadeiro, íntegro e coerente, por toda uma vida. Os Civita, por outro lado, juntamente com a Família Marinho são um câncer para o Brasil.
Certa vez um amigo, dos mais cultos e apaixonados por livro, me disse que quando morresse queria ir, quase como você, a uma biblioteca. E já tinha lhe dado o formato: idêntica à de Babel criada por Borges...
Singelo texto.
Abraço,
Divertido e sutil. Entretanto, sem deixar perder o tom original da angústia que se esconde entre uma palavra e outra, entre as páginas em branco dos cadernos da papelaria. Parabéns.
Perfeitamente, estou realmente percebendo que o mesmo esforço que ele faz pra mostrar a terrivel personalidade de Stalin, ele também fa para preservar a imagem de Lênin, que segundo ele queria democracia (anh?) dentro do partido .
Acho que a idéia que Volkogonov tenta passar é de que a Revolução de 1917 seria algo realmente muito bom se Lênin nao partisse tão precipitadamente ou se ao menos suas ultimas instruções tivessem sido seguidas a risca .
As pessoas nunca vão concordar completamente com tudo. Eu achei uma ótima lista, muitos desses livros eu já tive o prazer de ler. E o que mais me encantou entre todos foi o livro LOLITA. Muitas pessoas tem preconceito com esse livro, mas eu asseguro que nunca li um livro em que um homem descrevesse com tanto amor uma mulher. É um livro tocante e dotado de uma delicadeza sem igual. Também acho muito bom que essa geração, que eu também faço parte, estejam lendo livros, nem que sejam de vampiros ou bruxos. Eu mesma li Harry Potter, tenho todos os livros e gosto muito. Acho um ótimo livro pra "viajar" por outro mundo, e não podemos negar seu sucesso. Prefiro que minha geração leia alguma coisa, nem que seja Crepúsculo (horrível!!!), do que nunca pegar um livro. A gente tem que entender que o mundo mudou e as coisas que antes eram atraentes hoje não são mais.
Emocionante...a identificação com o texto foi tamanha que como outro mineiro, Milton Nascimento, me perguntei pretenciosamente ..."como não fui eu quem fiz?"
Em minas, tomando café preto e comendo pão de queijo. 17 anos, uma aba aberta do Facebook e um livro na mesa. Lágrimas quase a saltar e mãos embaraçadas ao ler algo que me limpou os olhos. A vista andava cansada com tão pouco ar dentre 140 caracteres.
Obrigada por compartilhar tanta saudade, fez a minha com referências concretas.
quando te li, marcelo, me vi. sinto isso apenas com escritores que sei que são bons, que guardam em si uma potência para a grandeza. poucos sabem, mas sou o arqueólogo da bula. todo os dias vasculho os arquivos à procura de textos que me despertem a atenção. sempre encontro.
o seu, porém, foi o que me causou um impacto maior. não só por essa identificação imediata, mas porque invejo o seu jeito de escrever. e não é aquela conversinha de inveja saudável. é inveja da braba.
brincadeiras à parte, me dói ver em que ponto estamos. o tanto de tempo que perdemos com o supérfluo, o desnecessário. quão pouco lemos, escrevemos. sempre tive (ainda tenho um, só que pouco) a vontade de ser escritor, mas sinto-me sufocado pra isso. nem falo da minha falta de talento, isso com esforço e disciplina se vence. o que me destrói é ver a solidão que me encontro. querer falar de um universo que não desperta mais o mínimo interesse em ninguém: o universo dos livros, e ficar falando ao vento, muito me dói. o nada, a baboseira superficial que angaria milhões, tem tanta força, que sinto-me fraco demais para disputar. preferi desistir. não vou ser escritor. vou perder muitas linhas e suor pra que depois todos fiquem rindo e me tratando como se fosse um anormal. choro enquanto escrevo isso. chorei quando li seu texto, marcelo. e choro por ver no que essa geração pós-moderna (ou hipermoderna como queira o habermas) se tornou. choro porque faço parte de tudo isso.
sei que aqui não é o espaço para desabafos juvenis mas, a medida que fui escrevendo, senti essa necessidade. obrigado marcelo pelo texto.
do seu leitor menino,
ricardo.
