Desenho de  Wendy MacNaughton
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    6 horas atrás por Luiz André sobre A pior coisa que já escrevi na vida
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    Cara! Parabéns! Seus textos são divertidíssimos, adoro esta revista, é um oásis ...

    7 horas atrás por Linkowski sobre A pior coisa que já escrevi na vida
  • Adorei o texto e destaco as transformações criativas e fonéticas de estrangeirismos para a língua portuguesa. Nem tão velada crítica de costumes. Parabéns! ...

    9 horas atrás por João Baptista de Alencastro sobre A pior coisa que já escrevi na vida

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POR EM 27/12/2011 ÀS 11:31 AM

102 coisas para fazer em 2012

publicado em

É inevitável: o ano de 2012 será marcado pelas profecias ruins do calendário maia. Como já estamos cismados, qualquer mugido do clima e já estaremos pensando nas catástrofes do fim do mundo. Mesmo que a profecia não aconteça no atacado, ela tenderá a ocorrer no varejo, no plano pessoal. Nesse clima de pânico, a palavra de ordem é ESCAPAR. Tanto no sentido de fugir quanto no sentido de sobreviver. Assim sendo, muito do que devemos fazer em 2012 será relacionado a essa máxima:  fuja e sobreviva. No entanto, mesmo diante de tanta neura, não se deve é perder a ternura. 

1 – comprar repelentes contra as catástrofes anunciadas

2 – escapar de zonas conflagradas pelo clima

3 – escapar da blitz da lei seca e de qualquer cerco da polícia

4 – recitar um poema à pessoa querida

5 – escapar dos assaltantes, traficantes e 171

6 – escapar dos políticos e das milícias

7 – escapar dos bancos, seguradoras, governo e do fisco

8 – casar por amor

9 – jantar com a família num ritual de boa convivência

10 – trabalhar menos e ganhar mais (ainda que em moeda existencial)...
 


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POR EM 20/12/2011 ÀS 11:26 AM

Os 10 melhores finais de livros

publicado em

Dando sequência à série de melhores trechos de livros, inverti a pergunta, e pedi a 15 convidados — escritores, críticos, professores e jornalistas — que apontassem quais eram os melhores finais de livros da literatura universal. Cada participante poderia indicar até cinco finais, sem se preocupar com a relevância canônica da obra, levando em consideração apenas o gosto pessoal e o prazer proporcionado por ela. 16 livros foram citados, 11 obtiveram mais de uma citação, são eles “Crime e Castigo” e “Notas do Subsolo”, de Fiódor Dostoiévski; “On The Road”, de Jack Kerouac; “Cem Anos de Solidão”, de Gabriel García Márquez; “1984”, de George Orwell; “A Espera dos Bárbaros”, de J. M. Coetzee; “Nada de Novo no Front”, de Erich Maria Remarque; “Lolita”, de Vladimir Nabokov; “O Grande Gatsby”, de F. Scott Fitzgerald, e “O Estrangeiro”, Albert Camus. Dois autores: Fiódor Dostoiévski e Gabriel García Márquez, que aparecem na lista atual, já apareceram na lista de melhores começos, publicada anteriormente. Abaixo, em ordem aleatória, a lista com os dez livros que obtiveram o maior número de citações. 


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POR EM 07/12/2011 ÀS 09:51 PM

Os 10 melhores começos de livros de autores brasileiros

publicado em

Dando sequência à série de melhores começos de livros, perguntei a 20 convidados — escritores, professores e jornalistas — quais eram os melhores inícios de livros de autores brasileiros. Cada participante poderia indicar até cinco começos, excetuando aqueles que apareceram na primeira lista: “Grande Sertão: Veredas”, de Guimarães Rosa; “O Ventre”, de Carlos Heitor Cony; e “O Amanuense Belmiro” de Cyro dos Anjos. 21 livros foram citados, 14 obtiveram mais de uma citação, são eles “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, de Machado de Assis; “Quase Memória”, de Carlos Heitor Cony; “A Maçã no Escuro”, de Clarice Lispector;  “Memórias de um Sargento de Milícias”,  de Manuel Antônio de Almeida; “Lavoura Arcaica”, Raduan Nassar; “Deus de Caim”, Ricardo Guilherme Dicke; “Macunaíma”, de Mário de Andrade; “A Morte e a Morte de Quincas Berro D’Água”, de Jorge Amado; “Com Meus Olhos de Cão”, de Hilda Hilst; “O Tempo e o Vento”, de Erico Verissimo; “O Jardim do Diabo”, de Luis Fernando Verissimo;  “A Lua Vem da Ásia”, de Campos de Carvalho; e “Dom Casmurro” e “Memórias Póstumas de Brás Cubas”,  de Machado de Assis. 


