Os 80 maiores clássicos do blues para ouvir on-line
Os sites Legend Blues e Blues Museum fizeram uma lista daqueles que seriam os maiores clássicos da história do blues. Um usuário do YouTube disponibilizou uma parte da lista, reunindo 80 clássicos da compilação feita pelos sites. A lista, que está em ordem aleatória, cobre o período de 1912 a 1980.
O blues é forma musical caracterizada pela utilização de notas tocadas ou cantadas numa frequência baixa, com fins expressivos e estrutura repetitiva. Embora tenha sua origem na África, o blues se popularizou em algumas regiões do sul dos Estados Unidos como Alabama, Mississippi, Louisiana e Geórgia, nas primeiras décadas do século 20. Nos Estados Unidos sua origem é ligada à cultura afro-americana dos escravos das plantações de algodão que utilizavam o canto para embalar suas jornadas de trabalho. O conceito de blues, porém, só se tornou conhecido após o término da Guerra Civil Americana quando sua essência passou a ser como um meio de descrever o estado de espírito da população negra.
O músico W. C. Handy é considerado o pai do blues, ou pelo menos seu aprimorador. Conta a lenda que ele teria ouvido o ritmo pela primeira vez em 1903, quando viajava clandestinamente em um vagão de trem e observou um homem que tocava violão com um canivete. No final dos anos 1930 surgiram as primeiras grandes bandas de blues. Em 1942 o estilo sofreu sua primeira grande revolução com o surgimento da guitarra elétrica do lendário T-Bone Walker. Com a explosão do blues em Chicago e o surgimento da eletricidade na música, o blues atingiu um novo patamar, deixando de ser restrito a um pequeno grupo.
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Seguindo a ideia de um ensaio com frases de personalidades históricas, publicado pelo jornal inglês “The Observer”, do grupo The Guardian, reuni para esta edição 50 frases célebres de escritores de díspares perfis, nacionalidades e épocas — de Shakespeare a Guimarães Rosa. Chequei a autenticidade de cada uma delas para não incorrer nos risco das falsas atribuições, já que a profusão de textos apócrifos e equívocos relativos à autoria faz da internet uma fonte pouco segura. Diferentemente da lista publicada pelo “The Observer”, não selecionei apenas frases ditas textualmente, mas também aquelas fictícias, que foram emprestadas às personagens e obras por intermédio de seus criadores, como os casos de “O horror! O horror!”, últimas palavras do capitão Kurtz antes de morrer, do livro “O Coração das Trevas”, de Joseph Conrad; ou “Todas as famílias felizes se parecem; cada família infeliz é infeliz à sua maneira”, trecho inicial de “Anna Kariênina”, de Liev Tolstói; ou ainda, “Viver é negócio muito perigoso”, dita por Riobaldo, narrador-protagonista do romance “Grande Sertão: Veredas”, de Guimarães Rosa. Além de frases fictícias, há também frases retiradas de entrevistas, textos ensaísticos e biografias, como a célebre “Luz, mais luz” que teria sido as últimas palavras do poeta alemão Johann Wolfgang Goethe. 

Meu caro Manuel,