Preciso dizer que o texto do escritor Marcelo Franco (sim, Franco é escritor de primeira) é um dos melhores que li nesta Bula de tantos craques de hoje e de outrora. Franco só não escreverá obras importantes se não quiser. Ingredientes para isto não lhe faltam: cultura literária, ótima argumentação, sensibilidade poética, inteligência. Ô, Franco, dá pra conciliar a promotoria e as letras, rapaz. Dá um jeito aí. Quem sabe num desses bate-papos com os caras lá de Minas surge uma ideia para a compatibilidade? Confesso que eu gostaria de ter escrito "Nenhum Brasil existe e Minas não há mais". Concordo com tudo que você disse sobre o oco reluzente nos dias atuais. Hoje, basta ter dois neurônios na cabeça e 140 caracteres nas mãos para "brilhar". Obrigado por dividir conosco linhas tão esbeltas e, quiçá, nos despertar para maior catexia literária. Sou franco. Abraço, amigo
Que belo texto. Me deu uma nostalgia da arte que vivi na minha juventude e todos esses homens que lia vorazmente...fui aluno do Hélio Pellegrino mum curso livre pra psicanalistas jovens...foi ele que me fez acreditar que minha arte teria mais importância pros outros do que a psicanálise...estava certíssimo. Não conheço o autor do texto (desculpe minha ignorância), mas é um excelente articulista... E a Bula vai se superando...
Francamente, Marcelo Franco: parabéns! Que beleza. Você escreve com alma. Seu texto é vivo. Eu também não entendo como o cinema tornou-se a única fonte cultural de tão grande número de "intelectuais". Repito: texto belíssimo, do início ao fim.
Excelente o texto! Como fã de "Chaves" desde a infância, só tenho a dizer que é um dos textos mais criativos já escritos sobre o seriado. A genialidade do artigo não está no viés sisudo e mau-humorado com que alguns o leram, mas sim no que tem de veia "chavística", por assim dizer, isto é, pilhéria, troça, bom-humor pueril. É isso que faz o "Chaves" ser a obra-prima do maior humorista de toda a América Latina (Roberto Gomes Bolaños). Ah! Fantástica a observação sobre o Prof. Girafalles fumar dentro de sala. Isso hoje seria impossível de se ver mesmo num seriado para adolescentes, quanto mais um voltado para crianças.
Achei bem enredrado e delicioso de ler. Cumpriu a função de brincar e pensar, simultaneamente. Aposto que todos, lá no âmago, pensaram, mesmo sabendo da brincadeira: será que é? Hehehe. Tenho certeza também que a Folha Universal publicaria o texto com honra e destaque. Hahaha.
Marcelo, quanta beleza nostálgica no seu texto! Do tempo que não viveu e do que já se passou. Conhecendo-o há muito, sei da sua grande paixão pelos livros. Você sempre me fez lembrar um querido personagem da infância, cheio de sabedoria e que estava sempre entre os livros: "Visconde de Sabugosa" do Monteiro Lobato (agora vamos para a literatura do "café-com-leite" com o escritor paulista!). Parabéns, Marcelo! Feliz ano novo e nos presenteie mais com sua escrita.
Pedro Nava e o quarteto mineiro. O desespero da finitude inevitável.Um belo texto, parabéns Marcelo.
Ando a ler o Nava autografado que me deste de presente; de novo, obrigado.
Acredito sim que Hitler viveu e morreu na América do Sul.
Anos atrás, saiu uma reportagem na imprensa dizendo que, segundo testemunhas, um homem muito parecido com Hitler e portando documentos de Adolfo Hitler, passou por Goiás.
Essa passagem de Hitler pelo Brasil precisa ser investigada.
Só não acredito na história que os americanos fizeram acordo secreto pra proteger Hitler. Isso é história plantada pelos americanos, talvez até com documentos forçados, pra mostrar eles como poderosos e bem informados.
É bom lembrar que grupos de caçadores de nazistas israelenses também nunca acreditaram no suicídio de Hitler na Alemanha.