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POR EM 28/11/2011 ÀS 11:04 AM

O que você fez em 2011?

publicado em

Parece que foi ainda agora que a gente sugeriu 101 coisas para fazer em 2011. Mas 2011 já vai se encaminhando para o encerramento. Assim se passa um ano, a juventude, a maturidade, a vida, enfim. De vez em quando é bom dar uma paradinha e conferir como vai o andamento das coisas. É claro que a lista tem propósitos mais de divertir do que de edificar. Mesmo assim, vale a pena revê-la e conferir o que você pensou em fazer e o que de fato fez. E eventualmente melhorar o desempenho no mês que ainda resta.

101 coisas para fazer em 2011 

1 — colocar esta lista em ordem;

2 — fazer um checkup;

3 — fazer um exame de consciência;

4 — deixar o script alheio e viver o seu próprio;

5 — derrubar uma árvore (que ameaça cair sobre sua casa);

6 — trocar a fiação da casa (antes que ela incendeie);

7 — clarear os dentes;

8 — clarear as vistas;

9 – retirar as manchas da pele;

10 — retirar (ou assumir) as manchas da personalidade;

11 — retirar os caroços do corpo (exceto os essenciais).


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POR EM 30/09/2011 ÀS 03:23 PM

100 livros clássicos para download

publicado em

Uma compilação com 100 obras, entre autores brasileiros e estrangeiros, escolhidas entre os 10 mil títulos disponíveis no portal Domínio Público. A lista, traz desde livros seminais, formadores da cultural ocidental, como “Arte Poética”, de Aristóteles, até o célebre “Ulisses”, de James Joyce, considerado um dos livros mais influentes do século 20, além de clássicos brasileiros e portugueses. Todo o acervo do portal DP é composto por obras em domínio público ou que tiveram seus direitos de divulgação cedidos pelos detentores legais. No Brasil, os direitos autorais duram setenta anos contados de 1° de janeiro do ano subsequente à morte do autor.


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POR EM 03/08/2011 ÀS 01:51 PM

100 links para clicar antes de morrer

publicado em

Uma seleção com os 100 melhores links publicados na coluna Web Stuff, do suplemento Opção Cultural, do Jornal Opção. A lista faz uma espécie de inventário do que teve de melhor na internet nos últimos três anos. Os links que compõem a lista contemplam os mais díspares perfis e abrange os mais diferentes segmentos e tendências: música, livros, cinema, fotografia, ciência, tecnologia, jornalismo, mídias sociais, artes e humanidades. Entre os 100 links para se clicar antes de morrer, destacam-se: Toda a obra de Wolfgang Amadeus Mozart para download; O maior acervo de arte da internet; 750 mil livros para download; 1001 álbuns para ouvir antes de morrer; O maior acervo de vídeos de jazz da internet; A obra completa de Machado de Assis para download; 10 mil jornais de todo o planeta em um só lugar; 20 mil fotos de Henri Cartier-Bresson; As 20 obras de arte mais caras da história; As 100 maiores canções de jazz de todos os tempos (com vídeo e áudio incorporados).


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POR EM 14/07/2011 ÀS 10:10 AM

Os minutos mais marcantes do cinema

publicado em

Pedimos a 40 convidados, pelo Twitter, que indicassem quais eram os minutos mais marcantes da história do cinema para eles. Como o YouTube não mais permite a incorporação dos vídeos, os links das cenas foram disponibilizados juntamente com o nome do filme e dos participantes.

