Autor: Rebeca Bedone

Só quem tem gatos entende esse amor louco que nós temos por eles

Só quem tem gatos entende esse amor louco que nós temos por eles

Parece que dentro do olhar felino encontramos luz, mistério e serenidade para os nossos problemas, e o ronronar dos gatos é melodia e conforto pro nosso cansaço. Facilmente nos apaixonamos pelo veludo macio de pelos que acariciam a nossa pele e pelas almofadinhas das patas que caminham levemente sobre nós. Mas os mimos e carinhos começam e terminam quando o gato quiser, e nós aprendemos a conviver bem com isso.

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É melhor deixar pra lá… Um pouco de desprezo economiza bastante ódio

É melhor deixar pra lá… Um pouco de desprezo economiza bastante ódio

A vida já é complicada demais para estarmos continuamente com a língua afiada e os dedos em riste, prontos para o ataque digital. Ando exausta com a desgraça humana e com toda a miséria, fome e desigualdade que existe, do outro lado do mundo e na esquina da minha casa. Quase todos os dias tenho vontade de xingar políticos quando vou trabalhar e presencio a falta de remédios no serviço público de saúde. Invariavelmente, tenho vontade de responder em tom de escárnio a quem vem dizer bobagens na minha rede social. Mas resolvi deixar pra lá.

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Seu irmão é um pedaço seu. Nem mesmo a distância consegue separá-lo de você

Seu irmão é um pedaço seu. Nem mesmo a distância consegue separá-lo de você

O amor entre irmãos tem que superar tudo. Ele supera diferenças; ultrapassa a separação física que surge com a vida adulta; enfrenta o ciúme que perdura ao longo dos anos; e vence a discórdia que tenta desuni-los. Por isso, hoje, enquanto cada um está vivendo a sua vida e constituindo a sua nova família, nós temos com nossos irmãos uma ligação que sobrevive ao tempo e à distância: é a saudade que está sempre nos levando de volta à casa da nossa infância.

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Cantada não é elogio, é assédio

Cantada não é elogio, é assédio

Cantada não é elogio, é assédio. As ocasiões em que me senti coagida ou submetida a humilhações de cunho sexual constatam que ainda há homens que não entenderam que nós, mulheres, não gostamos de olhares constrangedores para nossos peitos e nossas bundas, não queremos ser enxergadas como o “sexo frágil” e detestamos ouvir gritos como “ô gostosa!” ou “delícia!” quando eles fazem parte de cantadas baratas e flertes não correspondidos.

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