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Euler de França Belém
A guerra dos poderosos chefinhos Puzo e Sinatra
04/07/2009 | Por
Euler de França Belém
em
livros
Frank Sinatra é o cantor Johnny Fontane de “O Poderoso Chefão”, de Mario Puzo (livro) e de Francis Coppola (filme). Durante anos, a Máfia patrocinou o amigo Sinatra e, quando sua carreira caminhava para a decadência, mafiosos, como Sam Giancana, levantaram-na com elegância e, não menos importante, violência...
Não sou Flaubert nem Haussmann
04/07/2009 | Por
Euler de França Belém
em
colunistas
Enio e Haussmann são dois talentos notáveis e, apesar da refrega, é provável que tenham mais em comum do que pensam. Enio é de esquerda, mas Haussmann não é de direita. Não tem militância alguma, nem na faculdade. No máximo, é um livre atirador que sabe tudo ou quase de literatura inglesa, irlandesa, francesa, italiana e portuguesa (nem estou citando a brasileira). Além de ser cultor dos clássicos. Sua tese de doutorado foi escrita em inglês. Portanto, não é monoglota...
Mencken diz que Ambrose Bierce antecipou Zola
27/06/2009 | Por
Euler de França Belém
em
livros
Bierce, avaliza Mencken, “foi o primeiro escritor de ficção a tratar a guerra com realismo. Antecipou-se inclusive a Zola”. Mencken, que conheceu o escritor, assinala que “ele extraiu de sua participação na guerra [Civil Americana, 1861-1865] não foi um horror sentimental a ela, mas uma espécie de cínico deleite...
William Faulkner em alto estilo
12/06/2009 | Por
Euler de França Belém
em
livros
“Absalão, Absalão!”, de William Faulkner (1897-1962), traduzido pela Nova Fronteira, não consta nas livrarias há vários anos. Com sorte, é possível encontrar uma edição conservada nos sebos. O romance, um dos mais importantes do escritor americano, ganha nova edição, da Cosacnaify, este mês, com tradução de Celso Paciornik. Repor Faulkner na praça, sobretudo nas edições e traduções competentes da Cosacnaify, é uma grande notícia cultural...
Centenas de brasileiros lutaram ao lado dos nazistas
07/06/2009 | Por
Euler de França Belém
em
livros
O mestre em ciência política e doutor em ciências sociais Dennison de Oliveira, professor da Universidade Federal do Paraná, escreveu um livro muito bom, mas ainda exploratório, sobre brasileiros, filhos de alemães, que lutaram na Segunda Guerra Mundial ao lado dos nazistas de Adolf Hitler...
Quatro comentários breves sobre livros recentes
05/06/2009 | Por
Euler de França Belém
em
livros
Eles Foram Para Petrópolis — Uma Correspondência Virtual na Virada do Século”, cartas trocadas entre o intelectueba Ivan Lessa e o jornalista Mario Sergio Conti. “Literatura Brasileira — Modos de Usar” (L&PM, 143 páginas), de Luís Augusto Fischer, crítico literário gaúcho. “Um Encontro”, do tcheco Milan Kundera e “A Arte da Ficção” (L&PM, 245 páginas), de David Lodge...
Livro de Peter Gay sobre modernismo provoca polêmica
29/05/2009 | Por
Euler de França Belém
em
livros
O livro “Modernismo: O Fascínio da Heresia — De Baudelaire a Beckett e Mais um Pouco”, de Peter Gay, provoca polêmica nos jornais patropis. Marcelo Coelho publicou petardo, na “Folha de S. Paulo”. O jornalista garante que Gay não incorpora as discussões recentes sobre o modernismo e seria raso em algumas questões. O “Estadão” entrou na dança com ensaios de Teixeira Coelho e Francisco Alambert, professores da USP. O segundo Coelho, o Teixeira, sustenta que o livro de Gay é uma espécie de “Reader´s Digest”. Não serve “nem para quem se inicia, nem para quem é iniciado. Alambert, quem sabe menos ressentido, diz que Gay vê “coisas que geralmente são omitidas pelas leituras formalistas ou historicistas...
Livros para entender a Segunda Guerra Mundial
22/05/2009 | Por
Euler de França Belém
em
livros
No dia 1º de setembro, numa terça-feira, faz 70 anos que começou a Segunda Guerra Mundial, terminada em maio de 1945 (no cenário europeu). Por isso as editoras brasileiras estão lançando tantos livros sobre o assunto...