@alesie
Os Amantes da Pont-Neuf
http://youtu.be/xdFlm7XcoTg

@Alessandro_M
Superman
http://youtu.be/YVTWpI-ph6I

@alexnero
Cantando na Chuva
http://youtu.be/BrNAtk3W8wE

@altairtavares
2001 - Uma Odisseia no Espaço
http://youtu.be/U2iiPpcwfCA

@ateucristao
Gran Torino
http://youtu.be/FICKZ6NM3yc

@Be_neviani
Amarcord
http://youtu.be/cAr7c0Uj2dE


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POR EM 23/06/2011 ÀS 03:03 PM

100 desculpas ou mentiras triviais

publicado em

1 — estou aguardando o parecer jurídico

2 — vai depender da safra da flórida

3 — vou estar providenciando

4 — vou estar passando ao setor competente

5 — se não chegar em 72 horas o senhor volte a nos ligar

6 — o contêiner está retido no porto

7 — sua encomenda estava naquele avião que caiu

8 — vou pagar com o dinheiro da emenda parlamentar

9 — os operários chineses estão em greve

10 — extraviou no correio

11— a artesã que dá o acabamento está de TPM

12 — estou dependendo da nomeação do governo


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POR EM 17/06/2011 ÀS 09:19 AM

Os 100 maiores livros de não-ficção

publicado em

A lista saiu no “The Guardian”, um dos principais jornais diários da Inglaterra. Como qualquer outra, a lista a seguir é idiossincrática, o que não é o mesmo que desqualificada. Pelo contrário, trata-se um levantamento criterioso e respeitável. As obras são sérias. É possível discordar de algumas escolhas, mas, no geral, não há o que discutir. A “Arte Moderna”, de Giulio Carlo Argan, merece ser citado entre os bons livros da área. Foi esquecido. Mas a “História da Arte”, de E. H. Gombrich, permanece como um livro de referência equilibrado. “Stálin — A Corte do Czar Vermelho”, do historiador inglês Simon Sebag Montefiore, merece figurar em qualquer lista decente sobre história ou biografia. Assim como “Mao — A História Desconhecida”, de Jung Chang e Jon Holliday. É um dos mais documentos sobre o genocida Mao Tsé-tung. O leitor brasileiro vai dizer: “Como é possível excluir ‘Os Sertões’, de Euclides da Cunha, e ‘Casa Grande & Senzala’, de Gilberto Freyre? Há outras omissões, o que é normal em qualquer lista. Listas mais excluem do que incluem. Se não fosse assim, não seria lista (um recorte). O Jornal Opção e a Revista Bula comentam os livros — também de modo idiossincrático.


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POR EM 03/03/2011 ÀS 02:21 PM

Programação rebelde de Carnaval

publicado em

CartolaPra explicar a importância que a MPB teve na minha infância, basta dizer que eu me chamo Carolina, e  que é sim por causa da música do Chico. Por isso, embora seja relativamente jovem, me incomoda ouvir gente usando Jorge Aragão como exemplo de "samba de raiz". Oi?

Carolina quando pequena ouvia Vinicius e Chico, e queria ser uma cabrocha. Preferia de longe ser a "mais bonita das cabrochas", do que ter os olhos tristes e guardar neles a dor de todo este mundo. Natural, não? Carolina adorava o Carnaval porque podia usar maquiagem e brincos de pressão (só me deixaram furar as orelhas aos 15 anos).

Carolina cresceu e na adolescência tentou, como a imensa maioria dos jovens, usar Carnaval como desculpa pra aprontar. E aprontou. Foi de norte a sul do Brasil com amigos, colegas de escola e amores, aprontando e colecionando histórias, de aventuras e romances de Carnaval. 

Problema que ficou é que hoje, não consigo mais aprontar. To velha. Ou tenho histórias tão incríveis pra contar que  tentar superá-las seria imprudência e risco de vida. Corpo reclama, ressaca moral reclama, o bolso reclama. E eu fico meio contrariada, comparando a realidade atual a esbórnias de "Floripa" e cia., e bate o remorso por estar em casa quando o mundo parece estar por aí acontecendo. 

Quando eu nasci, certos blocos de genialidade já existiam. Diferente dos meus pais, que aguardavam ansiosamente o próximo lançamento do Chico Buarque, ou dos Beatles, ou do Vinicius. Nada disso. Quando eu nasci, a  maioria de todas as músicas que eu amo já estavam gravadas e haviam encontrado reconhecimento.

Cheguei onde eu queria: Meu Carnaval deixou de ser zona, e voltou a ser do samba que lamenta, que não grita, conversa. De igual pra igual. Que te diz pra puxar uma cadeira e se abrir. Ouvir.


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