Autor: Rebeca Bedone

Para se levantar, primeiro é preciso cair

Para se levantar, primeiro é preciso cair

Quando passamos a compreender a própria solidão, paramos de buscar a felicidade plena. Assim, recebemos com alegria o que nos chega: um bilhete inesperado, um beijo roubado ou um sorriso despretensioso. Então, um dia, descompassados e felizes, achamos graça quando dançamos sozinhos no meio da sala. É o prazer de fazer “adormecer o lobo da estepe, tornando-o dócil”.

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Nunca abandone os seus pais. A vida não tem volta

Nunca abandone os seus pais. A vida não tem volta

Muita gente reclama da vida. Sim, vivemos tempos difíceis. Tempos de sorrisos falsos, hipocrisia alheia e palavras vazias. Também vivemos apressados, com a contínua sensação de que estamos perdendo tempo. É a fila do banco, o congestionamento do trânsito e a internet lenta. Dentro e fora do mundo virtual, há lamúrias e desesperança. As pessoas estão exaustas. Fala-se o tempo todo em desemprego, terrorismo e corrupção. Nas redes sociais, as pessoas são incapazes de debater um assunto sem ser estúpidas.

Mulheres, revejam suas dietas! A vida é muito mais do que ter um corpo perfeito

Mulheres, revejam suas dietas! A vida é muito mais do que ter um corpo perfeito

A obsessão pela magreza acompanhou-me por muito tempo. Parecia que o sucesso, em qualquer esfera da vida — pessoal, familiar ou profissional — sempre esteve relacionado ao meu corpo, ao tamanho da minha bunda e à imagem que eu via no espelho: se não estava magra, ainda não estava tudo perfeito. E, se não estava tudo perfeito, eu me isolava. E sofria. Até que um dia, finalmente, eu acordei desta solidão (escravidão): parei de fazer dietas.

Se você está perto dos 40, talvez esse texto seja pra você

Se você está perto dos 40, talvez esse texto seja pra você

Faz tempo que tenho preferido os jantares com amigos às baladas. Concluí que já não suporto mais o barulho incessante. Não tenho mais paciência para cantada barata. Gosto de gente que gosta de conversar. Também gosto de acordar cedo nos finais de semana. Acostumei-me às cervejas artesanais e aos vinhos, pois em vez de encher a cara, aprendi que bom mesmo é apreciar o momento, sem afetações ou exageros.