Memórias russas de amor, arte e sangue
22/05/2009 | Por
Euler de França Belém
em
livros
O jornalista inglês Owen Matthews é jovem e, em termos de memórias, jovens têm pouco o que contar, exceto no caso de Keats, Büchner, Rimbaud e Radiguet. Entretanto, surpreendentemente e talvez nem tanto, Owen tem o que contar, e conta, com fervor, dosando emoção e razão no mesmo copo de vida. Seu “A Herança de Stálin — Três Gerações de Amor e Guerra”...
George Eliot e Nechama Tec viram homens no Brasil
15/05/2009 | Por
Euler de França Belém
em
livros
A inglesa George Eliot (1819-1880) é uma escritora tão poderosa quanto Virginia Woolf. Por ter assinado seus livros com nome masculino, Mary Anne Evans é confundida, sobretudo no Brasil, com homem. Na tradução de um livro de ensaios de Gore Vidal, Diogo Mainardi escreve: “Embora um George Eliot...”
Historiador diz que participação do Brasil na Segunda Guerra não foi simbólica
15/05/2009 | Por
Euler de França Belém
em
livros
O poeta e jornalista Carlos Willian me pede uma lista mínima de livros sobre a participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial. O leitor, se iniciante, deve começar pelo opúsculo (muito bom) “Os Brasileiros e a Segunda Guerra Mundial” (Jorge Zahar, 78 páginas), do doutor em história pela USP Francisco César Ferraz. O historiador diz que, “em um balanço sobre a atuação da FEB [Força Expedicionária Brasileira] em combate, seu desempenho pode ser equiparado ao das melhores unidades aliadas envolvidas na frente italiana”...
Historiador inglês discute a literatura transnacional sobre a Segunda Guerra Mundial
08/05/2009 | Por
Euler de França Belém
em
livros
Norman Davies possivelmente entende muito de história e pouco de cinema. Talvez o mesmo ocorra com suas interpretações literárias. No capítulo final do livro “A Europa na Guerra: Uma Vitória Nada Simples — 1939-1945” (Record, 599 páginas), Davies discute a produção literária que enfoca a Segunda Guerra Mundial, mas não do ponto de vista estético, e sim a respeito de como apresentaram o assunto...
A Segunda Guerra Mundial e o trabalho controverso dos historiadores
01/05/2009 | Por
Euler de França Belém
em
livros
Lidar com a história da Segunda Guerra Mundial, depois de 64 anos de seu fim, parece fácil, mas não é, diz Norman Davies, no livro “Europa na guerra — 1939-1945”. Mas as imensas dificuldades com alguns arquivos não impediram uma enxurrada de livros. Davies faz um rastreamento do que há de mais interessante e, infelizmente, muito não foi traduzido para o português...
Uma lista de faroestes subestimados
23/04/2009 | Por
Euler de França Belém
em
listas
Provocado pelo médico e escritor Eberth Vencio, o historiador e crítico Ademir Luiz elaborou uma lista dos melhores filmes de faroeste e provocou polêmicas. Esqueceu de citar “Shane” (“Os Brutos Também Amam”). Há também outros excelentes diretores que são subestimados pelos críticos que só percebem os chamados “clássicos dos clássicos”...
Cinema americano simplifica Segunda Guerra Mundial
21/04/2009 | Por
Euler de França Belém
em
livros
O inglês Norman Davies é um dos maiores historiadores da Segunda Guerra Mundial, o que fica provado por seu segundo livro publicado no Brasil, “Europa na Guerra — 1939 e 1945” (Record, 599 páginas, tradução de Victor Paolozzi)...
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Conheci o Adauto nem me lembro quando, mas sei que faz alguns anos. Ele foi meu aluno. Ainda não tínhamos resolvido os problemas da educação mudando os nomes...
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O marido da mulher-coisa
Tavares passou dos trinta solteirão da silva xavier. Alcançou os quarenta e dos quarenta já ia passando, completamente insensível aos apelos do casamento...
Por Edival Lourenço
Também escrevi sobre Michael Jackson
Não sou especialista e nem crítico musical, mas, como imitei bastante os passinhos de “moonwalker” nos anos 80, julgo-me no direito de lucubrar a respeito...
Por Eberth Vêncio
A pátria patropi
De Mazaropi e Glauber Rocha passamos do estado de sítio para o estado de fazenda. O que já foi uma evolução considerável, ao menos no tamanho da calamidade...
Por Brasigois Felício
Por uma lei de imprensa nazista
Eu matei a Lady Di. Isso mesmo. Fui eu. Não foram os paparazzi, nem o motorista bêbado, nem o namorado milionário, nem a Camila Parker (se bem que, nesse caso, nunca se sabe...). E sabe por quê? Porque eu não agüentava mais notícia idiota sobre a Lady Di...
Por Flávio Paranhos
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